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sábado, 16 de junho de 2018

XXIX FESTIVAL INTERNACIONAL DE MÚSICA COLONIAL BRASILEIRA E MÚSICA ANTIGA

XXIX FESTIVAL INTERNACIONAL DE MÚSICA COLONIAL BRASILEIRA E MÚSICA ANTIGA

O Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, em sua 29ª edição, vai homenagear os 250 anos de morte do grande compositor aragonês José de Nebra, um dos mais importantes compositores dramáticos da península ibérica na primeira metade do século XVIII.
Atuando na corte de Madri e nomeado organista da capela real espanhola, José de Nebra destacou-se na composição de música dramática para os teatros públicos da capital. Em montagem exclusiva para o Festival, o público do evento será contemplado com a rara apresentação de Vendado es amor, no es ciego, uma zarzuela – gênero músico-teatral desenvolvido na Espanha a partir do século XVII, caracterizado por conter partes instrumentais, vocais e declamadas.
Além da homenagem, a edição contará com a apresentação da Orquestra Sesiminas na abertura do evento e com uma programação de concertos noturnos e vespertinos, todos com entrada franca, além de oficinas de instrumentos, canto coral, prática de orquestra, banda sinfônica e de dança barroca, com músicos de referência em suas especialidades. Também integra a programação do Festival o XV Congresso Regional da Federação Nacional de Meninos Cantores do Brasil.

O 29º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga é uma realização da Pró-reitoria de Cultura e do Centro Cultural Pró-Música da Universidade Federal de Juiz de Fora.

Fonte: http://www.promusicaufjf.com.br/festival/index.html

Inscrição: http://www.promusicaufjf.com.br/festival/inscricao.html

segunda-feira, 17 de julho de 2017

28º FESTIVAL INTERNACIONAL DE MÚSICA - JUIZ DE FORA, MG

28º FESTIVAL INTERNACIONAL DE MÚSICA COLONIAL BRASILEIRA E MÚSICA ANTIGA, JUIZ DE FORA, MGDe 23 a 30 de julhoRealização: Centro Cultural Pró-Música de Juiz de Fora
Informações: tel. (32) 3218-0336
http://www.promusicaufjf.com.br/
 CONCERTOS NOTURNOS
CINE-THEATRO CENTRAL - Tel. (32) 3215-1400.23/07    20h00 CONJUNTO ATEMPO. Concerto de abertura. Música da Idade Média.
26/07    2000 QUINTETO VILLA-LOBOS.

27/07    20h00 ARS NOVA – Coral da UFMG
.

28/07    20h00 Espetáculo O ORGANISTA
. Teatro Navegante Companhia de Marionetes.

29/07    20h00 CORAL UFJF
. Brasis em cena.

30/07 20h00 ÓPERA MONTEVERDI
. Concerto de encerramento.

IGREJA DO ROSÁRIO - Tel. (32) 3216-7177.24/07    20h00 MARCO BRESCIA – cravo.

IGREJA SÃO SEBASTIÃO  - Tel. (32) 3215-0630.
25/07    20h00 QUARTETO BH TROMPAS.

CONCERTOS VESPERTINOS

Local a definir.
25/07    18h00 CORAL PRÓ-MÚSICA.

27/07    18h00 CORAL CESAMA.


29/07    18h00 ORQUESTRA SINFÔNICA PRÓ-MÚSICA.








OFICINAS:


domingo, 16 de novembro de 2014

Google libera serviço de música para todos usuários no Brasil

Play Música tem 30 milhões de faixas e permite armazenar acervo pessoal. Até 7 de janeiro, serviço oferece 60 dias de graça e assinatura por R$ 13.

