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sexta-feira, 13 de maio de 2016

Hora do Enem

O Hora do Enem é um projeto pensado para você que vai fazer o Exame Nacional do Ensino Médio.

Tão certo quanto o átomo não é a menor porção da matéria, aqui você irá encontrar uma forma de estudar que se encaixa no seu perfil.

Pode escolher: dá para acompanhar o programa de TV, fazer simulados on-line, criar um plano de estudos adequado às suas necessidades, baixar vídeos ou ter tudo isso praticamente ao mesmo tempo!

Você vai acessar notícias, receber orientações de como se preparar para a prova, ver questões que já caíram nos anos anteriores comentadas por professores, conhecer estudantes que estão vivendo essa mesma etapa da vida e, assim, chegar ao dia do exame mais seguro e confiante.

O Enem
A educação transforma, abre caminhos, muda o mundo. É fácil perceber a lógica por trás dessa frase, não é? O conhecimento vai te levar longe, mas até chegar lá, você tem um baita trabalho pela frente. Muito estudo, muito do que se informar e muitas escolhas a fazer.

Ter em mãos o diploma universitário vai ser uma conquista e tanto e você pode dar o primeiro passo nessa direção, ao mandar bem na prova do Enem. A nota do exame é usada como critério de seleção por várias instituições de Ensino Superior públicas e privadas, ao substituir ou complementar o vestibular.

Ao participar do exame, você pode se inscrever no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e concorrer às vagas oferecidas por instituições públicas. Pode também se candidatar às bolsas de estudo integrais e parciais do Programa Universidade para Todos (ProUni) e ao financiamento de cursos superiores do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Mas calma aí, futuro calouro! Antes de ver o seu nome na lista de aprovados, precisamos nos concentrar nos estudos. Pode contar com a gente: nós do Hora do Enem vamos te acompanhar nessa jornada.

 Vamos ao assunto
 Olha só o que preparamos para você:
 INFOGRÁFICO - SEÇÃO CONHEÇA

Fonte: http://tvescola.mec.gov.br/tve/serie/hora-do-enem/conheca;jsessionid=BE2A8756B4607C1D35D0BE218CA0AC22

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Inscrição on-line para Enem 2016

9 a 20/5

    • As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2016 começam nesta segunda-feira, 9, exclusivamente pela internet. O prazo termina às 23h59 do dia 20 próximo (horário de Brasília). A edição do exame este ano terá identificação biométrica. Os inscritos contarão também com um aplicativo para acompanhar a inscrição.
      A confirmação das inscrições será feita apenas pela página do exame na internet. No ato da inscrição, os candidatos precisam informar um número de celular ou de telefone fixo válido, bem como cadastrar um endereço eletrônico (e-mail), o qual não pode ser usado por outro participante.
      O Enem deste ano tem uma estimativa de 8 milhões de inscrições. Destas, 2,2 milhões são de estudantes que estão no último ano do ensino médio. Além dos concluintes dessa etapa em 2016 matriculados em escolas da rede pública, estão isentos da taxa de inscrição aqueles que se declararem carentes. E, como previsto na edição do ano passado, os isentos que não comparecerem nos dois dias de provas perderão o benefício na próxima edição.
      Aqueles que obtiveram isenção no Enem de 2015, não compareceram aos dois dias de provas, mas pretendem pedir nova isenção, devem justificar a ausência, conforme previsto em edital. Haverá campo específico para o esclarecimento no próprio sistema de inscrição.
      Para dar mais comodidade e opções aos não isentos da taxa, de R$ 68, o pagamento, este ano, pode ser efetuado em qualquer agência bancária, casa lotérica ou agência dos Correios, por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU). O pagamento deve ser feito até às 21h59 (de Brasília), do dia 25 próximo.
      Digital — A edição do exame deste ano trará, pela primeira vez, o reconhecimento individual, com a impressão da digital na ficha de identificação do participante por meio de selo gráfico, autoadesivo. Todos os detalhes estão no edital do Enem de 2016, publicado no Diário Oficial da União de 15 de abril último. O novo procedimento de segurança soma-se aos demais — envelope com lacre e detector de metais.
      Aplicativo — O aplicativo para celulares, desenvolvido pelo Ministério da Educação, conterá todas as informações necessárias aos participantes ao longo do exame, além da possibilidade de acompanhamento da inscrição.
      O recurso, disponível para smartphones, também servirá como instrumento de diálogo com os participantes e será usado pelo MEC para o envio de informações aos inscritos, como cronograma do Enem, mural de avisos, dicas e resultados, além de espaço para contato.
      Especiais — Pessoas com deficiência ou necessidades específicas contarão com atendimento especializado, de acordo com solicitação a ser feita pelo próprio interessado no sistema de inscrições. Para tanto, é necessário apresentar documento comprobatório, legível. Nele, deve constar o nome completo do participante; o diagnóstico com a descrição da condição que motivou o pedido de atendimento; a assinatura e a identificação do médico ou profissional especializado, com o número do registro no Conselho Regional de Medicina ou no conselho de classe.
      Nome — Travestis e transexuais que pretendem ser identificados pelo nome social devem fazer a inscrição normalmente, no período estabelecido no edital, de 9 a 20 de maio. Entretanto, para usar o nome social, precisam encaminhar cópia de documento de identificação, foto recente e formulário, disponível on-line, preenchido, entre os dias 1º e 8 de junho próximo, pelo sistema, na página do exame na internet.
      Provas — Nos dois dias de exame — em 5 e 6 de novembro —, os portões nos locais de provas serão abertos às 12h e fechados às 13h (horário oficial de Brasília). As provas terão início às 13h30. O tempo extra de meia hora será usado para procedimentos de segurança, como revista eletrônica, e para dar tempo a todos os presentes de entrar em sala e guardar os pertences. O período total de duração das provas permanece em quatro horas e meia no primeiro dia (sábado) e cinco horas e meia no segundo dia (domingo).
      Oportunidades — A nota do Enem é usada como critério de acesso à educação superior por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e do Programa Universidade para Todos (ProUni). A participação na prova também é requisito para receber o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), participar do programa Ciência sem Fronteiras ou ingressar em vagas gratuitas dos cursos técnicos oferecidos pelo Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec). Além disso, estudantes maiores de 18 anos podem obter a certificação do ensino médio por meio do Enem.
      Mais informações e o edital do Enem de 2016 estão disponíveis na página do Enem de 2016 na internet. Em caso de dúvidas sobre o exame, os candidatos podem ligar para o telefone 0800-616161.
    • Fonte: http://portal.inep.gov.br/visualizar/-/asset_publisher/6AhJ/content/candidatos-ja-podem-fazer-inscricao-on-line-para-a-edicao-de-2016-prazo-vai-ate-o-dia-20

