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Sul e Sudeste concentram as melhores na avaliação do MEC
As regiões Sul e Sudeste concentram todas as instituições de ensino superior que tiveram o conceito 5, considerado o percentual máximo no Índice Geral de Cursos (IGC), que mede a qualidade do ensino superior do Brasil. Das 27 instituições que tiveram a nota mais elevada, 25 estão no Sudeste e duas no Sul. Das instituições que receberam o conceito mais baixo - um - sete são privadas e duas são públicas. Do total de 674 instituições que receberam conceito 2, 633 são privadas e 41 são públicas. A classificação aponta ainda que apenas 27 instituições tiveram nota cinco, sendo que 16 delas são públicas e as outras 11 são privadas.
Os dados por intituição de ensino foram divulgados na quinta-feira pelo Ministério da Educação (MEC). O indicador, construído a partir da avaliação dos cursos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) e com base em dados sobre infraestrutura e qualificação docente, varia de 1 a 5. Conceitos 1 e 2 são considerados ruins; 3 é considerado satisfatório e 4 e 5, bons.
As instituição que estão no topo da lista ficam no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Já entre nove instituições que tiveram o conceito mais baixo - 1 - a distribuição por região é mais uniforme: três ficam no Sudeste, duas no Norte, uma no Centro-Oeste, uma no Sul e duas no Nordeste.
Do total de 1.826 instituições que receberam nota (outras 350 não foram avaliados porque não têm número suficiente de alunos concluintes para participar do Enade), os três primeiros lugares ficaram com instituições particulares: a Escola Brasileira de Economia e Finanças (Ebef) da Fundação Getulio Vargas (FGV), do Rio de Janeiro (RJ) , a Faculdade de Administração de Empresas (Facamp), de Campinas (SP), e a Escola de Economia de São Paulo (Eesp).
Entre as instituições públicas de ensino superior, o melhor resultado foi o da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que aparece em quarto lugar. O Instituto de Tecnologia da Aeronáutica (ITA) completa a lista das cinco melhores do País, segundo o IGC 2010.
A maioria (53%) das 1.826 avaliadas obteve IGC 3, enquanto 37% tiveram IGC 1 ou 2. Entre os estabelecimentos de ensino com resultado insatisfatório, 640 são privados e 43, públicos. Essas instituições deverão passar por um processo de supervisão, comandado pelo Ministério da Educação (MEC) para melhorar a qualidade dos cursos.
“Há relatos de participantes sobre os cursos afirmando que
um programa de capacitação docente nestes moldes acaba produzindo uma maior
aproximação dos alunos, pois quando o professor se apropria desses
conhecimentos, existe um maior interesse pelas aulas que se tornam mais
interessantes, pois não ficam somente expositivas e o professor pode adotar
recursos diferenciados para estimular os aprendizes.”
ABC da EaD no SL 3.0: “Para rodar o Second Life, você
precisa de um computador com conexão à Internet por banda larga (é praticamente
impossível participar adequadamente do Second Life com conexão discada). E
precisa também, é claro, de um computador em que o Second Life funcione
adequadamente. O programa pode ser baixado no site do Second Life Brasil
ou no site norte-americano.
Agora transmissões ao vivo estão a apenas alguns cliques de distância. Transmita seu hangout publicamente em seu perfil do Google+, seu canal do YouTube e seu site.
Salve no YouTube instantaneamente
Não é necessário um software especial para gravar sua conversa. Todos os Hangouts On Air são automaticamente salvos em sua conta do YouTube.
Compartilhe com o mundo
Quando o hangout terminar, é fácil manter a conversa rolando. O vídeo de seu hangout é compartilhado publicamente no Google e em seu canal do YouTube. Você pode compartilhar esse vídeo como qualquer outro.
Converse cara a cara, onde quer que esteja
Mate a saudade de toda a família, seja pelo computador, pelo celular ou pelo tablet.
Realize reuniões virtuais
Aumente a produtividade de sua equipe com reuniões de até 10 pessoas e ferramentas poderosas como o compartilhamento de telas e o Google Docs.
Transmita sua conversa para o mundo
Não importa se você é um aspirante a artista, uma celebridade mundial ou apenas um cidadão preocupado. Você pode aparecer ao vivo em frente a uma platéia global.