17/11/2014 
Tela inicial do serviço Google Play Música, disponibilizado a todos os usuários nesta segunda (17) (Foto: Reprodução/Google)
Tela inicial do serviço Google Play Música, disponibilizado a todos os usuários nesta segunda (17) (Foto: Reprodução/Google)
O Google liberou nesta segunda-feira (17) seu serviço de música por assinatura para todos os usuários no Brasil. O Google Play Música já estava disponível no país desde setembro, mas apenas para aparelhos da Samsung. Por enquanto, o aplicativo da plataforma segue exclusivo de dispositivos Android (clique aqui).
O Google Play Música tem um acervo de mais de 30 milhões de faixas e funciona como outros serviços do tipo, como Spotify, Deezer e Rdio. Os usuários ouvem músicas por streaming, mas também é possível baixar algumas delas no smartphone ou tablet para ter acesso quando não houver conexão à internet.
O destaque, porém, é a possibilidade de armazenar até 20 mil músicas do acervo pessoal na nuvem. Desse modo, os usuários podem ouvi-las em qualquer dispositivo compatível com o serviço.
O Play Música também conta com curadoria local, formada por listas feitas para o público brasileiro, estações de rádio e recomendações baseadas no histórico do YouTube e de pesquisas no Google, por exemplo. Segundo o Google, artistas nacionais como Valeska Popozuda, Criolo, Paralamas do Sucesso e Arlindo Cruz já têm suas músicas disponíveis na plataforma.
Quem fizer a assinatura do serviço até 7 de janeiro de 2015 tem direito a um período gratuito de teste de 60 dias e à mensalidade promocional de R$ 13. Após essa data, a gratuidade cai para 30 dias e o preço sobe para R$ 15.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Educação Musical encontra vantagens com EaD

