terça-feira, 30 de setembro de 2014

Só tem vantagem! Educação a distância beneficia público excluído pelo sistema de ensino presencial

Pais de família, idosos e deficientes encontram na EAD a oportunidade de voltar a estudar

AnteriorA educação a distância vem, cada vez mais, comprovando sua eficácia, especialmente através do grande número de alunos que se inscrevem anualmente em cursos nas mais varias instituições. E os motivos para que a EAD seja a nova menina dos olhos do mercado de educação são vastos — da praticidade à qualidade, o R7 lista agora alguns dos maiores benefícios desta modalidade de ensino. Confira!Próxima
A educação a distância vem, cada vez mais, comprovando sua eficácia, especialmente através do grande número de alunos que se inscrevem anualmente em cursos nas mais varias instituições. E os motivos para que a EAD seja a nova menina dos olhos do mercado de educação são vastos — da praticidade à qualidade, o R7 lista agora alguns dos maiores benefícios desta modalidade de ensino. Confira!

Fonte: http://noticias.r7.com/educacao/fotos/so-tem-vantagem-educacao-a-distancia-beneficia-publico-excluido-pelo-sistema-de-ensino-presencial-28072014#!/foto/1

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Brasileiros colecionam diplomas em MOOCs

Seja por atualização ou por prazer, mais e mais pessoas buscam aprender por meio de aulas on-line de universidades famosas


É como passear por uma grande avenida com as lojas mais famosas do mundo. No lugar das roupas e das joias caras, aulas gratuitas. Grandes grifes como Harvard e o Massachusetts Institute of Technology (MIT), dos Estados Unidos, a École Polytechnique, da França, e outros nomes da Europa colocam seus melhores elencos de professores em contato com uma classe virtual de milhares de alunos. Assim é o fenômeno dos MOOCs Glossário compartilhado de termos de inovação em educação (Cursos On-line Abertos Massivos, na sigla em inglês), que atraem cada vez mais brasileiros em busca de certificados para uma atualização profissional e de meios para satisfazer o simples gosto por aprender algo novo.
Esse novo rumo do ensino só foi possível graças ao avanço da tecnologia em um mundo que é cada vez mais conectado e colaborativo. “Em todos os mercados nos quais a tecnologia entra, ela muda o poder do produtor para o consumidor”, diz Carlos Souza, CEO do Veduca, site brasileiro que oferece MOOCs de universidades nacionais e internacionais. “Por exemplo, isso aconteceu na indústria da música, quando há 15 anos o poder estava nas mãos das gravadoras. A tecnologia entrou, revolucionou o mercado, e hoje o poder está com o consumidor final, que pode ter uma música só, sem ter que ir a uma loja comprar CD. Isso acontece também na indústria do entretenimento, basta olhar para o grande exemplo da Netflix (serviço de TV por internet)”, explica.
Crédito: pogonici/Fotolia.comBrasileiros colecionam diplomas em MOOCs