    terça-feira, 10 de maio de 2016

    Inscrição Enem 2016


    #Enem2016 l Atenção! 

    📢 Candidatos já podem fazer inscrição on-line para a edição de 2016; prazo vai até o dia 20. 

    Saiba mais:http://goo.gl/pqh8BO

    A confirmação das inscrições será feita apenas pela página do exame na internet.
    Inscreva-se aqui: http://enem.inep.gov.br/participante/#/inicial

    No ato da inscrição, os candidatos precisam informar um número de celular ou de telefone fixo válido, bem como cadastrar um endereço eletrônico (e-mail), o qual não pode ser usado por outro participante.

    Ouça aqui: http://goo.gl/Pr61df


    Descrição
    Estudantes já podem se inscrever para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2016 a partir desta segunda-feira, 9. O acesso está disponível exclusivamente pelo sitehttp://enem.inep.gov.br. O valor da taxa é R$ 68. O exame está marcado para os dias 5 e 6 de novembro. A nota do Enem possibilita o acesso à educação superior em instituições públicas e privadas, além de programas do governo federal. 
    Pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida podem solicitar atendimento especial por meio do mesmo sistema de inscrições. Na página, mediante encaminhamento da documentação, o participante também pode solicitar inscrição com o nome social.
    Neste ano, além da identificação biométrica, os inscritos contam com um aplicativo para acompanhar a inscrição e todas as informações necessárias ao longo do exame, como calendário, mural de avisos, dicas e resultados. Há também a plataforma Hora do Enem que oferece um plano de estudo personalizado aos candidatos, com exercícios, resumos e videoaulas direcionados. O primeiro simulado já foi realizado, mas outros três ainda vão preparar os estudantes até o dia do exame.
    Para saber mais, acesse http://enem.inep.gov.br

    sábado, 30 de abril de 2016


    Ministério da Educação - MEC
    Vai fazer o ‪#‎Enem2016‬? Dedique-se aos estudos na plataforma ‪#‎HoradoEnem‬. 
    Agora, todos poderão fazer o 1º simulado on-line! Isso mesmo, “geral” se preparando para o Enem neste próximo fim de semana. 
    😉 Saiba mais: http://goo.gl/xCm65y
    Não perca a nova chance! Reserve aí na agenda, dias 7 e 8 de maio têm simulado de novo. 🎉

    quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

    "Pecados" do aluno EaD


    Como vocês devem saber, existem os 7 pecados capitais – certamente,  todo mundo já cometeu algum deles. Então, agora foram definidos os 7 pecados do aluno de ensino a distância, que são os erros mais cometidos pelos alunos durante um curso na modalidade a distância.
    Você é um aluno de curso a distância, por isso, tente não cometer nenhum dos erros descritos abaixo:
    1 – Procrastinação: É o erro mais comum… Quem nunca adiou um curso para o próximo mês, semestre, ano, ou até mesmo adiou algum trabalho ou atividade? Mas, com esse comportamento, no ensino a distância, você acaba ficando defasado em comparação aos demais alunos e concorrentes do mercado de trabalho, que nunca para. Evite este erro!