Nos últimos anos a educação à distância tem avançado, vencendo aos poucos o preconceito dos educadores mais antigos. No entanto, ainda existem resistências relacionadas não à modalidade, mais aos cursos em si. Alguns cursos, como os de engenharia e os voltados para a área da saúde, exigem aulas práticas presenciais, o que impossibilita seu ingresso na modalidade.
 Todavia, algumas graduações, que normalmente não seriam feitas à distância, adaptam-se ao novo modelo, tornando-se até mesmo, em alguns aspectos, mais efetivas. É o caso da educação musical. O supervisor de Tutoria Virtual da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), André Corrêa, garante que muitos docentes veem vantagens na modalidade.
andre 
André Corrêa teve seu primeiro contato com a EaD ainda na graduação
André teve seu primeiro contato com a educação à distância (EaD) quando ingressou no grupo de iniciação científica,  cujo orientador estava envolvido com pesquisas sobre a EaD. Ele gostou tanto do tema que também realizou seu mestrado na área, focando sua pesquisa no perfil dos professores. Investigou como eles aprenderam a ensinar à distância, suas percepções sobre os cursos e quais adequações tiveram que fazer para atuarem na educação online.
 Na pesquisa constatou que entre os benefícios da EaD na educação musical está o fato do professor focar sua atenção individualmente para cada aluno. “Como o professor avalia cada aluno separadamente o atendimento acaba sendo muito mais minucioso, detalhado. No presencial não dá pra fazer isso, porque o educador está em uma sala com 20 pessoas se apresentando e tem que avaliar todo mundo ao mesmo tempo”, diz.
 Alan Maciel Oscar  também é professor em um curso de EaD. Ele realiza cursos preparatórios de educação musical. “Faço diversos tipos de cursos, voltados para concurso público e provas práticas realizadas no vestibular de música das universidades federais”, diz. Ele destaca outra vantagem da EaD: a utilização de diversos recursos durante as aulas, “acredito que essa característica, inclusive, também tem beneficiado os alunos presenciais, que utilizam os recursos que estão sendo gerados na EaD pelos professores, como vídeos, gravações de áudios e conteúdos disponíveis na net”.
 Todavia, para se adaptar e atuar nesse modelo de ensino, os professores tem que se preparar. “Com a criação da Universidade Aberta do Brasil (UAB) a Ufscar, onde atuo, gastou energia para desenvolver seus professores”, fala André. O supervisor afirma que até então o Brasil não possuía essa cultura, diferentemente dos Estados Unidos e Europa, que já ofereciam Educação Musical à distância, por exemplo. Ele lembra que antes da UAB as universidades já estudavam a EaD, mas uma das primeiras iniciativas práticas na área partiu da UFSCar.
 “Apesar de muitos ainda pensarem que a aula presencial é melhor, a universidade resolveu investir e se preocupou em fazer uma EaD tão boa quanto a presencial”, diz. Hoje, André atua como supervisor dos tutores online do curso de Educação Musical à distância. “A supervisão é essencial porque a disciplina chega a ter mais de 200 alunos, o que exige atenção dos docentes”. No curso, para cada grupo de 30 alunos existe um tutor online. A dinâmica é diferente e possui “entraves maiores que a distância, como pontos burocráticos, legislação e adaptação ao modelo”.
 O aluno chega a ter algumas disciplinas a mais, exigidas pelo MEC e que tem que ser realizadas presencialmente nos pólos, mantidos pela prefeitura. Ele também realiza atividades práticas em casa em todas as disciplinas que envolvem o fazer musical. “O aluno faz a atividade prática e envia o arquivo para o professor, ou leva o material para o pólo”, fala André. Geralmente o tutor passa a peça musical para o aluno, que deve desenvolvê-la e gravá-la em vídeo, para que seja possível realizar a avaliação.
 Processo semelhante ao utilizado por Alan. A diferença é que as atividades práticas são feitas pelos alunos de maneira síncrona. “Eles tocam na hora para mim, sem gravações, para evitar que fiquem refazendo várias vezes as peças. Por isso, o aluno precisa ter uma internet legal, para que o som chegue sem falhas”, conta. Quem acaba gravando as peças é o próprio Alan, que grava alguns pontos a respeito da lição, no entanto, a preferência é pela interação síncrona: “eu toco para os alunos, para que tenham a ideia exata do que eu quero, daí o aluno repete algumas vezes, para que tenha certeza de que ele entendeu”, complementa.
 Alan percebe que a demanda cresce cada vez mais, “os alunos gostam do método e indicam para outros alunos, como atendo muitas pessoas que tentam ingressar no exército, marinha, polícia militar, as indicações se espalham pelos estados”, afirma.
 Para ele hoje já não existem grandes distinções na educação presencial e online, apesar de ter diferenças conceituais. Ele aponta que o diferencial das modalidades é o aluno. “Na educação musical algumas coisas à distância, quando ensinadas, não conseguem se tornar claras para qualquer aluno. Algumas pessoas tem mais dificuldade e um ritmo que se encaixa melhor na aula presencial. O problema maior é o próprio aluno”.
 Professores e alunos da EaD
 André conta que o perfil do aluno que procura o curso à distância de Educação Musical é diferenciado. Enquanto no curso presencial o estudante costuma ser mais jovem o da EaD é mais velho e geralmente são músicos experientes que precisam de uma graduação em licenciatura ou já são formados em outras graduações. “Se na educação presencial os alunos tem 20 anos, na EaD eles tem 20 anos de experiência como músicos”, afirma o supervisor.
 Essa característica permite que os professores explorem melhor esse aluno. Isso porque conseguem avaliar os alunos melhor, já que tem oportunidade de analisar as performances quantas vezes quiserem.
 No caso de Alan o perfil é um pouco diferente, “a idade dos alunos chega a variar, mas em 99% dos casos eles possuem conceitos musicais totalmente distorcidos. O principal é que o aluno tenha disciplina, isso fará com que tenha sucesso nesse tipo de aula”.
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Alan ajuda os alunos a se prepararem para as provas práticas do vestibular e concurso público
Todavia, André aponta que é impossível afirmar qual modalidade é melhor. “Quando você discute isso, na verdade começa a debater a qualidade da educação em si, questões que definem a qualidade da educação, como infraestrutura, por exemplo”.
 Ele também afirma que a tecnologia não garante o sucesso do curso. “É preciso pensar na formação dos professores como um todo. Ponto que deve ser pensado também pelos cursos presencias, já que a tendência é que muitos educadores atuem na EaD no futuro”. Motivo que fez com que a Ufscar desenvolvesse disciplinas específicas sobre EaD nos cursos à distância. “Os professores saem capacitados para atuarem na EaD”, diz André.
 Outro ponto levantado pelo supervisor é que cada vez mais qualquer tipo de curso pode ser desenvolvido na EaD, mas “a EaD não foi feita para sobrepor a educação presencial e não foi feita para qualquer tipo de aluno. O Brasil ainda está muito incipiente quando comparado a outros lugares do mundo”. Ao falar sobre evasão André destaca que ela ocorre principalmente devido a um equívoco dos alunos: “Muitos pensam que as aulas são feitas completamente à distância, mas na verdade é a Universidade que está à distância, o aluno ainda tem que ir aos pólos”. “Alguns alunos não pensam nas aulas presenciais, moram longe dos polos e não tem condições de irem para lá com frequência, consequentemente, acabam desistindo dos cursos”, complementa.
Fonte: http://cloud-ead.programmers.com.br/blog/educacao-musical-encontra-vantagens-com-ead/

