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quinta-feira, 21 de março de 2019

Fajoses Gonçalves

 Noções de Direito Administrativo      Noções de Direito Administrativo


 Sustentabilidade e Urbanismo       Sustentabilidade e Urbanismo 


      Protocolo e Cerimonial



Author:  Gonçalves, Zilda Cristina Ventura Fajoses

 http://proedu.rnp.br/handle/123456789/1611
http://proedu.rnp.br/handle/123456789/1612 e
http://proedu.rnp.br/handle/123456789/1613


Eixos Tecnológicos::Eixos Tecnológicos dos Cursos Técnicos::GESTÃO E NEGÓCIOS        pt_BR

CURSOS TÉCNICOS E CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA:
CURSO TÉCNICO::Técnico em Serviços Públicos

Instituicao Solicitante IFSudeste MG
IFSudesteMG - Instituto Federal de ECT do Sudeste de MG

Instituicao Produtora  UFMT - Universidade Federal de Mato Grosso
Instituicao Validadora UFMT - Universidade Federal de Mato Grosso



sexta-feira, 16 de junho de 2017

Datas e cursos do IBRADEP

Abaixo datas e cursos do IBRADEP para o segundo semestre de 2017.  
Outras informações no site www.ibradep.com.br . Clicar em cursos.

Julho - Brasília
- 10 a 12 - Aperfeiçoamento Gestão em Protocolo e Cerimonial
- 13 e 14 - A Arte de Falar em Público - Mestre de Cerimônias, conduzindo a solenidade

Julho/Agosto - BSB
- 31/07 e 01 a 03/08 - Intensivo Eventos, Cerimonial e Protocolo Nacional e Internacional

Agosto/Setembro - São Paulo
- 28 e 29/08 - Planejamento e Organização de Eventos Empresariais e Governamentais
- 30 e 31/08 e 01/09 - Aperfeiçoamento Gestão em Protocolo e Cerimonial
- 04 e 05/09 - A Arte de Falar em Público - Mestre de Cerimônias, conduzindo a solenidade

Setembro/Outubro - Rio de Janeiro
- 25 e 26/09 - Planejamento e Organização de Eventos Empresariais e Governamentais s
- 27 a 29/09 - Aperfeiçoamento Gestão em Protocolo e Cerimonial
- 02 e 03/10 - A Arte de Falar em Público - Mestre de Cerimônias, conduzindo a solenidade

Novembro - Brasília
- 06 e 07 - Planejamento e Organização de Eventos Empresariais e Governamentais
- 8 a 10 - Aperfeiçoamento Gestão em Protocolo e Cerimonial
- 13 e 14 - A Arte de Falar em Público - Mestre de Cerimônias, conduzindo a solenidade

Dezembro - Brasília
- 05 a 08 - Intensivo Eventos, Cerimonial e Protocolo Nacional e Internacional

Gentilmente enviado por: 

Gilda Fleury Meirelles
Diretora do IBRADEP
Tel: (11) 4153-6436 e (11) 4153-3727




sexta-feira, 20 de novembro de 2015

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Curso Inédito com Palestra Ministro Renato Mosca e Visita ao Palácio do Planalto!

 Cursos

EVENTOS, PROTOCOLO E CERIMONIAL – Normas, Ritos e Pompa

Data: 23 a 26 de novembro de 2015
Local: Hotel Nacional

inscreva-se

Integração com etiqueta empresarial e hábitos e costumes dos povos
Leis, Decretos, regras e normas – Como utilizar