    2 – Falta de planejamento: Fazer um curso em que você pode definir o horário de estudo requer organização. Não é fácil conciliar trabalho, estudo, casa, família etc.; por isso, antes de começar um curso, planeje como irá cursá-lo e defina um horário fixo por dia, ou por semana, para estudar.

    3 – Trapacear: Por incrível que pareça, ainda tem gente que acha que só o currículo basta. Tente não trapacear, procurando respostas prontas no Google, ou coisas do tipo. Só quem perde é você!

    4 – Plágio: É a mesma coisa que trapacear. Em alguns casos, o plágio ocorre porque o aluno se esqueceu de citar a fonte, indicar as referências e etc. Nunca se esqueça de citar de onde você conseguiu determinada informação.

    5 – Aceitar tudo: Você tem que aprender a dizer não. Muitas vezes as pessoas querem impor os seus horários aos outros, mas neste caso você deve manter os seus para não atrapalhar seus estudos. Em outras palavras: siga o seu planejamento!

    6 – Ser impaciente: Aprender de verdade, requer tempo. Você não pode apressar o processo: um curso com duração de 8 horas deve ser feito em 8 horas, assim como um curso de 4 anos deve ser feito em 4 anos.

    7 – Preguiça: É parecido com o primeiro “pecado”. Neste caso, devido à preguiça o aluno não faz um bom trabalho, bem como não consegue aprender correta e definitivamente. Quando você for fazer um curso, concentre-se somente nele e, por favor, não tenha preguiça!

    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

    Curso IME UFF


    Estão abertas as inscrições para novos cursos a distância!

    Estes cursos integram o programa Automata do Instituto de Matemática e Estatística da Universidade Federal Fluminense- IME- UFF em uma uma ação conjunta com a Pró reitoria de Extensão da UFF.

    ABC do Mercado Financeiro
    O objetivo principal do curso é capacitar estudantes, profissionais de diversas áreas e pessoas que almejam atuar ou apenas compreender a prática do mercado financeiro, para atuar profissionalmente ou organizar suas finanças pessoais.

    Excel Básico
    O objetivo principal do curso é apresentar de forma clara os conceitos iniciais do Microsoft Excel permitindo construir planilhas para as operações mais básicas, assim como manipular dados e construir gráficos simples.

    O corpo docente dos cursos é integrado por profissionais de alto nível do quadro permanente do IME e as aulas serão desenvolvidas com uso de metodologias do ensino a distância, modalidade em que a UFF é pioneira por ter lançado em 2001 o primeiro curso de graduação a distância, aberto à população no Brasil, o curso de licenciatura em matemática a distância. Além disso, você na qualidade de aluno dos cursos terá o apoio de um quadro altamente especializado de tutores que o apoiarão permanentemente em todas as atividades de aprendizado e de avaliação.

    Inscrições até dia 20 de abril.
    Taxa única (cada curso): R$100,00
    Inscreva-se já no ABC Financeiro através do site: http://www.automata.uff.br/index.php/cursos/abc-financeiro
    Inscreva-se já no Excel Básico através do site: http://www.automata.uff.br/index.php/cursos/excel-basico

    Mude sua expectativa para o futuro!

    Abraços,
    Marco Aurélio Sanfins
    Coordenador do curso ABC Financeiro
    Professor do IME – UFF
    Venha nos conhecer:
    www.automata.uff.br
    cursos@automata.uff.br

    terça-feira, 13 de janeiro de 2015

    Qualificação Profissional UFF

    Qualificação profissional

    Curso: Tutoria

    O objetivo deste curso é ofertar formação técnico-profissional, na modalidade a distância, a profissionais licenciados que desejem atuar em tutoria nas modalidades presencial e a distância.
    Público alvo: Profissionais licenciados em todas as áreas do conhecimento.
    Carga Horária: 150 horas.
    Vagas: 100

    Apresentação

    O desenho pedagógico e tecnológico da Educação a Distância; A didática em ambientes colaborativos de aprendizagem; Particularidades da Interlocução entre os sujeitos, análise de conflitos e soluções viáveis em EaD; Processos e Mecanismos de acompanhamento de aprendizagem a distância; Gestão temporal em EAD, Ferramentas de Gestão de Tutoria; Planos de acompanhamento de formação continuada de tutores e Formação de tutores e gestores de tutoria em serviço (alunos exercerão o papel de tutores e gestores de durante a disciplina).