Para todos os gostos
A facilidade de acesso a aulas on-line e aos MOOCs foi um dos motivos que atraíram a analista de planejamento e controle de produção Amanda Caniatto, 27, desde a época em que cursava Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). “Fiz Engenharia de Produção, que é bem abrangente, e passei a procurar cursos de empreendedorismo. Agora, estou empregada e faço cursos mais por curiosidade, mas sempre busco algo que tenha a acrescentar à minha profissão”, explica. Amanda, que já possui mais de uma dezena de cursos listados em seu perfil na rede social LinkedIn, conta ter começado a apender on-line com material do SENAI e hoje se divide entre cursos mais técnicos, como os sobre Gestão, no site da Fundação Bradesco, as conferências TED, no Veduca, e os MOOCs do Coursera, um dos principais nomes internacionais. “No começo, eu penei um pouco, apesar de ter curso de inglês. É um vocabulário um pouco mais específico e até se adaptar a esse tipo de plataforma é mais difícil. Mas fiz uns dois cursos e comecei a usar sem problema”, diz.
A engenheira não está sozinha. No Brasil, mesmo sem falar português, o Coursera está perto de atingir a marca dos 300 mil estudantes, o que coloca o país como quinto no ranking global, atrás de Estados Unidos, Índia, China e do Reino Unido. “Muitas pessoas não falam inglês e, para elas, estamos produzindo conteúdo local, que deve ser lançado no começo do próximo ano”, diz Stéphanie Durand, executiva do Coursera.
Ainda assim, o Brasil tem um índice de obtenção de certificados verificados considerado alto pelo próprio site, 61%, bem perto dos 65% da média mundial. De acordo com Durand, os conteúdos de negócios, finanças e empreendedorismo lideram os acessos, mas o que diferencia os brasileiros dos demais é o alto número de interessados em música e filosofia.
Tal comportamento também está presente no rival nacional do Coursera, o Veduca, nascido em 2012. No início, o site contava com o formato de curso iniciado pelo MIT nos EUA, que consistia na exibição de aulas gravadas, sem maior interação com o usuário. Mais recentemente, o site começou a estabelecer parcerias com universidades brasileiras, e já no formato MOOCs com questionários e vídeos mais curtos concentrados em um tema específico. Houve uma explosão de acessos, que já chegaram à marca de 6 milhões, com 445 mil usuários registrados (o Veduca abre conteúdo a todos, sem necessidade de login).
Muitos desses seguem o exemplo do analista de sistemas Marcelo Augusto de Carvalho, 45 anos, analista de sistemas. Após concluir ensino técnico regular e começar a trabalhar por vários anos em multinacionais, viu que estava sem plano de carreira, e diz procurar nos MOOCs um meio de “aliviar a frustração” de não ter conseguido terminar um curso de graduação.
“Eu fiz o curso de marketing do Google, um outro do professor Clóvis de Barros, da USP, e outro de biotecnologia, do MIT”, diz Carvalho, que diz adorar informática, mas se interessa em muitas outras coisas. “Ah, desculpa, eu também me inscrevi num curso de Física Básica e estou quase terminando, mas fiquei com dúvida em um conceito e preciso verificar um material que indicaram”, diz ele pouco antes de terminar a conversa com oPorvir. “Tem que saber aproveitar porque abrem um universo que as pessoas nem imaginavam e digo ao meu filho que hoje a tecnologia facilita muito o estudo”.
Maior interação
Atualmente, sites como Coursera e Veduca já testam o envolvimento do usuário no meio das aulas e abrem fóruns para que estudantes possam discutir os temas das aulas, um espaço equivalente a uma praça pública virtual. Mas a aproximação entre instrutor e aluno e a personalização dos cursos tende a avançar num futuro próximo.
O brasileiro Veduca trabalha para oferecer turmas customizadas, que podem ser organizadas, por exemplo, para um determinado grupo de funcionários de uma empresa. “Os alunos vão ver toda a teoria, responder ao quiz e terão de trabalhar de forma colaborativa para elaborar um projeto final”, explica o executivo Carlos Souza.
O Coursera planeja traduzir toda sua plataforma para o Português e, para isso, já desenvolve uma parceria com a Fundação Lemann e conta com um exército de três mil voluntários em sua comunidade que se debruçam sobre os conteúdos do site, o que facilitará também a avaliação aluno-aluno já disponível em outras línguas.
Veja abaixo o ranking de cursos mais procurados por brasileiros 
Veduca:
  1. Capacitação em AdWords – Google – Isabel Furtado e Vince Vader
  2. Ciência Política – USP – Clóvis de Barros Filho
  3. Ética – USP – Clóvis de Barros Filho
  4. Gestão de Projetos – USP – Marly Monteiro de Carvalho e Daniel Capaldo Amaral
  5. Probabilidade & Estatística – USP – Melvin Cymbalista e André Leme Fleury
  6. Física Básica – USP -  Vanderlei Salvador Bagnato
  7. Energias Renováveis – ONUDI – Vários
  8. Eletromagnetismo – USP – Vanderlei Salvador Bagnato
  9. Aprendizagem e Utilização de Plataformas Digitais – UniSEB – Luís Cláudio Dallier Saldanha
  10. Bioenergética – UnB – Fernando Fortes de Valencia
* Dados do primeiro semestre de 2014
Coursera :
  1. Introdução a Finanças – University of Michigan (EUA) – Gautam Kaul
  2. Os Fundamentos da Estratégia de Negócios – University of Virginia – Michael J. Lenox
  3. Pense Melhor: Como Raciocinar e Argumentar –  Duke University (EUA) –  Walter Sinnott-Armstrong e Ram Neta
  4. Modelos de Pensamento  –  University of Michigan (EUA) –  Scott E. Page
  5. Desenvolvimento de Ideias Inovadoras para Novas Empresas: O Primeiro Passo para o Empreendedorismo –  University of Maryland, College Park (EUA) –  James V. Green
  6. Introdução ao Pensamento Matemático –  Stanford University (EUA) - Keith Devlin
  7. Criptografia I –  Stanford University (EUA)  –  Dan Boneh
  8. Teoria de Jogos –  Stanford University e The University of British Columbia (EUA)  – Matthew O. Jackson, Kevin Leyton-Brown e Yoav Shoham
  9. Um guia sobre Comportamento Irracional para Iniciantes –  Duke University (EUA) –  Dan Ariely -
  10. Aprendizagem Automática –  Stanford University (EUA) –  Andrew Ng
Fonte: http://porvir.org/porfazer/brasileiros-colecionam-diplomas-em-moocs/20140815

