quinta-feira, 3 de abril de 2014

O computador como parceiro: vem aí a interação ampliada


O computador como parceiro: vem aí a interação aprimorada
Tela do Whyline, uma ferramenta de debug que permite aos programadores a inserção de questões sobre a saída apresentada pelos seus programas.[Imagem: Margaret Burnett]
Trabalhar com humanos
"Eu adoro trabalhar com humanos e tenho relações muito estimulantes com eles." As palavras são docomputador HAL 9000. No filme2010, o computador é novamente responsável por controlar a nave que tenta esclarecer o que deu errado na missão de 2001: Uma Odisseia no Espaço.
A menos de dois meses de 2010, parece que a ficção está bem à frente da realidade. Mas pesquisadores da Universidade do Oregon, nos Estados Unidos, parecem dispostos a tirar um pouco desse atraso.
Interação aprimorada
Os cientistas estão desenvolvendo o conceito de "interação ampliada," segundo a qual os computadores terão "vontade" de se comunicar com os humanos, aprender com eles e conhecer cada usuário como um indivíduo, com seus gostos e preferências.
Por trás dessa interação humano-computador mais cheia de significados está um dos últimos avanços no campo do aprendizado de máquina e da inteligência artificial.
A ideia é que o computador não se limite a aprender a partir de seus erros e de sua experiência - ele deverá ouvir o usuário e tentar combinar o que ele "ouve" com suas próprias "computações" internas para alterar seus programas de forma a completar suas tarefas de forma mais eficiente e mais agradável aos usuários.
Como falar com o computador
O desafio começa com a constatação de que "falar" com um computador - algo como dar-lhe um feedback - está longe de ser uma tarefa trivial.
Por isso, os pesquisadores estão se concentrando no desenvolvimento de ferramentas que permitam que um usuário não-especializado seja capaz de explicar diretamente ao computador qual falha ele, o computador, cometeu e por quê.
"Há limites para o que o computador pode fazer com base unicamente em suas observações e no aprendizado a partir de tarefas similares executadas anteriormente," explica a Dra. Margaret Burnett. "O computador precisa entender não apenas o que ele fez certo ou errado, mas por quê. E, para isso, ele precisa interagir com os humanos e efetuar alterações contínuas em sua própria programação, com base nos feedbacks que receber."
Além das respostas binárias
Um sistema no qual o computador aprende pela experiência é o filtro de mensagens indesejadas (spam) dos leitores de email. Os sistemas das lojas virtuais, que tentam recomendar produtos ao internauta com base nas suas compras anteriores e nos produtos que ele procura também funciona assim.
Esses sistemas funcionam com base em vários tipos de lógica, que incluem a estatística de palavras, regras de configuração, similaridades etc. Mas mesmo os sistemas mais avançados somente permitem que o usuário diga ao computador se ele está certo ou errado - esta mensagem é spam ou não éspam, tenho ou não interesse nesse produto, por exemplo.
Os programas não possuem sofisticação suficiente para que o usuário responda qualquer coisa parecida como "mais ou menos," "agora não," ou que simplesmente dê uma razão para o erro de avaliação do sistema.
"Em casos assim, nós queremos desenvolver algoritmos que permitam ao usuário perguntar ao computador porque ele fez algo, ler sua resposta e então explicar a ele as razões do erro," explica Weng-Keen Wong, outro membro da equipe. "Isso é como debugar um programa. Idealmente, o computador irá levar a resposta em conta e mudar sua programação para fazer melhor no futuro."
Personalização das interfaces
O mesmo enfoque está sendo adotado na personalização da interface do computador. Os sistemas operacionais apresentam sua interface de acordo com o usuário que logou em cada máquina, mas cada usuário deve alterar manualmente sua interface se quiser que ela atenda às suas necessidades.
"Cada um de nós tem experiências de vida muito particulares, preferências pessoais, formas de fazer as coisas, diferentes tipos de trabalho," diz Burnett. "Para que o aprendizado de máquina atinja todo o seu potencial, o computador e o usuário deverão interagir de forma muito mais significativa."
O maior desafio que os cientistas da computação estão encontrando é a criação de sistemas interativos que sejam fáceis de operar. Afinal, seu objetivo é que os novos sistemas sejam usados por usuários comuns, e não por programadores de computador.
Livrando-se dos professores ruins
Outro detalhe mencionado pelos pesquisadores é que os humanos nem sempre são os mestres. Em um estudo encerrado recentemente, os usuários discordaram de algo que o computador havia feito em 28% das vezes. Em cerca de um quarto desses casos, o computador estava de fato certo e o usuário estava errado.
Isso complica ainda mais as coisas, uma vez que o aprendizado precisa ser uma via de mão-dupla - um usuário teimoso pode simplesmente querer que o computador aprenda algo que está de fato errado, o que não resultará em benefícios para nenhum deles.
Computadores mais úteis
A era dos humanos como observadores passivos no campo da inteligência artificial, afirmam os cientistas, pode estar chegando ao fim.
"No futuro, nós acreditamos que os computadores deverão funcionar como um parceiro," afirma Burnett. "Você ajudará a ensiná-lo, ele aprenderá a conhecê-los, vocês aprenderão um do outro e, desta forma, o computador se tornará mais útil."
Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=computador-como-parceiro-interacao-ampliada&id=010150091112