    Matriz curricular

    • 3 disciplinas obrigatórias teórico-práticas sendo pré-requisito para o Estágio Supervisionado
    • 1 disciplina obrigatória de natureza prática (Estagio Supervisionado)
    • 1 disciplina eletiva de livre escolha

    Disciplinas:

    Leia o EDITAL

    Disciplinas obrigatórias

    2015-1

    2015-2

    2016-1

    Redação de textos acadêmicos - Módulo 1
    Informações sobre a disciplina
     •
    Docência Online: Gestão e Formação de Tutores em EAD
    Informações sobre a disciplina
     •
    Mediando cursos em AVAs
    Informações sobre a disciplina
    ••
    Estágio Supervisionado
    (aguarde informações)
    Aguarde informações••

    Disciplinas eletivas

    2015-1

    2015-2

    2016-1

    A Tutoria para alunos com deficiência: suportes tecnológicos
    Informações sobre a disciplina
     •
    Pedagogia da Cooperação
    Informações sobre a disciplina
     •

    domingo, 15 de junho de 2014

    "Educação a Distância alavanca o acesso ao ensino no Brasil

    Dados do Censo da Educação Superior 2012, divulgados pelo Ministério da Educação (MEC), apontam que a Educação a Distância (EAD) cresceu mais que a educação presencial de 2011 a 2012, no Brasil. Em um ano, de acordo com o Censo, houve um aumento de 12,2% nas matrículas da EAD, enquanto que a educação presencial teve um aumento de apenas 3,1%. “Este número, ainda que baixo, é muito significativo. Isso porque esta modalidade eficaz permite a popularização da educação, não a restringindo pelo difícil acesso, pela dificuldade de compreensão de conteúdo ou por outros tantos fatores, o que contribuiria para melhorias no cenário educacional atual”, explica Karin Schneider Lima, Coordenadora de Ensino a Distância do Centro Universitário UNINTER.
    Karin ressalta que este aumento no número de matrículas aconteceu também devido ao crescimento do acesso à tecnologia. “Com a facilidade de acesso, ficou mais fácil estudar. Além disso, com o crescimento das classes C e D as pessoas desmitificaram o uso da tecnologia e acabaram tendo a possibilidade de estudar por meio de um curso a distância, cujo método consegue quebrar as barreiras que dificultam a continuidade no ensino”, comenta.
    Para a especialista, o futuro da educação anda lado a lado com o Ensino a Distância, e o Brasil deve ter cada vez mais alunos buscando este tipo de ensino. “A Educação a Distância pode, inclusive, ser trabalhada em conjunto com a sala de aula, melhorando a educação qualitativa do nosso país. Por sua vez, o Estado deveria investir e facilitar cada vez mais a expansão da EAD, pois isso garantiria aos cidadãos pelo menos uma considerável diminuição dos tristes números que hoje envolvem a educação brasileira, de uma forma geral”, finaliza."

    terça-feira, 1 de abril de 2014

    Inscrições para cursos ainda abertas

    Período de inscrições para cursos de pós-graduação

     A Universidade Federal Fluminense informa o período de inscrições para cursos de pós-graduação stricto sensu e lato sensu.



    Lato Sensu  Stricto Sensu
    Fonte: https://sistemas.uff.br

    quarta-feira, 5 de março de 2014

    UFF - PIGEAD Pós EaD gratuita.

    Inscrições para o processo seletivo com vagas no Curso de Especialização em Planejamento, Implementação e Gestão da EaD, a nível de Pós-Graduação Lato Sensu, na modalidade Educação a Distância, com ingresso no 1º semestre de 2014, a ser realizado no âmbito do Sistema Universidade Aberta do Brasil – UAB.


    Processo Seletivo

    Inscrições: A partir das 12h do dia 10 Março

    Editais:





    Boa sorte!!