domingo, 28 de setembro de 2014

Inscrições no Processo Seletivo 2015 começam em 15 de setembro com quase 3 mil vagas

As inscrições para o Processo Seletivo 2015 do IF Sudeste MG começam no próximo dia 15, visando o preenchimento de 2838 vagas em cursos técnicos presenciais, graduação, pós-graduação e especialização técnica, nos câmpus de Bom Sucesso, Barbacena, Juiz de Fora, Muriaé, Rio Pomba, Santos Dumont e São João del-Rei. 
Já os editais de seleção, contendo todas as informações sobre a seleção, serão divulgados a partir do próximo dia 10. Os candidatos poderão se inscrever online, mediante pagamento da taxa que varia de R$ 25 a R$ 60, de acordo com a modalidade escolhida. Candidatos contemplados com isenção de taxa também deverão efetivar a inscrição durante o período.
Novos cursos e forma de seleção
O IF Sudeste MG vai ofertar quatro novos cursos em 2015: Engenharia Metalúrgica, no Câmpus Juiz de Fora; Licenciatura em Educação Física, no Câmpus Rio Pomba; além dos técnicos integrados em Mecânica e Manutenção Metroferroviária, no Câmpus Santos Dumont. A modalidade integrada é inédita nesta unidade e consiste na oferta do curso profissionalizante e Ensino Médio juntos.

Outra novidade é que a seleção para os cursos técnicos a distância (EaD) será feita por meio de sorteio, ou seja, os interessados não precisarão fazer prova objetiva para se candidatar a uma vaga. A inscrição será gratuita e feita pela internet, no período de 3 de novembro a 11 de janeiro de 2015. O edital será lançado no mês de outubro, com 2900 vagas distribuídas em 24 cidades-polo. O sorteio será presencial e está marcado para 8 de fevereiro de 2015.  

Fonte: http://copese.ifsudestemg.edu.br/node/6236

sábado, 27 de setembro de 2014

Coursera estreita laços com Brasil

Em passagem rápida pelo país, Daphne Koller, cofundadora da plataforma, desenhou parcerias com instituições brasileiras