Videoconferência gratuita para até 10 pessoas
A colaboração em equipe fica melhor quando você está cara a cara. O Hangouts oferece um conjunto de aplicativos de produtividade que permite que você compartilhe o que está em sua tela, colabore no Google Docs, assista a apresentações e crie diagramas em conjunto com os demais participantes. Para acessar esses aplicativos, basta clicar no botão "Adicionar aplicativo" no hangout para procurar e adicionar novos aplicativos. Se um membro da equipe não conseguir participar do hangout, também é possível incluir essa pessoa clicando no botão "Convidar" e no link "+telefone". Chamadas para os EUA e o Canadá são gratuitas e as tarifas de chamadas internacionais são muito baixas.
Transmissões ao vivo estão a apenas alguns cliques de distância
Quer compartilhar uma conversa com o mundo? Quando você iniciar um hangout, marque "Ativar Hangouts On Air" para transmitir seu hangout ao vivo publicamente em seu perfil do Google+, em seu canal do YouTube e em seu site. Durante a transmissão, você pode consultar no hangout quantas pessoas estão assistindo ao vivo. Quando você sair do ar, publicaremos uma gravação pública em seu canal do YouTube e em sua postagem original do Google+, para que seja fácil compartilhar e conversar sobre sua transmissão depois que ela terminar. Saiba mais Fonte: http://www.google.com/intl/pt-BR_ALL/+/learnmore/Converse via voz, vídeo ou chat com até 10 amigos ao mesmo tempo. É uma verdadeira festa no seu computador O Google+ mal chegou e já está deixando os internautas malucos. As pessoas que já possuem acesso ao serviço já podem convidar amigos para participar. Os convites, no entanto, não estão chegando tão rápido quanto todo mundo gostaria. O bom é que, enquanto os convites não chegam, já dá para ir se familiarizando com os recursos. Para usar o Hangout, por exemplo, é super simples. A ferramenta permite que você converse via voz, vídeo ou chat com os seus círculos de amigos. É possível adicionar todos os grupos ou somente os específicos, assim como optar por uma única pessoa, digitando o nome desejado na barra. O serviço é bem intuitivo e os ícones são autoexplicativos. Nos botões você pode convidar novas pessoas e círculos, criar um chat, mandar vídeos do YouTube, deixar o áudio mudo ou mexer em algumas configurações. Quando grande parte de seus amigos estão online o Hangout vira uma festa, com vários vídeozinhos pequenos na tela. Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/jovem/redes_sociais/noticias/como_funciona_o_hangout_e_sparks_do_google
segunda-feira, maio 07, 2012 5/07/2012 10:53:00 AM
Esperamos que você já tenha experimentado e
aproveitado os Hangouts do Google+. Para falar com seus amigos, com a família, ou até mesmo com seus fãs, os Hangouts são, ao mesmo tempo, úteis e muito divertidos. Acontece que agora tudo mudou. Mas calma, foi pra melhor!
A partir de hoje o Google+ começa a disponibilizar para todos os usuários os Hangouts On Air, uma evolução do seu bate-papo por vídeo, que agora poderá ser transmitido ao vivo para toda a internet. Portanto, se você tem algum talento, tem algo importante para falar ou é uma celebridade, você poderá estar ao vivo para todo o mundo, quando quiser! Com apenas dois cliques você consegue:
Transmitir ao vivo e publicamente. Antes de começar um hangout, é só marcar a opção “ativar Hangouts On Air”. Depois, já dentro do hangout, quando você estiver pronto, aperte o botão "iniciar transmissão" e seu hangout passará a ser transmitido ao vivo para o mundo inteiro – pelo seu perfil do Google+ e seu canal do YouTube. Além disso, você pode colocar esse vídeo ao vivo do YouTube em seu site ou blog, da mesma forma que coloca qualquer outro vídeo do YouTube (mesmo este sendo ao vivo).
Descobrir sua audiência. Durante a transmissão, você pode ver exatamente quantas pessoas estão te assistindo ao vivo, exatamente no instante em que você estiver olhando.
Gravar e compartilhar com quem perdeu. Quando sua transmissão terminar, o YouTube faz um upload automático da gravação do seu Hangout On Air para o seu canal do YouTube e coloca esse vídeo no seu post original do Google+. Desse jeito fica fácil compartilhar e comentar seu hangout com quem perdeu a transmissão ao vivo.