    domingo, 9 de fevereiro de 2014

    EaD - Novos atores e novos papéis

    Novos atores e novos papéis
    “Educação a distância é o aprendizado planejado que ocorre normalmente em um lugar diferente do local de ensino, exigindo técnicas especiais de criação do curso e de instrução, comunicação por meio de várias tecnologias e disposições organizacionais e administrativas especiais” (Moore e Kearsley, 2007).
    Pensar em Educação a Distância (EAD), no contexto contemporâneo, exige uma reflexão mais ampla sobre o conceito de educação, tecnologia, ensino e aprendizagem. A EAD, nos últimos anos entra na discussão do cenário da educação brasileira como um novo caminho/possibilidade de educação. No entanto, vale destacar que a Educação só se realiza quando um processo de utilização das tecnologias garante uma verdadeira comunicação bilateral nitidamente educativa. Isso significa dizer que uma proposta de educação a distância exige, acima de tudo, um atendimento pedagógico que promova essencialmente a relação professor-aluno, por meios e estratégias institucionalmente garantidos.
    (Extraído do Site: Universidade Federal da Bahia . Curso: Curso Moodle para professores - 2007)
    Nos cursos a distância a comunicacão é um elemento essencial, pois, é por meio da interação e da comunicação que os processo de ensino-apredizagem se estabelecem. Sendo assim, com o avanço da tecnologia, podemos também perceber a utilização de diferentes meios de comunicação na EAD que, em um primeiro momento, fez uso do correio postal, rádio, telefone e televisão, e, mais recentemente, conta com a excelente contribuição da internet.
    Vale portanto destacar que a internet possibilitou um avanço expressivo da EAD. A expansão da educação a distância tem contribuído para a disseminação de novas formas de ensino-aprendizagem mediada pelo uso das tecnologias, assim como, tem possibilitado o acesso à formação inicial e/ou continuada a pessoas que não viam no ensino presencial a possibilidade de adequação às suas necessidades educacionais, profissionais e pessoas. Mas que enxergam na EAD uma forma de superar as limitações do presencial.
    Conceituando a EAD
    O termo Educação a Distância, pode ser entendido como uma modalidade que apresenta um conceito de sala de aula ampliado, com associação de espaço/tempo que ultrapassa a idéia de espaço físico e tempo determinado. O sentido que o termo assume na contemporaneidade enfatiza mais a questão da distância enquanto “espaço” e se propõe que ela seja contornada com a presença das tecnologias da informação e comunicação.
    Essa noção de tempo e espaço tem uma forte representação, e para tal, consideramos que um curso a distância tem um endereço - tal como em uma escola/universidade (nesse caso um endereço virtual), pode possuir uma senha de acesso - que delimita um número de alunos, e tem previsão de início e término, ou seja, na noção atemporal da rede, o curso a distância se localiza em um tempo e um espaço.
    No entanto, no contexto da EAD, além da questão do tempo e do espaço, também é preciso pensá-la como uma educação que se preocupe tanto com o conteúdo quanto com a sua construção e socialização, de acordo com cada contexto, com atenção à diversidade cultural e regional do grupo, e, principalmente com a formação social dos sujeitos, dentro de um processo educativo que fomente a construção do conhecimento com base na interação e na participação de todos (alunos e professores).
    Desta forma, relacionamos a EAD na contemporaneidade a ambientes colaborativos, em que a aprendizagem é orientada para o aluno, em vez de estar centrada no professor. Segundo Dias (2001, p. 28), nesses ambientes “o processo de construção do conhecimento compreende a interação entre pares, a avaliação e a cooperação, salientando a mudança do foco na interação professor-aluno para as relações entre os membros dos grupos”. Dessa forma, podemos ressaltar que no contexto da EAD, a expectativa do aluno também é algo a ser considerado, uma vez que, entra nesse contexto como já dito, a associação espontânea com os pares, a participação significativa e a motivação apresentada.
    A partir dessa perspectiva, entendemos que a EAD, precisa ser pensada de forma a buscar construir no aprendente posturas críticas e criativas, desenvolvendo uma atitude investigativa e fundamentada na produção de conhecimento (Preti; Arruda, 2004 apud Riccio, 2006, p. 32). Em outras palavras, podemos dizer que no contexto da EAD existe uma "mudança" nos papéis presenciados na educação: "o aluno deixa de ser um receptor passivo e torna-se responsável por sua aprendizagem, com direito a trabalhar em ritmo individualizado sem perder, no entanto, a possibilidade de interagir com seus pares e com seu professor" (Oliveira, 2003, p. 34). E o professor deixa de ser "o dono do saber e o controlador da aprendizagem, para ser um orientador que estimula a curiosidade, o debate e a interação com os outros participantes do processo" (p. 34)
    Contexto histórico
    No contexto histórico a EAD apresentou diferentes fases ou gerações.
    Diversos autores sugerem três outros quatro períodos como marcos referenciais para o avanço da EAD, considerando a utilização da tecnologia no processo de mediação pedagógica.
    Ropoli et al (2002) dividem a EAD em três fases ou gerações:
    • A primeira fase da EAD é vista como a geração textual (1890 a 1960), que caracterizou-se pelo estudo por correspondência. Vale destacar que nessa geraçãoa interatividade era escassa ou não existia entre as partes, pois, era baseada numa atitude isolada de auto-aprendizagem apenas com o uso do material impresso. Geralmente estava orientada em um guia de estudos com exercícios escritos e tarefa a serem realizadas e enviadas pelos correios. Nesta geração, a EAD tratava fundamentalmente de atingir uma parcela da população que não tinha outra possibilidade de acesso à educação (por razões geográficas,por falta de escolas próximas, entre outros).