PROGRAMA
  • Conceituação de eventos e quando utilizar.
    • Saber escolher o tipo de evento correto para o alcançar 0 objetvo desejado.
    • Identificar as suas principais características do evento.
    • Criatividade em eventos.
  • Coordenação
    • Definir Comissão Organizadora
    • Definir equipes
    • Funções e atribuições
    • Fluxograma
  • Planejamento do evento
    • Cronograma de atividades
    • Público estratégico
    • Planejamento orçamentário – montagem de planilha
    • Programação do evento
      • Local, data, horário.
      • Intervalos
      • Definição de palestrantes
      • Convite, contratação
      • Escolha do tipo de refeição adequada para cada tipo de evento
      • Análise de cardápio.
    • Convites
      • Impresso e/ou eletrônico
      • Identificar envelopes e papeis adequados para a ocasião
  • Inscrições
    • Eletrônica
    • In loco
    • Planilha
  • Organização
    • Montagem do local do evento e salas de apoio
    • Sala vip – credenciamento
    • Material de apoio
    • Check list – como organizar
  • Cerimonial
    • Normas protocolares
      • Precedência nos eventos – autoridades nacionais e convidados estrangeiros
      • Adequação do Decreto ao tipo de solenidade pretendido – como fazer
      • Lugares em eventos estilo: aberto; plenário; banquete ou reunião
      • Regras para representação.
    • Linguagem protocolar escrita
    • Linguagem protocolar oral
      • A função do Mestre de Cerimônias
      • Erros e acertos
    • Símbolos
      • Bandeira e Hino Nacional, Estados e Municípios
      • Bandeira e Hino de outro País
      • A polêmica com a utilização da Bandeira do MERCOSUL
      • Bandeira de Organismos Internacionais.
    • Implantação da Cerimônia
      • Credenciamento e recepção de convidados
      • Sessão de abertura
      • Registro das autoridades/ nominata
      • Composição da mesa / palco
      • Ordem de pronunciamento
      • Sessão de encerramento.
    • Normas de Etiqueta profissional
      • Normas gerais
      • Adequação dos trajes
    • Normas para recepção de visitas oficiais estrangeiras – hábitos e costumes dos povos
      • Como recepcionar
      • Formas de cumprimento
      • Linguagem oral e gestual – significados de palavras e gestos
      • O mundo dos negócios
        • Pontualidade
        • O uso do cartão de visita
        • Características dos povos
      • Serviço à mesa
      • Como sair de situações constrangedoras.


Gentilmente enviado por: Gilda Fleury [mailto:cursos2015.ibradep@gmail.com] ibradep@ibradep.com.br

terça-feira, 7 de julho de 2015

Na execução do Hino Nacional volta-se para a bandeira?

Tenho presenciado, com muita frequência, em cerimônia cívica a celebração do Hino Nacional Brasileiro voltando-se autoridades e público na direção da Bandeira Nacional. O que na verdade constitui-se um equívoco e violação do Hino Nacional.