Colocar milhões de pessoas transmitindo conteúdo ao vivo na internet exige um pouco de trabalho. Por isso, essa ferramenta começará a aparecer no perfil das pessoas gradualmente, ao longo das próximas semanas. Enquanto isso, dê um trato no seu cabelo e se prepare para uma transmissão ao vivo e mundial!
Postado por: Ariel, Gerente de Marketing do Google+
Neste post vou apresentar a vocês umalista de ferramentas de autoria grátisque podem ser usadasem seus projetos de e-learning e processos de desenvolvimento. Se qualquer um de vocês tiver usado essas ferramentas de autoria, compartilhe conosco uma demonstração do resultado final!Se você conhece uma ferramenta de criação livre que não está incluída na lista, apreciaríamos muito se você deixasse um comentário com um link!
1.authorPOINT da authorGEN Technologies O authorPOINT é uma ferramenta de autoria que permite aos usuários capturar apresentações e adicionar de áudio / vídeo pré-gravados, tudo dentro doMicrosoft PowerPoint. authorGEN também oferece authorPOINT Lite, que converte apresentações do PowerPoint paraFlash.
2.Dipity da Dipity Pelo que podemos absorver de seu site, Dipity é um criador de calendários online. Usuários, conhecidos como Dipsters, podem criar seu próprio conteúdo sobre assuntos que são significativos para eles e compartilhá-los com outros usuários. Dipsters também podem integrar a mídia social em sua linha do tempo, utilizando atualizações em tempo real.
3.Document Suite 2008 da Software JetDraft Document Suite 2008 é uma ferramenta de autoria que ajuda a transformar documentos em módulos de ajuda online.
4.Izzui da QuickLessons LLC Izzui é um aplicativo de aprendizagem híbrida social que pode ser linkado com QuickLessons. Izzui usa o Facebook como um LMS para acompanhar e oferecer cursos. Izzui também tem uma capacidade de e-commerce que permite aos usuários carregar e pagar por cursos que eles criaram.
5.Jackdaw da e-Learning WMB Jackdaw produz conteúdo SCORM compliant 1.2, que é facilmente integrado a qualquer LMS. Os usuários podem criar conteúdo interativo desde o início ou com a ajuda de mais de 100 modelos. Gralha também permite aos usuários criar conteúdo que eles podem vender na loja virtual Elms Open.
6.LessonWriter da Lesson Writer Pelo que podemos concluir a partir de seu site, LessonWriter é uma ferramenta para os professores, que lhes permite criar aulas de qualquer nível. Estes cursos permitem aos professores serem mais criativos com os seus planos de aula e também proporciona um grande ganho de tempo.
7.MOS Solo da MindOnSite MOS Solo oferece uma maneira para que os usuários criem conteúdo em movimento, sem ter que depender de uma conexão constante à Internet. Mesmo que eles estejam usando uma ferramenta de criação de conteúdo offline, não perdem qualquer funcionalidade ou poder de criar seu conteúdo multimídia.
8.;myUdutu Ferramenta de Criação do Curso da Udutu Online Learning Solutions A ferramenta de criação online gratuita, com um conjunto de ferramentas WSIWYG, permitindo aos usuários criar cursos em um ambiente acessível. Afirma exportar cursos em conformidade com SCORM 1.2/2004 para serem usados em uma parte LMS 3 ou pode ser integrada em sites de mídia social, como o Facebook.
9.QuickLessons Ferramenta de Criação da QuickLessons LLC O QuickLessons foi construído a partir do zero para ser uma ferramenta de criação totalmente SaaS baseada em conteúdo, exigindo que o usuário só tenha acesso a um web browser. QuickLessons vem equipado com quizzes, jogos, personagens, animações out-of-the-box e outros conteúdos personalizáveis para permitir aos usuários criar conteúdos genuínos e interativos baseados em flash para satisfazer as suas necessidades. Os usuários podem usar QuickLessons gratuitamente, publicar seu conteúdo apenas para o Facebook, ou eles podem comprar uma conta individual, corporativa ou acadêmica.
10.;Zero da MIT Media Lab Pelo que podemos concluir a partir de seu site, Scratch é uma ferramenta criativa que ajuda os usuários a criar conteúdo que está além das barreiras de tradicionais sites bem sucedidos. Usuários zero podem criar histórias interativas, animações, música e arte, em seguida, compartilhar suas criações na web.