    • A segunda geração, conhecida como geração analógica (1960 a 1980) teveinício com o surgimento das Universidades Abertas; a primeira no Reino Unido em 1969. Essa geração fundamentava-se em oferecer uma segunda oportunidade de formação a uma grande parcela da população adulta, que não teve acesso à educação quando em idade escolar. A grande contribuição dessa fase da EAD é que o foco não era apenas o material impresso, mas no trabalho de forma sistêmica, uma vez que combinava-se encontros presenciais, sessões periódicas de tutor transmissão de material gravado através de rádio e de televisão, assim como envio de videotapes. Além desses pontos, esta geração estava respaldada por uma instituição pública que expedia a titulação oficial. A utilização desse material pelas Universidades Abertas, propiciou uma transição para uma nova fase na qual, em conjunto com os materiais dos cursos transmitidos por TV ou enviados por formatos de videotapes, acrescentou-se a interação por meio de telefone, satélite, cabo.
    • A partir da década de 1990 surge a terceira geração de cursos a distância, agora baseados no uso do computador e da Internet que possibilita a comunicação de forma síncrona ou assíncrona (chats, fóruns, listas de discussão e outros). Os trabalhos desenvolvidos nessa geração, de certa forma, permitem a universalização do aprendizado devido ao advento dos avanços tecnológicos. Vale ressaltar, que estes avanços tecnológicos viabilizam um tipo de interação social entre alunos e professores que supera a “distância social” bem como a “distânciageográfica” e o "tempo".
    • Atualmente, já entra em discussão uma quarta geração de EAD,caracterizada pelo uso de banda larga que possibilita estabelecer e manter interação dos participantes de uma comunidade de aprendizagem com maior qualidade e rapidez.
    A EAD no Brasil
    O contexto da EAD no Brasil, tem seu marco inicial com a fundação da Rádio Sociedade do Rio de Janeiro (posteriormente rádio do MEC) em 1923, por Roquete Pinto. Em sua programação transmitia programas de literatura, de radiotelegrafia, de telefonia, de línguas, literatura infantil e sobre outros assuntos de interesse comunitários, ou seja, deu-se início a programas de EAD por rádio difusão.
    Em 1936, com o Instituto Rádio Técnico Monitor, começam a surgir programas direcionados ao ramo da eletrônica. Posteriormente em 1941 foi fundado o Instituto Universal Brasileiro (IUB), que tornou-se o maior difusor de cursos profissionalizantes, assim como foi um dos pioneiros na EAD em nosso país, dedicado, especialmente, a cursos de formaçãoradiotécnicos a distância.
    No decorrer do processo histórico da EAD no Brasil, podemos destacar, o início dos anos 1960, com a Diocese de Natal (Rio Grande do Norte) que criou as escolas radiofônicas, que deram origem ao Movimento de Educação de Base – MEB, cuja “preocupação básica era alfabetizar e apoiar os primeiros passos da Educação de milhares de jovens e adultos, principalmente da região Norte e Nordeste do Brasil. O projeto foi desmantelado pela ação do governo pós 1964” (NUNES, 1992).
    Nos anos 70, o destaque esteve com o Projeto Minerva, vinculado ao Ministério da Educação, Fundação Padre Anchieta e Fundação Padre Landell de Moura (FEPAM), fundamentados na Lei nº 5.692 que enfatizava a educação de adultos. O projeto Minerva era transmitido em rede nacional, por emissoras de rádio e emissoras de televisão, e seu objetivo era preparar alunos para os exames supletivos de Capacitação Ginasial e Madureza Ginasial. Este programa foi implementando como uma solução a curto prazo aos problemas de desenvolvimento econômico do país, já que visava preparar mão-de-obra para fazer frente ao desenvolvimento e à competição internacional. No entanto, teve severas críticas devido ao baixo índice de aprovação, cerca de 77% dos inscritos não conseguiam obter o diploma.
    Já em 1978, a Fundação Padre Anchieta (TV Cultura) e a Fundação Roberto Marinho, fundaram o Telecurso 2º Grau, no ar até os dias atuais, e que utiliza programa de TV e material impresso vendidos nas bancas de jornais, que prepara os alunos para o exame supletivo.
    No ano de 1991, iniciou o Programa Um Salto para o Futuro, em parceria com o governo Federal as Secretarias de Estaduais de Educação e a Fundação Roquete Pinto, este foi um programa destinado à formação de professores.
    A partir de 1993, multiplicam-se congressos e seminários sobre EAD, atraindo um número grande de pessoas, passando a ser assunto obrigatório na agenda dos educadores. E em 1995, o Governo Federal, cria a Subsecretaria de Educação a Distância. Nesse mesmo ano, marca também o lançamento da TV Escola, programa concebido e coordenado pelo MEC, em âmbito nacional. O objetivo principal do programa é o aperfeiçoamento e valorização dos professores da rede pública e a melhoria da qualidade de ensino, por meio de um canal de televisão dedicado exclusivamente à educação. O lançamento do programa foi lançado em caráter experimental, em 4 de setembro de 1995, operando definitivamente a partir de março de 1996.
    É notório que neste contexto histórico viveu-se a etapa do ensino por correspondência, passou-se pela transmissão radiofônica, e posteriormente televisiva. Os processos atuais na EAD fazem uso de novos meios tecnológicos: da telemática à multimídia da internet à telefonia móvel.
    No Brasil, a educação a distância assumiu várias formas, mas a partir da década de 70 é que efetivamente ampliou-se a sua oferta com a teleducação. No final do século, a partir do consenso de que um país com a dimensão e as características do nosso teria que romper com as amarras do sistema convencional e tentar buscar alternativas de garantir a educação inicial e continuada como direito de todos, a EAD toma novo fôlego. Para tal, novos programas são concebidos, a exemplo da Universidade Aberta do Brasil (UAB).
    O grande desafio do momento é garantir qualidade à EAD. Para tal, acreditamos que o avanço das políticas públicas educacionais e as tecnologias de informação e comunicação têm um papel fundamental.
    A EAD no contexto atual
    No contexto das discussões em torno da Educação a Distância a questão da comunicação e da interação é entendida como aspecto fundamental para o sucesso dessa modalidade de educação.