Devemos esclarecer, primeiramente, que a lei 5.700/71, que regulamenta a utilização das simbologias nacionais (bandeira, Hino, Selo e  Brasão de Armas da República),  são símbolos que representam a nação Brasileira, a pátria que amamos e respeitamos.
Os símbolos  nacionais são pares, não há precedência e muito menos hierarquia entre eles; todos isoladamente  ou em conjunto são símbolos da nação,  expressando o espírito cívico dos brasileiros.
Portanto, de fato, o ato de voltar-se para a Bandeira nacional no momento do cântico, externa demonstração de uma precedência do símbolo  Bandeira sobre o símbolo Hino, que não existe. Quando cantamos o Hino Nacional brasileiro consideramos que a ação de cantar traduz como homenagem à Pátria e, tendo em vista que nossa Pátria está legitimamente representada pelas autoridades e pelo público, presente ao evento, não vimos sentido em que autoridades e convidados se voltem para a Bandeira,  no momento da execução do Hino.
Vale ressaltar ainda que o Hino Nacional não é um Hino em homenagem à Bandeira. Para homenagear a bandeira, a lei 5.700 reserva a data 19 de novembro, denominada o “Dia da Bandeira” em que o hasteamento se dá precisamente às 12 horas, executando-se o hino à Bandeira.
Contudo, também para contribuição deste equívoco, que se tem praticado por muitos serviços de cerimonial se deva a uma errada interpretação da lei que regulamenta os símbolos nacionais, lei 5.700/91 em seu Art. 25 após estabelecer as hipóteses em que o Hino Nacional  será executado em continência à Bandeira Nacional.
Veja o teor do artigo 25 inciso I e II da lei nº 5.700, de 1º setembro de 1971 que estabelece (6) seis hipóteses de execução do Hino Nacional em continência, que são: a Bandeira Nacional, ao Presidente(a) da República, ao Congresso Nacional Incorporado, ao Supremo Tribunal Federal incorporado, nas Cortesias Internacionais, no hasteamento semanal  obrigatório da Bandeira Nacional nas escolas.
Nota-se que dois são os momentos em que pode ocorrer a execução do Hino Nacional em reverencia à bandeira Nacional. A primeira em continência  (dia da Bandeira) e a segunda na cerimônia cívica semanal dos estabelecimentos de ensino (decreto nº 4.835 de 8 de setembro de 2003).
A lei é taxativa, fixando tais caso como único e em seu parágrafo 2º do mesmo artigo veda a execução do Hino Nacional em continência, fora da previsão ali estabelecido.
É importante também ressaltar que nas cerimônias cívicas em ambientes fechados não há hasteamento ou arriamento da Bandeira, portanto, o Hino Nacional nesses locais não é executado em cerimônia à Bandeira, pois não se deve voltar para os dispositivos de bandeiras. O entendimento equivocado dessa questão, tem propiciado a muitos a preocupação de se voltarem para a Bandeira todas as vezes que o Hino Nacional é executado, o que se deve com frequência alguns cerimonialistas que chegam a ponto de orientar a autoridade para assim proceder, induzindo-a ao erro.
A Pátria, repetimos, é representada pelo público como também pelas autoridades. Assim, ignorar a sua precedência sobre qualquer outra simbologia que venha caracterizar um País, nos  parece uma opção pouco coerente.
Dessa forma, deve-se sempre ter em mente que a única hipótese que se presta continência (ato de referência que manifestado de várias formas pelos militares conforme normas estabelecidas e para o civil pode ser definida como ato do saudante, voltar-se na direção do saudado – Bandeira, Presidente da República, etc) à Bandeira Nacional durante o cântico do Hino Nacional brasileiro é quando a Bandeira é hasteada.
(*) Jânio Moura – publicitário, cerimonialista, pós-graduado em psicologia da educação – diretor da Perfis Marketing Eventos e filiado ao Comitê Nacional do Cerimonial Público.
Fonte: http://www.atribunamt.com.br/2011/09/na-execucao-do-hino-nacional-volta-se-para-a-bandeira/

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Eventos - Protocolo e Cerimonial - A Arte de Falar em Público

ENC: Cursos Brasília - Agosto 2015 | Eventos | Protocolo e Cerimonial | A Arte de Falar em Público
         CURSOS AGOSTO 2015
Local: Brasília/DF  


Dias 16 e 17
- Planejamento e Organização de Eventos Empresariais e Governamentais – 16 horas-aula
  Material – apostila da apresentação em tela, bloco, caneta, pasta e o livro Eventos Seu Negócio Seu Sucesso
  Valor - R$ 2.500,00 por participante. Desconto de 10% para mais de um participante da mesma empresa ou organização públicas
  Trabalhamos com Nota de Empenho. Enviar antes da data de início do curso.

Dias 19, 20 e 21
- Aperfeiçoamento Gestão em Protocolo e Cerimonial – 24 horas-aula
  Material – apostila da apresentação em tela, bloco, caneta, pasta e o livro Protocolo e Cerimonial – Normas, Ritos e Pompa – 4ª Edição
  Valor - R$ 2.900,00 por participante. Desconto de 10% para mais de um participante da mesma empresa ou organização públicas
  Trabalhamos com Nota de Empenho. Enviar antes da data de início do curso.

Dias 24 e 25
- A Arte de Falar em Público – Mestre de Cerimônias, conduzindo a solenidade – 16 horas-aula
 Material – apostila da apresentação em tela, bloco, caneta e pasta
  Valor - R$ 2.700,00 por participante. Desconto de 10% para mais de um participante da mesma empresa ou organização públicas
  Trabalhamos com Nota de Empenho. Enviar antes da data de início do curso.