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Open Education Week 2014

A primeira atividade do grupo de trabalho ABED ABERTA é a sua participação na Open Education Week 2014, evento online global promovido pelo OpenCourseWare Consortium que acontece de 10 a 15 de março de 2014. O Grupo ABED ABERTA participa com dois fóruns de discussão online assíncronos (um para a educação básica e outro para a educação superior) intitulados: ‘Rumo à Educação Aberta no Brasil com REA e EAD: oportunidades e desafios’. Os fóruns de discussão são abertos à participação de todos de 11 a 13 de março de 2014, por meio do website do evento: http://www.openeducationweek.org/online-discussions/

ABED cria grupo ABED ABERTA e realiza discussão nacional sobre educação aberta na Open Education Week 2014
A Educação Aberta é um dos temas mais discutidos sobre educação internacionalmente na atualidade. Pode-se definir como educação aberta as práticas que caracterizam a abertura do acesso ao conhecimento, das formas de aprender, das tecnologias de aprendizagem, dos sistemas de ensino, dos modelos de gestão educacional, de liderança e certificação.

Parte integrante da Educação Aberta são os REA (Recursos Educacionais Abertos), materiais de ensino, aprendizagem e pesquisa, em qualquer formato ou mídia, licenciados de forma a permitir seu reuso, adaptação e compartilhamento por terceiros. Desde 2006 a ABED divulga os REA e a Educação Aberta. O Prof. Fredric Litto, em 2006 escreveu sobre conteúdo aberto e em 2009, a publicação do livro da 'Educação a Distância: o Estado da Arte vol.1', ABED – Pearson Education, que ganhou o Premio Jabuti, trouxe na sétima parte capítulos sobre o conceito de abertura em EAD, a Universidade Aberta do Brasil, REA, aprendizagem por meio de bibliotecas digitais e virtuais e repositórios digitais e virtuais, escritos por Andreia Inamorato dos Santos, Ronaldo Mota, Fredric Litto, Ana Paula Leite de Camargo e Ana Cristina Nascimento, respectivamente.

Desde então, no Brasil, já despontavam traços de um tema que tao logo seria destaque internacional – a Educação Aberta.
Para expandir a discussão do tema no Brasil e acompanhar as tendências internacionais, a ABED cria o grupo de trabalho ABED ABERTA. Para coordenador o grupo, a ABED convidou a Dra Andreia Inamorato, pesquisadora internacional na área de educação aberta, REA e EAD. “O grupo pretende envolver a participação de professores da educação básica e superior, pesquisadores, estudantes, gestores educacionais, editoras, secretarias de educação, entidades sem fins lucrativos e instituições privadas”, diz Andreia. “O objetivo é ter a participação coletiva e representativa de vários atores sociais para ser um grupo de trabalho com legitimidade, representatividade e metas, e que possa promover discussões sobre as prioridades educacionais no Brasil no que tange à educação aberta”, afirma a pesquisadora.

Os fóruns contarão com a participação e moderação de professores e pesquisadores em REA e EAD de vários  estados e instituições brasileiras:

Fórum de Educação Básica:


Moderadores
·         Cláudio Kirner   (Universidade  Federal de Itajubá, Minas Gerais)                                                           
·         Cristiana Mattos Assumpção (Colégio Bandeirantes – São Paulo)
·         Paula Ugalde ( Telecentro Info.com e Comunidade REA Brasil, Rio Grande do Sul)
·         Francisco Velasquez (Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro)
·         Coordenação: Andreia Inamorato 
 
Forum de Educação Superior:

Moderadores
·         Giselle Ferreira (Universidade Estácio de Sá, Rio de Janeiro )
·         Itana Maria Gimenes (Universidade Estadual de Maringá, Paraná)
·         Maurício Aguilar Molina (Universidade Federal de Juiz de Fora, Minas Gerais )
·         Airton Zancanaro (Universidade Federal de Santa Catarina, Santa Catarina)
·         Coordenação: Andreia Inamorato 
 
As perguntas norteadoras das discussões são relacionadas a uma gama de questões, do educador ao estudante, da instituição às políticas públicas.  Algumas perguntas, por exemplo, são: "O caminho para MOOCs no Brasil é a tradução de MOOCs estrangeiros" (verdadeiro ou falso?), Quais as possibilidades de reconhecimento  formal dos certificados obtidos por meio da participação em opencourseware ou MOOCs?, Como incentivar a produção e uso de REA em universidades públicas e privadas?, Como trabalhar a formação de professores nesse contexto?