    Nessa perspectiva, surgem os ambientes virtuais de aprendizagens, com recursos que potencializam a interatividade nos processos educativos. Vale ressaltar que a utilização dos ambientes virtuais de aprendizagem por si só não garantem uma modificação da lógica da "transferência de conhecimento", é necessário que a proposta pedagógica definida para uso destes ambientes supere esta lógica da transmissão-recepção; já que estes espaços possuem como característica própria à interatividade, a possibilidade de interconexão entre sujeitos das diversas parte do globo, a troca de informações e a construção de trabalhos coletivos; eles fazem parte de um mundo sem fronteiras, com muitas possibilidades abertas a serem exploradas.
    No contexto atual da EAD algumas mudanças são evidentes, porém, são mudanças que vão desde a troca do suporte midiático (da apostila impressa para um site na internet até propostas inovadoras que potencializam as possibilidades do ciberespaço, com a idéia de uma educação para liberdade. Nesse sentido a EAD possui algumas especificidades, e, portanto, necessita estar fundamentada em propostas que potencializem a interação, a colaboração e a cooperação dos alunos entre si, não apenas com acesso a informações e conteúdos, mas, sobretudo, com trocas, discussões, compartilhamento de experiências fazendo parte do processo de aprendizagem.
    Nesse sentido, abordaremos as características de alguns modelos perceptíveis na educação a distância, fundamentando-nos pela categorização dos modelos trazidos por Ropoli et al (2002)
    • O modelo instrucional - apresenta como base a transmissão de informação e conteúdo, prevê pouca participação do professor ou tutor e não utiliza estratégias colaborativas no processo de aprendizagem. Na realidade este modelo caracteriza-se por ser auto-explicativo, acompanhado de textos escritos de forma dialógica, testes online, com interface bem elaborada e com elementos gráficos. Apresenta como característica própria não explorar a utilização de espaços colaborativos para troca de informações e experiência. Os conteúdos são transmitidos para um aluno passivo, que não tem a possibilidade de questionar ou interferir na informação recebida. Em outras palavras, podemos dizer que neste prevalece a educação bancária, centrada no conteúdo, sem uma proposta de interatividade ou colaboração.
    • O modelo interativo - apresenta como característica principal uma forte participação do professor ou tutor, e a presença de atividades planejadas de forma a acompanhar o desempenho dos alunos. A intervenção do professor surge como forma de auxiliar o aprendizado e, nesse contexto, existe muita discussão e participação dos alunos. O conteúdo pode trabalhar os principais conceitos, abordando-os de forma simples e objetiva, de modo a explorar questões que incentivem a interação de todos. Além disso, existe a possibilidade de explorar materiais complementares, instigando a iniciativa dos alunos de buscar novas informações, e, até mesmo, trazendo questões para colocar aos colegas do grupo. Nesse sentido, os conteúdos apresentados têm o objetivo de “envolver e são desenvolvidos no decorrer do curso, a partir de opiniões e reflexões dos participantes e com as idéias formuladas nas áreas de discussão” (Okada, 2003, p. 275). Para a dinâmica deste modelo torna-se fundamental formar turmas (grupos) de modo que esses grupos possam interagir. Além disso, é necessário prever uma estrutura para atendimento e acompanhamento dos alunos no processo de ensino-aprendizagem, com estratégia que promova a discussão e a participação.
      Vale ressaltar que, no que diz respeito à preparação dos conteúdos a serem trabalhados, a tarefa enfrentada pela equipe de educadores na modalidade a distância não é tão distinta daquela enfrentada pelos educadores que trabalham na modalidade presencial. Segundo Mercer e Estepa (2001, p.23), em ambas as equipes de docentes, existe a necessidade de preparar um curso que desenvolva temas relevantes para uma determinada disciplina, implementar propostas pedagógicas adequadas a cada contexto e necessidades dos estudantes e conceber propostas de avaliação e desempenho destes.
    • O modelo colaborativo prevê atividades colaborativas como estratégias de aprendizagem. O professor é um auxiliador do processo de interação entre as comunidades que se formam no processo educativo. Nesse sentido, destacamos o papel do professor como “orientador e desafiador”, numa perspectiva em que, este deixa de ser apenas um provedor de informações e passa a ser um gerenciador de entendimento. Segundo Ramos (2005) ao citar Andrade e Beiller (1999), o papel do professor é motivar o grupo e monitorar a participação dos alunos, considerando os objetivos e interesses coletivos.
      Quanto ao conteúdo a ser trabalhado nesse modelo, o destaque está associado a propostas de desafios, que venham incentivar a discussão e a produção do conhecimento no grupo de estudo. Vale ressaltar que para promover a colaboração torna-se necessário prever a formação de turmas de modo que os alunos possam interagir, visando trocas de informações, experiências e expectativas, propondo soluções e aprimorando o conhecimento.
      Nas experiências que visam à construção colaborativa, cada sujeito passa a participar efetivamente da produção de conhecimento, saindo da condição de receptor passivo, e passando a valorizar seus conhecimentos e experiência de vida. Nessa perspectiva emerge uma educação para a cidadania, com sujeitos que constroem, modificam, buscam a sua cidadania, são co-autores em seu processo de aprendizagem.
    Este último modelo é mais condizente com a perspectiva da EAD no contexto da cibercultura, onde emergem possibilidades de comunicação multilateral todos-todos; de uma educação hipertextual e não-linear, em que cada sujeito tem a possibilidade de fazer suas escolhas e construir os caminhos mais adequados à sua formação; de uma educação que promova a multivocalidade, em que cada voz pode ser a sua própria ou a do outro e não mais apenas daquele que detêm o poder; com possibilidade de autoria, de abertura de conteúdos, de acesso como liberdade.