Incluso em todos os cursos:
- Coffee break – (2 ao dia)
- Almoço

Horário: das 9 às 18 horas

Os cursos serão aplicados, apresentados e ministrados por Gilda Fleury Meirelles, relações públicas, cerimonialista, diretora do IBRADEP e presidente do Conselho Consultivo do CNCP – Comitê Nacional do Cerimonial Público.

Informações e inscrição
Instituto Brasileiro de Desenvolvimento da Comunicação, Capacitação Profissional e Empresarial.
IBRADEP - Gestão da Comunicação
Avenida Dr. Yojiro Takaoka, 4384, Edifício Shopping Service, 7º andar, sala 709 – Alphaville
06541-038 - Santana de Parnaíba - SP
CNPJ nº 07.933.635/0001-90   -   Inscrição Municipal nº 56.822  - SICAF nº 1321052
Telefax: (11) 4153-6436

Preencha a ficha de inscrição e encaminhe para o e-mail: ibradep@ibradep.com.br  ou pelo Telefax: (11) 4153-6436.

 Gentilmente enviado por Cursos Brasília - Tatiana Pellicciotti

quarta-feira, 6 de março de 2013

I Workshop protocolo e cerimonial na organização de eventos - parte prática





PROGRAMAÇÃO

I WORKSHOP
PROTOCOLO E CERIMONIAL NA ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS
Integração entre as fases

Dias 02, 03, 04 e 05 de abril de 2013



1º Dia, 02/04 – parte teórica

<![if !supportLists]>•      <![endif]>Reciclagem sobre as leis, decretos e normas protocolares na organização dos eventos.
<![if !supportLists]>•      <![endif]>Reciclagem sobre as normas e regras para a implantação do evento.

Início da dinâmica

<![if !supportLists]>•      <![endif]>Divisão em grupos
<![if !supportLists]>•      <![endif]>Escolha de dois eventos por grupo
<![if !supportLists]>o   <![endif]>Congresso, Seminário ou Simpósio
<![if !supportLists]>o   <![endif]>Inauguração
<![if !supportLists]>o   <![endif]>Pedra Fundamental
<![if !supportLists]>o   <![endif]>Feira, Salão ou Exposição
<![if !supportLists]>o   <![endif]>Congresso + Feira
<![if !supportLists]>o   <![endif]>Posse e/ou Transmissão de Cargo
<![if !supportLists]>o   <![endif]>Outorga de Títulos e Medalhas
<![if !supportLists]>o   <![endif]>Lançamento de livro ou Noite de Autógrafos
<![if !supportLists]>o   <![endif]>Assinatura de Convênios, Protocolos e Acordos
<![if !supportLists]>o   <![endif]>Comemoração – exemplo: 50 anos da empresa
<![if !supportLists]>o   <![endif]>Lançamento de Produto
<![if !supportLists]>o   <![endif]>Almoço, jantar, coquetel.


2º Dia, 03/04 – parte prática

<![if !supportLists]>•      <![endif]>Explicação sobre a metodologia do workshop
<![if !supportLists]>•      <![endif]>Planejamento estratégico
<![if !supportLists]>o   <![endif]>Divisão de funções / coordenação
<![if !supportLists]>o   <![endif]>Início do projeto
<![if !supportLists]>§  <![endif]>Ações necessárias à organização
<![if !supportLists]>§  <![endif]>Definição de objetivo
<![if !supportLists]>§  <![endif]>Definição de públicos
<![if !supportLists]>§  <![endif]>Estratégias
<![if !supportLists]>o   <![endif]>Montagem da infra-estrutura operacional

<![if !supportLists]>§  <![endif]>Local do evento
<![if !supportLists]>§  <![endif]>Salas paralelas
<![if !supportLists]>§  <![endif]>Equipamentos e material necessário
<![if !supportLists]>§  <![endif]>Logística

3º Dia, 04/04 – parte prática

<![if !supportLists]>o   <![endif]>Final da montagem da infraestrutura operacional
<![if !supportLists]>§  <![endif]>Definição de pessoal
<![if !supportLists]>§  <![endif]>Definição de apoio externo

<![if !supportLists]>•      <![endif]>Implantação do evento
<![if !supportLists]>o   <![endif]>Definição das normas protocolares
<![if !supportLists]>o   <![endif]>Montagem do cerimonial seguindo o estilo do evento.