Ao final da Open Education Week o grupo de trabalho ABED ABERTA publicará um resumo crítico das discussões no site da ABED.
 
Contato: Andreia Inamorato, Coordenadora do Grupo ABED ABERTA – ainamorato@gmail.com

http://www.abed.org.br/informe_digital/529.htm

Web 2.0 - TIC´s na Educação Ensino Presencial e a Distância: Estão abertas inscrições para Curso à Distância de...

Web 2.0 - TIC´s na Educação Ensino Presencial e a Distância: Estão abertas inscrições para Curso à Distância de...:     Estão abertas as inscrições para o curso geral de Propriedade intelectual à distância. Uma oportunidade de se qualificar gratuitamente,...

Vírus para celulares completam 10 anos; relembre a história



Proteção 
Quem já é experiente no mundo da tecnologia não precisa das dicas a seguir, mas é sempre válido relembrá-las: 

- Confira a reputação dos apps que você baixa e as permissões que ele solicita na hora de instalação 
- Prefira as lojas oficiais na hora de fazer downloads de aplicativos
- Utilize senhas fortes para proteção de dispositivo e perfis (confira aqui algumas dicas para criar uma senha forte e fácil de lembrar) 
- Evite acessar links estranhos que chegam por e-mail, SMS ou mensageiros 
- Evite conectar o dispositivo a redes Wi-Fi públicas e tome cuidado com redes compartilhadas
A empresa revela que a primeira ameaça para celulares da história se chamava SymbOS.Cabir e, como indica o nome, era voltado para o Symbian. Depois de infectar um aparelho, o malware procurava outros celulares próximos por Bluetooth e tentava roubar dados pessoais do usuário e infectar arquivos. Ele também substituía ícones do dispositivo por uma caveira e, por isso, ficou conhecido como Skull., além de alterar arquivos do sistema para inutilizar o dispositivo. 

Já em 2005 surgiu o SymbOS.CommWarrior.A, capaz de enviar mensagens MMS, com conteúdo multimídia, para vários contatos. No ano seguinte, surgiu o Trojan.RedBrowser.A, que começou a usar SMS para se espalhar, e conseguia infectar outros sistemas. 

Ameaças financeiras, adwares e spywares 
De acordo com a Symantec, o primeiro software malicioso a mirar o segmento financeiro surgiu também em 2004 como uma versão adulterada de um jogo chamado Mosquito. Com o nome Trojan.Mos, ele enviava SMS com notícias, jogos e propagandas, e o usuário recebia a cobrança a cada mensagem recebida. 

A empresa também cita que adwares (publicidade indesejada e invasiva) e spywares (softwares que monitoram o uso do dispositivo) surgiram não muito tempo depois. Em 2006, o Spyware.FlyxiSpy ficou conhecido como a forma mais eficiente de vigiar o que outra pessoa fazia no celular, principalmente os cônjuges. 

Em 2010 surgiu o SymbOS.ZeusMitmo, uma resposta aos novos sistemas de segurança do Internet Banking. Ele encaminhava por SMS informações bancárias sobre as transações do aparelho comprometido para os cibercriminosos. 

Chegada do Android 
A popularidade do Android e a difusão dos smartphones revolucionou também a indústria de malwares móveis. Os cibercriminosos passaram a apostar em engenharia social para infectar os usuários de formas mais inteligentes. As ameaças mais comuns são conhecidas pelo nome Android.Geinmi e Android.Rootcager. 

O nome pode ser diferente, mas o modo de infecção e o objetivo são semelhantes. Eles se disfarçam de aplicativos originais e são distribuídos por fora do Google Play com o objetivo de roubar informações para ter ganhos financeiros. 

O iOS, da Apple, também é alvo, mas devido às restrições do sistema, é mais difícil infectá-lo. Normalmente, o usuário precisa fazer o jailbreak para instalar apps não reconhecidos pela fabricante, o que dificulta bastante a invasão. 