Foi uma visita relâmpago, mas intensa. Em um dia e meio no Brasil, num pitstop entre Inglaterra e EUA, a cofundadora do CourseraDaphne Koller,costurou parcerias para aumentar a penetração de sua plataforma de Moocs entre estudantes brasileiros. A primeira delas é um acordo com a Fundação Lemann para a tradução das legendas dos cursos preferidos dos brasileiros para o português. Mas os amantes dos Moocs no Brasil – e sim, há muitos – podem esperar: vem mais por aí. “Queremos firmar parcerias para aumentar o acesso de estudantes brasileiros no Coursera”, afirmou a professora, que, ao lançar a plataforma há dois anos, se tornou um dos nomes fortes do movimento internacional dos Moocs pelo mundo.
Com 250 mil estudantes na plataforma, o Brasil é um dos países com o maior número de matrículas e está também entre os que mais crescem. E com as legendas em português, a tendência é que esse contingente aumente ainda mais. Os seis primeiros cursos traduzidos já foram definidos (veja a lista completa no fim do texto). “Como grandes usuários da plataforma, os brasileiros estão presentes em todos os tipos de curso, especialmente os de negócios, empreendedorismo, tecnologia da informação e humanidades”, disse Koller ao Porvir.
digitalreflect - Fotofolia.comCoursera terá cursos em português

Por enquanto, a tradução ficará apenas nas legendas e não inclui adaptação de slides e da lista de leitura obrigatória, exercícios e avaliações – o que tornaria o processo muito mais custoso, pontuou Koller. Para fazer o curso, o interessado deve entrar no próprio site do Coursera e se inscrever normalmente (veja passo a passo como se inscrever).No entanto, a literatura requerida abre a possibilidade de instituições brasileiras sugerirem materiais de qualidade em português para que a lista de leitura obrigatória tenha opção para não falantes da língua inglesa. “O Brasil tem instituições de altíssima qualidade que poderiam fazer esse tipo de serviço”, sugeriu Denis Mizne, CEO da Fundação Lemann.
Koller ainda não fala sobre se ou quais universidades brasileiras poderão participar da plataforma, como já fazem mais de 100 ao redor do mundo. Mas ela diz que muitas parcerias são possíveis e cita o exemplo do portal chinês Coursera Zone, feito com a empresa chinesa de internet NetEase para ajudar a romper a barreira linguística dos estudantes chineses. O ambiente virtual traz fóruns de discussão, depoimentos, além de sinopses de cursos e orientações sobre a plataforma em chinês.
Além da barreira linguística, que o Coursera tem tentado romper com parcerias locais, outro grande desafio que enfrenta é o acesso à internet em regiões menos favorecidas do planeta. “Não somos nós que vamos resolver sozinhos essa questão de infraestrutura, mas já há iniciativas que trabalham com isso. Na Índia, existe um projeto que vai prover internet banda larga no país de forma que todas as vilas fiquem a uma distância razoável de um lugar que tenha acesso à internet”, citou a especialista.
Enquanto iniciativas como essa não acontecem de maneira consistente em todas as regiões do mundo, o Coursera iniciou um projeto de hubs presenciais. A plataforma faz parcerias com organizações locais de áreas em que pessoas tenham dificuldade de ter acesso à internet. Esses espaços combinam horários com seus frequentadores para debater determinadas aulas. Um facilitador, que pode ser um professor da área ou um aluno da região que tenha completado o curso com sucesso, faz uma discussão orientada sobre a aula.
Futuro diferente
Todas essas possibilidades trazidas pelos Moocs, acredita Koller, levam a uma reflexão sobre a educação superior. O principal público do Coursera, por exemplo, é formado por pessoas que já têm um diploma universitário. “Esses alunos precisam buscar uma formação porque o diploma que conseguiram há 20 anos não responde mais às demandas de mercado hoje”, afirmou ela, que completou, brincando: “Se você dormisse em uma sala de aula há 400 anos e acordasse hoje, você saberia exatamente onde está. Se você dormisse em um hospital ou em qualquer outro lugar isso não aconteceria”.
Ainda sobre espaço físico, seu palpite é que uma remodelação vai se mostrar necessária. “Se você é um dono de universidade e está construindo um auditório de 450 lugares, eu acho que você deveria repensar isso. Não necessariamente o tamanho, mas esse espaço deve permitir interações pessoais, trabalhos em grupo”, sugeriu a professora. Ela mesma como professora diz preferir ambientes mais planos para suas aulas para garantir que a troca entre pares ocorra sem obstáculos físicos.
Koller cita também os benefícios que o uso de dados pode trazer ao ensino. Hoje, no Coursera, os “rastros” que os alunos deixam na plataforma podem ser analisados pela universidade que promove o curso a fim de que a instituição possa melhorar seus métodos. Elas conseguem saber que atividades são mais apreciadas, quais as que têm maior taxa de abandono, que exercícios os alunos erram mais frequentemente. “As universidades podem estudar os dados dos alunos e melhorar seus processos de aprendizagem”, afirma a professora.
Confira os cursos que terão legendas produzidas pela Fundação Lemann.