<![if !supportLists]>•      <![endif]>Brainstorming com cada grupo para revisão final do projeto.


4º Dia, 05/04– apresentação

<![if !supportLists]>•      <![endif]>Explicação sobre a metodologia de apresentação
<![if !supportLists]>•      <![endif]>Apresentação de um trabalho por grupo
<![if !supportLists]>•      <![endif]>Análise, correções e debates



Considerações gerais

<![if !supportLists]>1.    <![endif]>Os participantes serão divididos em grupos de acordo com os interesses das organizações nas quais atuam e sobre o formato dos eventos escolhidos.

<![if !supportLists]>2.    <![endif]>A definição dos grupos será de iniciativa dos participantes.

<![if !supportLists]>3.    <![endif]>O número de participantes por grupo não deverá ultrapassar 4 (quatro) pessoas.

<![if !supportLists]>4.    <![endif]>O IBRADEP fornecerá toda a infraestrutura necessária para a realização do workshop:

<![if !supportLists]>–     <![endif]>Coffee-break – 2 ao dia e almoço nos 4 dias
<![if !supportLists]>–     <![endif]>Pasta, bloco, caneta e apostila
<![if !supportLists]>–     <![endif]>Bancada com computadores
<![if !supportLists]>–     <![endif]>Impressora, papel e cartucho
<![if !supportLists]>–     <![endif]>Sistema de apresentação em tela – data show, som


<![if !supportLists]>–     <![endif]>Técnico de audiovisual e internet em tempo integral
<![if !supportLists]>–     <![endif]>3 (três) profissionais do IBRADEP
<![if !supportLists]>–     <![endif]>A coordenação do workshop será da relações públicas Gilda Fleury Meirelles, diretora do IBRADEP – currículo anexo.
<![if !supportLists]>–     <![endif]>Para a inscrição no workshop será necessário, ao participante, conhecimentos básicos sobre planejamento e organização de eventos, cerimonial e protocolo. Enviar um mini currículo (3 linhas) na inscrição.


DADOS

Data               02, 03, 04 e 05 de abril de 2013

Horário          das 9h00 às 18h00 – carga horária: 32 horas-aula

Local              San Marco Hotel
                        SHS Quadra 05 Bloco “C”
70322-914 – Brasília – DF  
Tel: (55 61) 2103-8484 – Fax (55 61) 2103-8404
Somente para reservas de hospedagem -                                          e-mail: reservas@sanmarco.com.br 

Hospedagem – é da responsabilidade direta de cada participante.

Inscrição por participante:  R$ 3.800,00

Incluído: material de apoio, apostila, coffee-break e almoço.

Não incluído: passagem, traslado, hospedagem e estacionamento.


Solicitamos que o empenho seja enviado por fax antes da data de início do Workshop.


Inscrição, depósito e empenho para:

Instituto Brasileiro de Desenvolvimento da Comunicação, Capacitação Profissional e Empresarial.
IBRADEP - Gestão da Comunicação
Avenida Dr. Yojiro Takaoka, 4384, Edifício Shopping Service, 7º andar, sala 704 - Alphaville
06541-038 - Santana de Parnaíba - SP
CNPJ nº 07.933.635/0001-90   -   Inscrição Municipal nº 56.822  SICAF nº 1321052
Tel.: (11) 4152-8419        Telefax: (11) 4153-6436



FAVOR IDENTIFICAR O DEPÓSITO

Banco 237 – Bradesco S/A
Agência nº 3504-1 – Cerqueira César / SP
Conta Corrente nº 017240-5

Banco 237 – Bradesco S/A
Agência nº 2774-0 – Nova Alphaville
Conta corrente nº 008559-6