sábado, 7 de junho de 2014

25º Festival Internacional de Música - Pró-Música

Chegou o 25º Festival Internacional de Música!

Divirta-se!

25º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga





Tradição, Inovação e Ineditismo

Para celebrar os 25 anos do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) por meio do Centro Cultural Pró-Música reúne nesta edição os conceitos que tornaram o evento reconhecido mundialmente: inovação, ineditismo e investimento na pesquisa, preservação e divulgação da musica. 
 A Orquestra Barroca do Festival materializa esta concepção em seus registros anuais e em seus concertos. O 15º álbum da orquestra traz, pela primeira vez no Brasil, Beethoven interpretado com instrumentos de época. O grupo de conceituados músicos brasileiros e estrangeiros grava a Sinfonia n. 1, op 21, em Dó maior, um desafio mesmo para estes experientes especialistas. O CD contempla, ainda, a Sinfonia n. 40 KV 550, em sol menor, de Mozart, obra canônica do repertório clássico, também em registro inédito no país. O acervo nacional tem espaço com a abertura da ópera “Zaíra” (1816), de Bernardo Souza Queiroz, a mais antiga ópera composta no Brasil cuja partitura sobrevive. 
O maior departamento de música antiga do país que já teve em seus quadros nomes de destaque como Sigiswald Kuijken, este ano recebe mais uma vez o respeitadíssimo cravista holandês Jacques Ogg, além de professores franceses e americanos. Ogg participa também da programação cultural em recital inteiramente dedicado a Carl Phillip Emmanuel Bach, em comemoração aos seus 300 anos de nascimento. Entre os concertos gratuitos do evento estão as apresentações do Helsink Baroque, da Finlândia, do Quinteto Villa-Lobos (RJ), da Orquestra Petrobras Sinfônica (RJ), do Coral Jovem do Estado de São Paulo (SP), da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais e da Orquestra Sesiminas (MG). 
 Em sua face mais acadêmica, o Festival reúne estudiosos para o X Encontro de Musicologia Histórica. O mais longevo e produtivo evento do gênero no Brasil é responsável pela publicação de mais de 150 textos de cem autores nos anais dos encontros. Este ano, o Festival promove também lançamento de dois livros – “Pró-Música 40 anos – Milhares nos palcos, milhões na plateia” e “Anais do 9º Encontro de Musicologia Histórica”, palestras/master classes e exposição de artes plásticas.  
Um dos eventos musicais mais reconhecidos e premiados do país, o Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga não abre mão da tradição aliada à inovação e segue por mais de duas décadas mostrando que a cultura pode estar ao alcance de todos. 