11.xtimeline da Famento Inc xtimeline é uma ferramenta que permite aos usuários criar conteúdo com base em linhas do tempo sem nenhum custo. Os usuários também podem compartilhar suas linhas do tempo com outros usuários, criando uma comunidade.
Bricolagem é um termo com origem no francês "bricòláge" cujo significado se refere à execução de pequenos trabalhos domésticos, sem necessidade de recorrer aos serviços de um profissional.
O processo de bricolagem está relacionado com o conceito de DIY (Do It Yourself) que significa "Faça você mesmo", um conceito criado nos Estados Unidos, na década de 1950.
"Na sociedade da informação, o termo passou a ser sinônimo de colagem de textos ou extratextos para a produção de uma nova obra ou atividade, já que o texto que se constrói a partir de uma dinâmica da bricolagem não admite a possibilidade de ser governado por qualquer lógica científica e caminha para uma conclusão inesperada."
Os diversos procedimentos adotados pelos alunos, que vão desde a pesquisa de fontes até a concretude do trabalho final, são um trabalho quase que de "garimpagem", para se encontrar a informação desejada, num mar quase infinito de possibilidades que é a internet. Com a atitude de umbricoleur, o aluno-navegador faz o trabalho de busca, de recortes e de colagens que tem como base os textos obtidos no espaço virtual e, a partir daí, começa um verdadeiro trabalho de "alfaiataria" que envolve cortes, recortes, ajustes, reajustes e colagens. Tudo é feito na tentativa de construir ou produzir seu próprio conhecimento.
[...]Tudo isso mostra que a construção do saber na era da internet é uma prática de bricolagem em meio a um contexto rizomático, já que o processo de aprendizagem acontece graças à construção delink que se pode realizar entre as diversas fontes de informação e de saber, o que, naturalmente, viabiliza novos modos de construção de saber e de aprender. Portanto, pode-se destacar que a não-hierarquização, a descentralidade e a desterritorialidade do saber e da informação são características marcantes no processo de ensino-aprendizagem da sociedade da informação."
"Tecendo a Colcha de Retalhos: a bricolagem como alternativa para a pesquisa educacional. Marcos Garcia Neira / Bruno Gonçalves Lippi
A intensidade das mudanças sociais em curso colocou em xeque o legado da modernidade. As verdades elaboradas pela ciência moderna têm sofrido fortes abalos. Até mesmo o modo de produzir conhecimentos é questionado nos tempos atuais. Dentre as alternativas emergentes, encontra-se a bricolagem. Os bricoleurs apelam para uma variedade de métodos, instrumentos e referenciais teóricos que lhes possibilitem acessar e tecer as interpretações de diferentes origens. Impulsionados pelos Estudos Culturais, denunciam as relações de poder que influenciam os discursos científicos postos em circulação. O presente artigo discute os pressupostos e procedimentos metodológicos e oferece um exemplo de uma pesquisa educacional inspirada na bricolagem."
"[...]Educ. Real., Porto Alegre, v. 37, n. 2, p. 607-625, maio/ago. 2012.
"[...]No campo da pesquisa, os Estudos Culturais apelam a qualquer perspectiva teórico-metodológica que colabore para produzir o conhecimento exigido. Nelson, Treichler e Grossberg (2008) consideram que essa metodologia, "[...]
ambígua desde o início, pode ser mais bem entendida como uma bricolagem. Isto é, sua escolha da prática é pragmática, estratégica e autoreflexiva" (p. 09). Os autores julgam problemática a adoção acrítica das práticas disciplinares formalizadas pela academia, pois carregam uma herança de investimentos, exclusões e uma história de efeitos sociais que os Estudos Culturais repudiam. Por essa razão, Frow e Morris (2006) sugerem a utilização da análise textual, a recorrência a diversas fontes e a utilização eclética de variados métodos e técnicas de pesquisa. Ao questionarem as formas positivistas de produzir conhecimento, os Estudos Culturais valorizam "o ato de 'situar' objetos particulares para análise" (p. 321) e apelam a múltiplas leituras de mundo para compreender como se constroem as representações atribuídas a qualquer prática cultural."