CURRÍCULO

Gilda Fleury Meirelles, bacharel em Comunicação Social, com habilitação em relações públicas pela FAAP / SP, Doutor Honoris Causa pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero / SP, MBA pela Universidade Syracuse (USA) e Aberje, consultora, assessora, instrutora e professora de comunicação empresarial, protocolo, cerimonial, eventos e cultura internacional – hábitos e costumes dos povos. Registrada no CONRERP – Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas da 2ª Região; associada da ABRP – Associação Brasileira de Relações Públicas de São Paulo e Membro Honorário da ACONBRAS – Associação dos Cônsules no Brasil.
Foi coordenadora de Comunicação Social da Secretaria da Saúde do Governo do Estado de São Paulo, conselheira do CONRERP – Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas (duas gestões); diretora da ABRP/SP – Associação Brasileira de Relações Públicas (quatro gestões) e coordenadora no Brasil do CIESURP – Centro Interamericano de Estúdios Superiores de Relaciones Públicas y Opinión Pública, da CONFIARP – Confederación Interamericana de Relaciones Públicas.
Recebeu os prêmios “Destaque de Relações Públicas - Setor Governamental”, ABRP/SP; “Idéias em Relações Públicas”, CONRERP/RJ; “Voto de Louvor e Congratulações”, da Câmara Municipal de São Paulo. Em 2002, recebeu o título de Miembro de Honor del Consejo Superior Europeo de Doctores Honoris Causa - CSEDOHC, instituição autorizada e reconhecida pelo Ministério do Interior do Reino da Espanha.
Em 2004, da ABERJE – Associação Brasileira de Comunicação Empresarial o “Prêmio ABERJE 2004 - Rio de Janeiro”, na categoria Eventos Especiais; a “Medalha 50 Anos – Importância e Reconhecimento”, homenagem da ABRP – Associação Brasileira de Relações Públicas de Pernambuco, o “Diploma e Medalha de Honra ao Mérito Consular”, outorgada pela ACONBRAS – Associação dos Cônsules Honorários no Brasil; o Prêmio  “Top of Quality” – Destaque Ano 2010, da Ordem dos Parlamentares do Brasil (2010); a Medalha Tiradentes, e o Título de Cidadã do Estado do Rio de Janeiro, outorgado pela Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (2010).
Autora dos livros “Tudo sobre Eventos”; “Eventos – Seu Negócio, Seu Sucesso”; “Protocolo e Cerimonial - Normas, Ritos e Pompa” (4ª edição); e co-autora do livro “O Negócio é o Seguinte – Hábitos e costumes dos povos e sua influência na vida empresarial”. Articulista de jornais e revistas, do site Ibradep e Aberje; painelista e conferencista em eventos nacionais e internacionais, como 3º Encontro Luso-Afro Brasileiro de Comunicação Social; XXIV Congresso Interamericano de Relações Públicas, Varadero, Cuba; V Foro Internacional de Relações Públicas, Puerto Rico, EUA; I Seminário Profissional sobre Protocolo, Cerimonial e Eventos na América Latina; Congresso Profissional Ibero-Americano de Comunicação Empresarial e Cerimonial; 2º Seminário de Comunicação Social da Justiça Eleitoral, promovido pelo TSE; I, II e III Congresso Profissional Ibero-Americano de Comunicação, Cerimonial e Eventos; entre outros.
Atualmente, é presidente da delegação do Brasil no Consejo Superior Europeo e Iberoamericano de Doctores Honoris Causa (Barcelona, Espanha); professora da pós-graduação em Gestão do Cerimonial da Universidade Caxias do Sul/ RS; da pós-graduação em Planejamento e Organização de Eventos, da FAAP – Faculdade Armando Álvares Penteado/SP; de cursos e do MBA em Gestão da Comunicação Empresarial da ABERJE – Associação Brasileira de Comunicação Empresarial; e de cursos do IBRADEP – Instituto Brasileiro de Desenvolvimento da Comunicação, Capacitação Profissional e Empresarial, do qual é diretora.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