    A educação online e Novas Educações
    Ao falar em educação online entendemos que com o advento das tecnologias, esta apresenta-se no contexto da EAD como uma oportunidade de atingir um público maior e diferenciado. Nesse sentido, faz-se necessário pensar em educação a distância, de forma a associar a uma concepção metodológica pautada na interação e na construção do conhecimento de forma colaborativa,enfatizando que o aprendente é o centro do processo.
    Com o uso intensivo das tecnologias da informação e comunicação ampliou-se a ação da EAD, de modo a intensificar o processo de ensino-aprendizagem, assim como ficou mais evidente a necessidade de maior autonomia e autoria por parte dos sujeitos envolvidos, por meio da interlocução entre os sujeitos, o ambiente e as tecnologias. Assim, trazemos para esse contexto a questão da interatividade com os ambientes virtuais de aprendizagem potencializando atividades com práticas colaborativas, com espaços de escritas hipertextuais e que tem marcado de forma significativa a educação online.
    Segundo Lévy (1994), a interatividade pode ser compreendida como a possibilidade dos sujeitos participarem ativamente, interferindo no processo com ações, reações, intervindo, tornando-se receptor e emissor de mensagens que ganham plasticidade, permitindo a transformação imediata. Em outras palavras podemos dizer que a interatividade cria novos caminhos, novas trilhas, novaspossibilidades, fazendo valer as escolhas dos sujeitos.
    Além disso, podemos destacar também os conceitos relacionados à educação online, no sentido de superar a lógica do uso das TIC apenas como instrumento e/ou ferramentas, e sim, que possam ser entendidas como fundamento, integrando o contexto de ensino-aprendizagem. Numa perspectiva de que não basta introduzir nesse contexto a presença das TIC ou mesmo todos os recursos midiáticos para se alcançar uma “nova educação”. Segundo Pretto (1996, p.112) “é necessário repensá-la em outros termos. (...) uma vez que essa presença, por si só, não garante essa nova educação”.
    Podemos pensar, portanto, em "novas educações", onde torna-se necessário "retomar a discussão sobre o que se entende como sendo usos dessas tecnologias e quais as possibilidades para a educação, seja ela presencial ou a distância" (Bonilla e Assis, 2005). Além disso, essas mesmas autoras complementam afirmando que ao pensar em "novas educações", significa pensar em ampliar a participação na produção e circulação de conhecimento. Sendo assim, torna-se fundamental buscar as possibilidades e potencialidades do uso dessas tecnologias, como “elementos carregados de conteúdos, como representantes de uma nova forma de pensar e sentir”(Pretto, 1996, p.115).
    Essa educação está fundamentada numa perspectiva de aprendizagem na dimensão de Redes, que acontece de forma paralela, integrante e integrada com o conjunto das atividades. Possibilitando a multiplicidade de troca, o acesso aconteúdos em diversos formatos, com o prolongamento do tempo de discussões, e, sobretudo, estreitando a fronteira entre o virtual/presencial. De modo que as TIC possam estruturar ambientes colaborativos de aprendizagem e não apenas ser tomadas como meras fontes de consumo de informação.
    Em suma, podemos dizer que esse processo desencadeia alguns "nós"previamente delineados, com novas e constantes possibilidades. Que nesse caminho, o fundamental é poder estabelecer conexões e construir coletivamente. Vale destacar, que essa concepção não se resume em mais um novo modelo pedagógico, pois, se pensarmos dessa forma, estaríamos limitando tais possibilidades e sujeitando os aprendentes ao lugar de receptores.
    (Este texto foi extraído do Site: Universidade Federal da Bahia . Curso: Curso Moodle para professores - 2007)