Há dez anos, nos idos de 2004, o mundo da tecnologia via o nascimento de uma nova modalidade de golpes que viria se tornar um padrão uma década depois. Foi o nascimento das ameaças móveis, segundo a empresa de segurança Symantec. 

Proteção 
Quem já é experiente no mundo da tecnologia não precisa das dicas a seguir, mas é sempre válido relembrá-las: 

- Confira a reputação dos apps que você baixa e as permissões que ele solicita na hora de instalação 
- Prefira as lojas oficiais na hora de fazer downloads de aplicativos
- Utilize senhas fortes para proteção de dispositivo e perfis (confira aqui algumas dicas para criar uma senha forte e fácil de lembrar) 
- Evite acessar links estranhos que chegam por e-mail, SMS ou mensageiros 
- Evite conectar o dispositivo a redes Wi-Fi públicas e tome cuidado com redes compartilhadas


terça-feira, 1 de abril de 2014

Especialista diz em conferência que educação digital é necessidade

Vice-presidente e gerente geral de educação da Enciclopédia Britânica, Michael Ross, apresentou um panorama sobre tecnologia e educação

O vice-presidente e gerente geral de educação da Enciclopédia Britânica, Michael Ross, apresentou um panorama sobre tecnologia e educação durante a Contec 2014, em São Paulo. A conferência, uma realização da Feira do Livro de Frankfurt, em parceria com o Sesc SP, discute educação, tecnologia e literatura com escritores, professores e desenvolvedores interessados no futuro da aprendizagem interativa, com reflexo nos meios digitais nas escolas. Para Ross, a 'educação digital é necessidade'.
“As crianças são fluentes na tecnologia, estão envolvidas e inseridas em ambiente digital por meio de videogames, Internet, e celulares. Os editores e educadores precisam lidar com isso e descobrir um jeito de fazer essas tecnologias vingarem nas suas áreas”, disse o executivo.
Para Ross, a tecnologia é presente nas salas de aula e não está presa às bibliotecas ou e-books. Ele acredita que o impacto pode ser visto de modo positivo. “As crianças estão tendo um bom desempenho nas escolas graças às tecnologias. Às vezes, a criança não está interessada na matéria, até que ela entra em contato com os meios digitais e o interesse aumenta", explica.
Preocupado com a leitura, formação escolar e com o repertório das crianças, o diretor regional do Sesc São Paulo, Danilo Miranda, defende o pensamento crítico e a necessidade de se discutir a mediação da tecnologia na educação antes de sua adoção desenfreada, e há pontos positivos. “Usar tecnologias pode permitir o aprimoramento de comunicação e de troca entre as pessoas. Por isso é interessante pensar e atuar sobre a tecnologia, discutir sua origem, seus sentidos e suas possibilidades”, disse Miranda.
Michael Ross vai além e conta que entre os objetivos da Britânica está a transformação das crianças em "aprendizes digitais". Para isso é preciso captar recursos, desenvolver dispositivos digitais de alta qualidade, para que seja possível customizar o aprendizado. “Promover a educação digital não somente é algo bom, mas é uma necessidade. É bom para o país”, afirma.
Tendências: quadro negro interativo
A estratégia da Britânica ao longo de 15 anos é voltada para produtos digitais e alguns dados justificam a decisão. Em um paralelo entre o crescimento das editoras que possuem estratégias digitais contra aquelas que não têm – as que possuem estratégias crescem 60%, as que não possuem apenas 2%.
Há outros recursos que podem ajudar no aprendizado das crianças, como o quadro negro interativo, por exemplo, foram citados – nos Estados Unidos, o alcance desse equipamento chegou a 58% das salas de aula americanas em 2013, contra 28% em 2009.
Uma análise dos impactos no mercado das tecnologias digitais apresentados por Michael Ross está ligada à interação entre alunos e as máquinas. Quanto mais baixa a relação de aluno por computador, melhor o desempenho do aluno, menor a taxa de abandono das disciplinas e melhor aproveitamento da aula. O estudo foi retirado do Project RED 2010.
O fim da enciclopédia clássica
Ross disse que a versão clássica e impressa da Enciclopédia Britânica acabou em fevereiro de 2012, após muitos anos de existência. A mudança gerou questionamentos sobre a possibilidade dos e-books substituírem obras impressas. “Não é uma questão de perda, mas de ganhos. Não nos preocupamos em manter as impressoras vivas e trabalhando. Se não forem eficientes, mudamos”, afirma.
Acima da questão do papel e e-book, as preocupações da Britânica giram em torno do conteúdo e da forma como os especialistas contribuem para elaborar um material de qualidade. "O novo conteúdo" deve ser confiável e as informações atualizadas e relevantes, deve também haver variedade de formatos, assim como soluções tecnológicas atualizadas, serviços customizado e um preço realista.
Fonte: http://www.tribunahoje.com/noticia/94471/tecnologia/2014/02/18/especialista-diz-em-conferencia-que-educaco-digital-e-necessidade.html

Inscrições para cursos ainda abertas

Período de inscrições para cursos de pós-graduação

 A Universidade Federal Fluminense informa o período de inscrições para cursos de pós-graduação stricto sensu e lato sensu.