A Gafe para a História

Agora só se fala em gafe. É a nova moda da imprensa. Cobrir a gafe do Lula, a gafe do Bush, a gafe do William Bonner, etc. Pela regra, gafes são deslizes na forma de ações ou palavras impensadas que involuntariamente causam constrangimento ao autor ou às pessoas ao seu redor.
Há um pensador muito interessante que pode lançar luz sobre esse assunto tão atual. Trata-se de Erasmo de Rotterdam, um controverso humanista do século XV e autor de, entre outros livros, “O Elogio da Loucura” e “A Civilidade Pueril”. Este último, menos conhecido, porém um verdadeiro manual bizarro sobre como deve se portar um nobre.
Naquela época a nobreza européia se deparava com um “adversário” à altura, tratava-se da burguesia, uma classe de novos ricos que obtinham seus rendimentos de uma forma não tão honrada para aquele momento, através do comércio.
Quais eram as verdadeiras diferenças entre as pessoas dessas duas classes? Na verdade nenhuma, pelo menos até os nobres, ameaçados, inventarem um batalhão de frescuras, a fim de colocar o novo rico comerciante em situação constrangedora. Qualquer semelhança com a atualidade é mera coincidência, certo?
Porém, lembremos que no século XV as pessoas não tinham lá costumes tão “higiênicos” quanto hoje. Devido a isso, o manual de Erasmo se transforma em um verdadeiro catálogo de humor bizarro aos nossos olhos. Dentre as recomendações do pensador, destacam-se a limpeza dos dentes e o cuidado com os modos à mesa, nada mais correto. O problema é encontrado nos detalhes: “Limpem os dentes, de preferência à moda espanhola, com urina”. Atrativo, não?
À mesa, as coisas não eram nada menos asquerosas: a recomendação era não apoiar-se em apenas uma nádega, pois poderia parecer que o nobre estaria a eliminar gases. Caso realmente os estivesse eliminando, o recomendado era tossir para disfarçar o barulho. Erasmo enfatiza ainda que um verdadeiro nobre não deveria jogar os restos de comida debaixo da mesa.
Temos de cuidar para não julgarmos essas pessoas com os olhos do presente, pois estaríamos cometendo anacronismo. Entretanto, se Erasmo recomendou que não agissem dessa forma, certamente essas atitudes eram comuns para a época.
Enfim, o que podemos trazer desse tempo para o nosso presente? Observamos que desde 500 anos atrás, uma minoria vem se utilizando de normas de etiqueta para se engrandecer e reduzir os outros. Não seria essa atitude uma verdadeira gafe? Se a gafe ocorre quando colocamos os outros em situações constrangedoras, sim. Um verdadeiro paradoxo. Uma atitude muito mais asquerosa do que os corriqueiros modos do século XV.

sábado, 3 de novembro de 2012

Mais sobre Cerimonial e Protocolo - Às vezes, rir é o melhor remédio. :)

Parte do: "Relações Internacionais - Como Receber Reais E Irreais 'O Azar Do Príncipe Consorte'"
"Toda a minha equipe estava ocupada com os retoques finais de decoração, orientando garçons, marcação de lugares, o Governador e Senhora com o Embaixador na mesa da Rainha, os Prefeitos da Capital e de Foz com o Cônsul na do  Príncipe Consorte enquanto eu ficara na do Príncipe Herdeiro, com visão para as duas outras e, até então, tudo correra excepcionalmente bem, muito além do esperado.
No início, após tomarem seus lugares, o Governador se levantaria e, em inglês, faria um brinde à Sua Majestade, desejava longa vida e prosperidade ao Reino, tudo conforme o figurino. Troca de presentes após a sobremesa e seguiríamos para visita à Itaipu.
 
No momento final do brinde, após os  “long live the queen”, “cheers”, “saúde”, “skol” eu vi, à minha esquerda, na mesa com os Prefeitos, o Príncipe curvando-se com o rosto crispado em dor, cuspir o vinho tinto na sua toalha de mesa, retirando-se rapidamente. Maldosamente, imaginei qual impropério ou piada, que havia lhe dito o Greca.

 Sua Majestade o Príncipe Herdeiro (comme il faut), sentaram-se impassíveis e eu pedindo licença à sua Alteza  fui ao encalço de seu pai, imaginando um enfarte, ou algo pior, quando vi que o médico da corte já o estava atendendo e que seu real lábio superior inchava bastante.
Disse-me que uma abelha, dentro de sua taça de vinho, o havia picado.
 