O Pró-Música
Divulgação da boa música, formação de músicos, pesquisa e preservação da produção colonial brasileira e promoção da interpretação da música antiga com instrumentos de época. Estas vertentes resumem em uma frase o trabalho do Centro Cultural Pró-Música. Um conjunto de ações que tornou a cidade de Juiz de Fora (Minas Gerais/Brasil) conhecida como celeiro de bons músicos e capital da música colonial brasileira. Mas, como instituição que efetivamente produz cultura, a atuação do Pró-Música vai muito além destas faces mais conhecidas. Entidade civil sem fins lucrativos, oferece 300 bolsas de estudo com empréstimo de instrumentos em sua escola de artes. Criou e mantém grupos estáveis que abrangem da música erudita, passando pela colonial brasileira e o jazz, à popular. Tem calendário fixo de eventos, com relevância nos meios culturais do Brasil e do exterior, jamais abdicando do eterno trabalho de formação de público. Oferece à cidade uma sala de espetáculos de alto nível, onde realiza promoções próprias e atende às solicitações da comunidade. Credibilidade e prestígio são marcas do Pró-Música, que recebeu a Ordem do Mérito Cultural, reconhecimento da Presidência da República a contribuições para a divulgação da cultura brasileira no país e no exterior. Estas são algumas das razões que justificam a participação de cerca de dez mil inscritos no concurso de criação de um slogan para a entidade, quando da comemoração de seus 30 anos existência. Talvez pelas mesmas razões, entre tantas idéias, a escolhida tenha sido "Pró-Música, símbolo da cultura".
Há três décadas, o Centro Cultural Pró-Música, entidade civil sem fins lucrativos e não vinculada ao poder público, iniciava suas atividades com a realização de um concerto de música erudita por mês. Logo, o trabalho se expandiu com a realização de cursos de instrumentos ministrados por professores trazidos dos grandes centros. Esta vertente teria, ao longo dos anos, um total incentivo gerando atividades como os concursos nacionais de Cordas e de Piano e o Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, evento destacado anualmente pela mídia nacional.
Para realizar estes projetos - que se tornam irradiadores de conhecimentos, possibilidade de troca de experiências e um incentivo ao aprendizado da música - o Pró-Música sempre contou com recursos próprios, parcerias com a iniciativa privada, através de aprovação de projetos por leis de incentivo à cultura (estadual e federal) e apoio do poder público.
A receita do Pró-Música é gerada por suas próprias iniciativas em favor da cultura e se originam, principalmente, da Escola de Artes e da ocupação do Teatro Pró-Música. A escola, tradicional facilitadora do acesso ao ensino da música, tem cerca de 1.500 alunos dos quais 10% recebem bolsas, com empréstimo de instrumentos. O Teatro Pró-Música (Avenida Rio Branco 2329), recentemente reformado, abriga, com excelência, espetáculos de música erudita, mas abre espaço também para a música popular, o teatro e a dança.

Fonte: http://www.promusica.org.br/index_festival2014.php?meio=festival2014/noticia&id_noticia=187

domingo, 25 de maio de 2014

Livros Grátis

Boa dica para o fim de semana e feriado...
Tem muita coisa para escolher. http://www.gutenberg.org/

iBookstore uma página imensa só com livros gratuitos, muitos deles evidentemente parte do Projeto Gutenberg. É possível encontrar por lá a Bíblia Sagrada, livros de Allan Kardec sobre espiritismo, trabalhos de Machado de Assis, o Código de Defesa do Consumidor, títulos com informações jurídicas, manuais de iGadgets e muito mais.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Orquestra de Lixo reciclado



"As pessoas se dão conta que não devemos jogar o lixo tão facilmente.
          E nós não devemos descartar as pessoas tão facilmente."


quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Entrevista Pró Música - Maria Isabel


Documentário/Entrevista com o objetivo de disseminar informações acerca do Pró-Música e de sua influência na Cultura de Juiz de Fora.
Inclui entrevista com sua emérita Diretora-Presidente, Maria Isabel de Sousa Santos.