http://porvir.org/porcriar/coursera-estreita-lacos-brasil/20140410Fonte: 

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Inglês de graça com aulas de 3 minutos online

Site ensina inglês de graça com aulas de 3 minutos


Plataforma Você Aprende Agora, reúne 618 vídeos curtos com conteúdos que vão do nível básico ao avançado

A contagem regressiva para a Copa do Mundo pode ser um bom motivo para decidir estudar outros idiomas, afinal, o taxista precisará entender o destino de seu passageiro, o garçom terá de anotar o pedido do cliente e outros tantos profissionais terão de interagir com o público em inglês. Para quem não tem nem tempo nem dinheiro para dedicar ao ensino da língua, o curso online desenvolvido pelo professor Felipe Dib pode ser uma alternativa. Com vídeos de 3 minutos, o site Você Aprende Agora reúne 618 aulas de inglês, todas gratuitas e dadas pelo empreendedor, do nível básico ao fluente.
Dib sempre teve dificuldades para aprender inglês em cursos de idiomas tradicionais. Após experiências frustradas, decidiu fazer um intercâmbio e ir para a Nova Zelândia aprender na prática. Quando voltou ao país, cursou pós-graduação em ensino e aprendizado de língua inglesa e passou a dar aulas em Campo Grande (MS). A ideia de gravar vídeos ensinando inglês surgiu em 2011 após o professor sofrer dois acidentes de carro em um curto espaço de tempo. “Foi a forma que eu encontrei para agradecer a Deus por ter sobrevivido aos acidentes”, explicou. A partir daí, ele começou a gravar aulas em casa e disponibilizar o material de forma gratuita no Youtube. Em março de 2013, os vídeos migraram para o site atual do curso. 
wowomnom / Fotolia.comPlataforma Você Aprende Agora, reúne 618 vídeos curtos com conteúdos que vão do nível básico ao avançado
No Você Aprende Agora, o aluno pode acessar os vídeos por uma sequência ou selecionar o tema que deseja ver, como modal verbs, prepositions e tag questions. Às vezes, o foco da aula não é uma questão gramatical. Em um vídeo, por exemplo, Dib fala sobre a Copa do Mundo 2014 e lembra da primeira vez que o Brasil foi escolhido para sediar o evento.
Todas as aulas são disponibilizadas de forma gratuita. No entanto, se o usuário quiser treinar os conhecimentos adquiridos e fazer exercícios, deve optar por um dos quatro planos de pagamento existentes no site. Os valores variam de acordo com a quantidade de exercícios que o aluno quiser contratar. No plano mais simples, para ter direito a resolver 50 exercícios, o usuário deverá desembolsar R$49. No maior plano, de R$389 (parceláveis em seis vezes), o estudante tem direito a fazer 1.000 exercícios, ter uma hora de aula particular com Dib por Skype e ainda recebe um certificado emitido pelo Institute of Education, uma entidade de ensino e pesquisa da Universidade de Londres.
A metodologia desenvolvida por Dib possui foco na abordagem comunicativa, um método de ensino voltado para a comunicação. Nesse formato, o aluno aprende termos e atividades cotidianas que o auxiliam na interação com outros falantes da língua. Nos primeiros vídeos, por exemplo, ele ensina expressões usadas para iniciar um diálogo. “A nossa metodologia prevê que o usuário dedique dez minutos para cada aula. Primeiro, ele entende; depois, ele repete e escreve os conceitos da aula. ” O desenvolvimento do usuário também pode ser acompanhado ao longo do curso. É possível saber quando a pessoa se cadastrou, o número de exercícios que ela fez, quantos estavam corretos e a barra de progressão individual em cada módulo.
Para desenvolver a plataforma, Dib utilizou recursos de gamificação. A intenção era tornar o curso mais atraente e fazer com que o usuário completasse todas as aulas. Além de receber pontos pelas atividades que fez, conforme o aluno assiste às aulas, ele acumula pontos que o classificam dentro de um ranking de usuários. No entanto, ele só tem acesso à pontuação dos colocados que têm um desempenho próximo ao dele. “Antes a gente apresentava os 20 melhores, mas eu percebi que isso estava desencorajando os alunos”, contou Dib.
A maioria dos usuários cadastrados no Você Aprende Agora são brasileiros. Porém, segundo o professor, existem acessos de residentes em outros países, como Portugal, Estados Unidos, Irlanda e Japão. De olho nos usuários que falam em espanhol e precisam aprender inglês, há um mês, Dib lançou oTú Aprendes Ahora, que é uma versão da plataforma em que, em vez de português, as explicações são dadas em espanhol. De acordo com ele, a intenção é conseguir atender a demanda de alunos da América Latina.
Fonte: http://porvir.org/porcriar/site-ensina-ingles-de-graca-aulas-de-3-minutos/20140311