Perguntei se era alérgico, preocupado com a possibilidade de um choque anafilático. Se deveria acionar a ambulância que sempre em casos de visitas de altos dignatários providenciávamos e que ficava de plantão. O médico disse estar tudo bem, que o Príncipe Consorte não regressaria e descansaria por toda tarde. Soube, depois, que desfrutara da piscina enquanto percorríamos a “grande muralha” de Itaipu.
 
Voltei para informar à mesa da Rainha sobre o ocorrido. “Majestade, o Príncipe Henrik está bem, o médico da corte já o atendeu. Ele foi vítima de picada de uma abelha, certamente vinda da ARGENTINA, pois nenhuma brasileira faria algo assim.”
 
Enquanto eu descrevia o ocorrido, o Governador complementou:   “MAJESTADE – CERTAMENTE FOI UMA ABELHA RAINHA” "
Os textos aqui publicados são aqueles que conforme o Regulamento não participaram da edição impressa.

O CNCP não se responsabiliza pelos textos indicados abaixo, nem com as informações contidas nele.
 
10/06/2010: Coisas da Vida
07/06/2010: Formas de Tratamento


Juramento de bandeira e festival de gafes por parte do cerimonial
Por: Jota Cruz - Tribuna Estudantil

Quem viu, deve ter observado o tamanho das contradições e erros 
Incrível! Nunca se aprende. No ano passado a bandeira foi hasteada na praça Eunápio Peltier de Queiroz, cognominada Praça da Bandeira em desrespeito ao patrono fundador da cidade e o restante das celebrações foram acabadas na Praça da Matriz.
Desta vez vejam o que aprontaram: vamos enumerar as gafes.

I – A falta de princípios cívicos ao aplaudirem a execução do Hino Nacional. Não se aplaude a execução do Hino Nacional e nem o Hasteamento da Bandeira é uma gafe tremenda.
II – Os ensaios no local e hora do evento. A cerimônia deveria ter sido ensaiada no dia anterior.

III – As autoridades durante o hasteamento das bandeiras se colocando de frente para o público atrás dos mastros. Quando o correto são as mesmas se posicionarem de frente para as bandeiras e de costas para o público

IV – O mastro mais alto deveria estar no centro, entretanto estava na lateral com a bandeira da Bahia.

V – A Bandeira da Bahia e de Eunápolis, em função do erro anterior, foi hasteada a “meio pau” Só se hasteia bandeiras a meio pau quando é decretado luto oficial pela morte de uma personalidade.

VI – A bandeiras foram arreadas antes das 18 horas. Hasteia-se as 08 e faz o arria às 18 horas.

VII – Colocaram ilhoses na bandeira do Brasil e o desbravador deu um nó cego ao 
amarrar a mesma. Devem ser costurar alças de pano uma em cada canto do lado esquerdo e a adriça é amarrada (com “nó de escota alceado” – com laçada).
VIII - A falta de um script para o mestre de cerimônia anunciar as autoridades, obrigando-o a indagar dos presentes sua identificação.
Vajam que as bandeiras do Estado da Bahia e a de Eunápolis estão há meio pau

Que estas erratas permitam aos nossos alunos definirem as formas corretas de se produzir eventos desta natureza. 
Quando o hasteamento é feito com 3 bandeiras a Bandeira do Brasil fica no centro e a do estado a esquerda (do público) e a município a direita (do público). Obs. O mastro mais alto é o do centro porque o Bandeira Nacional tem sempre que ficar acima das demais só fica no mesmo nível se hasteada com bandeiras de outros países.








Considerações Cris:  

Gafes de Cerimonial: Todos erramos - precisamos ser solidários

Todos erramos, verificar os erros com o intuito de aprender a não repeti-los é uma boa coisa; precisamos ser solidários.

“Antes de criticar o trabalho de um profissional, aprenda a distinguir entre crítica construtiva e crítica destrutiva”. Bruce Stan.

Como já disse, todos erramos, então concentrem-se no que vocês vão lembrar que estava errado para não repetirem, agradecendo por alguém saber tanto a ponto de estar ajudando-os com informações úteis. 

Mas não se esqueçam de ser solidários. :)