Pró Música e Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga
Por Zilda Cristina Ventura Fajoses Gonçalves
Em meados de julho, Juiz de Fora/MG acolhe músicos, estudantes, artistas e pesquisadores envolvidos com a  música, enquanto vários apreciadores usufruem dessa integração, para imergir no mundo dos sons em meio concertos, exposições e apresentações – tudo de graça.
Os números: São mais de 30 cursos - e 600 vagas  - para todos os envolvidos com a boa música em aproximadamente 40 concertos de apresentação livre espalhados pela cidade durante os 15 dias de Festival. São 45 professores de todas as partes do mundo ministram cursos de instrumentos antigos e modernos, regência, transcrição e edição de documentos antigos, fabricação e manutenção de instrumentos, coral, prática de orquestras, etc. Mais de 1400 diárias em hotéis para professores, integrantes da orquestra barroca, representantes de outras programações culturais dentre outros.
Diversos músicos, artistas, estudantes e professores, nacionais e internacionais, apresentam-se, ensinam, aprendem, trocam experiências. Livros, gravação de CD´s, pesquisas, gravações e material para internet, teses e dissertações utilizam o Festival como base.
Sempre com apresentações de abertura e encerramentos espetaculares, incluindo aquelas de fechamento dos vários cursos ministrados com os diversos instrumentos.
A programação de concertos e shows diários em vários horários e locais enchem a cidade de sons e beleza, já que não só a música é privilegiada, mas as outras manifestações da arte - melhores manifestações do espírito humano - também estão presentes.
O Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, reconhecido internacionalmente, tombado como Patrimônio Imaterial da cidade, fonte onde desabrocham sonhos e talentos que são reconhecidos internacionalmente.
O Festival é uma tradição na cidade, mas sua realização não seria possível sem o Pró-Música que investe na música e nas artes durante todo o ano, ajudando a todo e qualquer músico, independente de suas condições financeiras, a desabrocharem seus talentos.

Maria Isabel de Souza Santos nasceu em Cataguases, mas em 1952 mudou-se cá, chegando a receber em 1978 o título de Cidadã Honorária de Juiz de Fora devido a sua grande contribuição artística e cultural para nossa cidade.
Sempre esteve envolvida com a cultura, tendo feito apresentações e recitais, além de participar de festividades e comemorações, inclusive em instituições de caridade. Nas rádios locais, conquistou grande público em vários programas semanais, angariando grande audiência com seu piano.
Foi aqui que formou-se em piano no Conservatório Estadual de Música, onde foi professora e criou o Centro Cultural da Juventude, que em dezembro de 1971 tornou-se o Centro Cultural Pró-Música.
O Pró-Música, como é carinhosamente conhecido, já recebeu grandes nomes nacionais e internacionais das artes, principalmente da música, pintura e teatro.
Sua incansável Diretora-Presidente, Maria Isabel de Souza Santos, concedeu-nos graciosamente uma entrevista. 
Partes dos vídeos abaixo serão usados.
http://www.youtube.com/watch?v=eogxSoO8GKo&feature=related - Entrevista com Quinteto e informações sobre Festival.
http://www.youtube.com/watch?v=Mz8of6woYQ8&feature=related – Orquestra Escola Fico Assim Sem Você no Shopping Independência.
Vídeos do 21º Festival – Toquei com o Thiago essas músicas
Cipó Branco de Macaparana - http://www.youtube.com/watch?v=SS8PTp6UsMg
Além do Arco-Íris – O Mágico de Oz - http://www.youtube.com/watch?v=gp6Kw_S1_10
Apresentação Suzuki – Crianças - http://www.youtube.com/watch?v=l8ZKB-9mSVA&feature=related
Vídeos -  As 4 estações
Ensaio para o Concerto Beneficente realizado dia 08/12/2009, na Igreja do Rosário, Juiz de Fora/MG. Solista: Yuri Corrêa Violino 1: Vinicius Faza          /           Violino 2: Rafael Bittencourt Viola: Alfredo Kollarz             /           Cello: Mirele Kollarz Cravo: Cristiane Kollarz