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Lógica - exercite o cérebro



Lógica - do Blog mais:  Ai vai um pequeno desafio para se cérebro.
Em relação a um código de 5 letras, sabe-se que o código
– CLAVE não possui letras em comum;
– LUVRA possui uma letra em comum, que está na posição correta;
– TUVCA possui duas letras em comum, uma na posição correta e a outra não;
– LUTRE possui duas letras em comum, ambas na posição correta.
Numerando, da esquerda para a direita, as letras do código com 1, 2, 3, 4 e 5, as informações dadas são suficientes para determinar, no máximo, as letras em
a) 1 e 2.
b) 2 e 3.
c) 1, 2 e 3.
d) 1, 3 e 4.
e) 2, 3 e 4.

A resposta estará aqui depois de um dia de publicado, por enquanto dê sua resposta nos comentários!
Fonte: http://blogmais.org/2012/02/02/desafios-de-logica-determine-as-letras/
Passe o mouse para ver a resposta: Resposta: As letras são U e T e os numero são 2 e 3.

Para postar IFET em 25 de setembro

http://img.xmensagens.com/garfield/57.gif
Um aparte...
Revejam/refaçam tudo o que você não conseguiram a maior nota das semanas anteriores (Glossário, Questionários, tudo). Na "pior" das hipóteses, vai ser uma ótima forma de estudar. :)
Lembre-se:  Estou torcendo por você!
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjGAGp72K8Khfhf9_skFHrAoSCH6H1my7BsTwIPT8r-L9ZVhSaPWkxKbbwph3PeWoy_rcBIo1FnhrUkz3rbfFjbf6VazTvbFVNgp265_06HJ5tAUWADFptJmaG-ZXzWG3dkn1z7_6YIIfIs/s1600/TORCER+BB.jpeg(Matthaus  "falando"   ' Força!' pra vocês. :) )
http://www.orkugifs.com/images/toda-sorte-do-mundo-pra-voce!_4274.gif
 Ele tentou imitar
o gato aí do lado, mas já deu para perceber que não deu muito certo. :) Mas o desejo é sincero!! ;)
http://images.paraorkut.com/img/recados/Garfield_536740463_ga010.jpghttps://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj60OwX-MU-f109k5_CKSCweOckHcNWpUTWroEOc_vd8FoKMX4lW4kAN-F5nRJfyBsAH88MNWIgy0cwnhYzoTFPCecKRPypWkavvYfKXGnTZu0VqwfNppPhZGGp9lU4P0o6NeycK_AgRizH/s320/garfield35tchau.gif