Lato Sensu  Stricto Sensu
Fonte: https://sistemas.uff.br

segunda-feira, 31 de março de 2014

Falha no Office


Microsoft descobre falha no Office; saiba como impedir infecções

A Microsoft emitiu alerta após descobrir uma falha de segurança no Word que permite a execução de códigos remotos a partir do software. Enquanto trabalha numa solução para o problema, a empresa fez uma série de recomendações que evitam contaminações.

Como explica o Código Fonte, a contaminação ocorre quando o usuário abre um arquivo RTF criado com alguma versão afetada do programa de edição de textos. Também caso seja aberto um RTF criado no Outlook enquanto o Word é usado para visualização de mensagens.
Talvez isso seja um problema mais grave para quem usa as versões 2007, 2010 e 2013 do gerenciador de e-mails, porque nelas o Word é o visualizador padrão.

Por ora, as recomendações são desabilitar a abertura de conteúdo RTF no Microsoft Word, ler e-mails em textos simples (opção presente no Outlook 2003, 2007, 2010 e 2013) e usar o arquivo Política de Bloqueio do Microsoft Office.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/microsoft-descobre-falha-no-office-saiba-como-impedir-infeccoes/41012

domingo, 30 de março de 2014

Professores se reúnem para inovar ensino com jogos e mídias sociais


Foto: Ilustração

Diante da informação de que os brasileiros passam em média 73 milhões de horas jogando videogames e do desinteresse de parte dos estudantes às metodologias tradicionais de ensino, educadores procuram novas linguagens e abordagens que recuperem o interesse dos alunos pelas aulas, gerando melhora significativa na aprendizagem. Essa é a motivação dos professores que vão se reunir na Jornada Pedagógica do Sistema de Ensino Dom Bosco, a ser realizada neste sábado (05/04), das 8h às 12h30, no Maceió Atlantic Suites (Av. Álvaro Otacilio, 4065 – Praia de Jatiúca, Maceió – AL). Educadores da região podem se inscrever, com vagas limitadas, por meio do endereço sistemadombosco@pearson.com, até sexta-feira (04/04), às 18h.
Com o tema “Redes de Conhecimento. Redes de Aprendizagem”, as palestras buscarão identificar caminhos para que os professores possam utilizar em sala de aula ferramentas de comunicação, relacionamento social e modos de autoria efetivos para a aprendizagem. “A escola precisa deixar de perder audiência para tecnologias que só são permitidas fora da escola. É necessário haver engajamento da gestão da instituição, dos professores e da família nesse sentido”, afirma Luciano Meira, graduado em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia do Recife, mestre em Psicologia Cognitiva pela Universidade Federal de Pernambuco e Ph.D. em Educação Matemática pela University of California at Berkeley.

Jornadas Pedagógicas Dom Bosco – Iniciativa do Sistema de Ensino Dom Bosco, da Pearson – empresa líder em educação no mundo –, a Jornada Pedagógica tem o objetivo de contribuir com a formação de professores e com o desenvolvimento de competências docentes, questões consideradas atualmente como prioridade pelo Ministério da Educação. A assessoria pedagógica, que compõe o trabalho de formação de professores, é um dos diferenciais oferecidos pelo Sistema de Ensino Dom Bosco, que posicionou as escolas parceiras dos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul em 1º lugar nos resultados do Enem 2013. Assim como no município de Rio do Sul (SC).
Realizado nas principais cidades do País, o programa de formação irá impactar cerca de 7 mil professores brasileiros. Este ano, educadores que participarem da Jornada Pedagógica receberão certi?cado internacional emitido pelo Edexcel, maior órgão de certificação autorizado pelo governo britânico. O Sistema de Ensino Dom Bosco é o único no Brasil a contar o selo Assured by Edexcel, uma referência independente para organizações que oferecem programas de formação e aprendizagem, endossando a qualidade dos seus sistemas e processos para proporcionar aos alunos a melhor experiência de aprendizado possível.

Fonte: http://www.tribunahoje.com/noticia/98280/educacao/2014/03/31/professores-se-reunem-para-inovar-ensino-com-jogos-e-midias-sociais.html