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Alunos aprendem inglês com idosos americanos

Projeto do CNA promove intercâmbio entre culturas e oferece a oportunidade do estudante participar de uma conversa real
De um lado, estudantes brasileiros que desejam treinar o inglês. Do outro, idosos americanos que buscam alguém para conversar. Entre eles, apenas uma ferramenta de videochat, que permite a comunicação à distância pela internet. Com essa proposta, o vídeo de divulgação do projeto Speaking Exchange, da rede de escolas de idiomas CNA, já alcançou mais de 900.000 visualizações no YouTube em apenas uma semana. Além de auxiliar no desenvolvimento de habilidades orais do idioma, a ação que chamou atenção na internet também pode incluir outras experiências interessantes.
O projeto-piloto do Speaking Exchange foi realizado com a participação de 30 alunos do nível avançado da unidade do CNA Liberdade, localizado na região central de São Paulo, e 12 idosos da casa de repouso Windsor Park, em Chicago. De acordo com Luciana Fortuna, diretora de marketing do CNA, o objetivo da ação era unir os conhecimentos que são apresentados em sala de aula ao dia a dia dos alunos. “A troca de experiências, entre estudantes brasileiros que praticam o inglês e idosos americanos, estabelece um relacionamento que ultrapassa as barreiras geográficas e de linguagem, agregando valor à vida dos participantes.”
Kristin Gründler / Fotolia.com

“Por mais que a gente simule [um diálogo] na sala de aula, alunos e professores partilham o mesmo background”, explicou Marcelo Barros, diretor de educação do CNA. Segundo ele, quando o estudante tem uma experiência real de diálogo, ele conversa com um estrangeiro que está inserido em um contexto sociocultural bastante diferente do seu. “O mais interessante disso é que, durante a conversa, podem existir falhas de comunicação e, para serem entendidos, eles precisaram repetir ou parafrasear.”
Os diálogos entre os alunos e os idosos são gravados e publicados como vídeos privados no YouTube. Assistindo ao material, junto com os estudantes, os professores podem avaliar o desempenho e conseguem apontar alguns erros. De acordo com Barros, a intenção não é corrigir exatamente tudo, mas o que atrapalha no processo comunicativo. “Os alunos tendem a cometer sempre os mesmos erros, nos mesmo lugares. Com essa ferramenta, é possível mostrar onde estão os erros, evitando que eles se repitam outras vezes”, contou Barros.
“No começo, existe uma certa insegurança dos alunos, mas como os interlocutores são tão receptivos e os brasileiros possuem uma característica natural de serem persistentes, essa experiência acaba se tornando bastante positiva”, avaliou o diretor de educação.
Reprodução

Além de adquirir mais fluência no idioma, Barros afirma que o projeto pode incluir outras aprendizagens e conhecimentos. “Aprender sobre uma outra cultura amplia a dimensão de mundo”, pontuou, exemplificando que, ao manter uma conversa com um idoso de Chicago, provavelmente o aluno vai se interessar em buscar mais informações sobre o local, o clima e a cultura da região. Outro aspecto considerado por ele é a possibilidade de entrar em contato com os idosos, desenvolver empatia, aprender a valorizar essa faixa etária e criar laços afetivos, culturais e educacionais.
Durante as conversas, os idosos também podem atuar como verdadeiros professores de inglês nativos. No vídeo é possível ver uma das alunas contando para uma senhora quantos anos o seu irmão tem. Com delicadeza, a mulher sugere para a menina a forma correta que ela deveria ter formulado aquela frase.
Segundo a diretora de marketing do CNA, após os resultados alcançados com a etapa-piloto, a partir de agora o projeto entra em fase de implementação. A ideia é que o Speaking Exchange possa ser utilizado nas 580 unidades de todo o país. “Os nossos alunos, de fato, conseguiram desenvolver conversas interessantes com os idosos, utilizando o inglês que aprenderam em sala de aula”, afirmou.
Fonte: http://porvir.org/porfazer/alunos-aprendem-ingles-idosos-americanos/20140514