sábado, 3 de novembro de 2012

Urbanismo e Sustentabilidade: O papel do Smart Grid.

Urbanismo e Sustentabilidade: O papel do Smart Grid. - 22 de outubro de 2012 
Imagine, num futuro próximo, você carregando seu carro elétrico na tomada de um posto, ou num estacionamento – movido a energia solar ou não. Pois bem, você estaciona, conecta na tomada. Mas como o sistema saberá para quem enviar a conta ao proprietário?
Esta é apenas uma situação que necessitará ser resolvida nas cidades inteligentes, onde um urbanismo voltado para sustentabilidade permitira uma gama de soluções energéticas, de comunicação, visão maior eficiência nos usos dos recursos urbanos e energéticos, dando uma possibilidade inigualável de redução de emissões de gases efeito estufa.
E para isso, será preciso de redes inteligentes nas cidades. 
Fonte da Imagem: http://revistasustentabilidade.com.br/wp-content/themes/sustentabilidade/timthumb.php?src=http://revistasustentabilidade.com.br/wp-content/uploads/2012/10/Smart_grid.jpeg&w=170&h=170&zc=1&q=100
“Não existe Smart Grid [redes inteligentes] sem eficiência mas o controle da eficiência é feito com o smart grid”, concluiu Carlos Alberto Froes, diretor da KNBS Knowledge Networks & Business Solutionse que defendeu tese de doutorado na Unicamp* sobre a implementação de smart grid no Brasil.
Foes não gosta de usar o termo redes inteligentes em português, prefere o inglês, que carrega na palavra smart mais do que a inteligência. Para ele, smart insinua esperteza, um conhecimento, um inteligência conectada. Enquanto Grid, é mais do que uma rede, é uma malha.
O smart grid brasileiro, disse Froes, está atrasado, já que o Ministério de Minas e Energia ainda protela na conclusão de estudos feitos por um grupo de trabalho instituído em 2010, mesmo que as empresas de distribuição de energia já começaram a instalar medidos inteligentes.
DIRETRIZES DO GOVERNO
“O governo precisa estabelecer as diretrizes estratégicas”, disse. “Todos as partes tem que estar envolvidas e organizadas”.
Simplificando, o SmartGgrid é um sistema de redes onde cada unidade consumidora emite e recebe informação. Além disso, o gerenciador do sistema inteiro – no caso as distribuidoras e a ONS – podem planejar o sistema para incluir milhões de residências geradoras por meio de painéis fotovoltaicos ou de , e assim planejar até o sistema de geração.
“Hoje você constrói as usinas longe e tem que trazer para o sudeste, mas é possível produzir energia nas residências em São Paulo”, lembrou.
De fato, a ANEEL já determinou que as mais de 60 distribuidoras definissem, no início de 2013, técnica e comercialmente como as empresas e residências vão injetar o excesso de energia nas redes. Este junto de inciativas de empresas como Light e Emigra, que começaram a distribuir medidores digitais, é o começo do smart grid no Brasil.
“Vai ser assim mesmo, cada empresa testando o sistema”, analisou. “Mas temos que ver quem vai pagar esta conta, e isso depende do regulador”.
Por enquanto, a Aneel determinou que o consumidor que quer ser gerador vai pagar a conta. É um investimento que varia de uns R$200 a R$1000 e tem que levar em conta questões bastante complexas, pois os ganhos virão no longo prazo.
“É uma mudança de comportamento do consumidor”, explicou Froes. “As tarifas variam sazonalmente e dentro dia. Com a comunicação entre as residências, as empresas e comércios as distribuidoras podem oferecer serviços diferenciados que incluem até o gerenciamento do consumo de energia”.
Para Carlos, não é simples o caso de cada consumidor, por meio de seu celular ou tablet, desligar ou ligar equipamentos. Questões técnicas como a frequência da medição, o armazenamento da informação e o acesso terão que ser pensadas em um sistema convergente entre telecomunicações, cabeamento de redes elétricas e de fibras óticas.
“Estamos falando de armazenamento de dados da rodem de 40 terabytes se houver uma leitura por minuto e 1 milhão de clientes”, disse.
E no Brasil são cerca de 70 milhões de unidades consumidoras de energia.
As experiências das empresas que estão instalando medidores digitais trarão a informação necessária para aprimorar o sistema, acredita Froes.
Para isso, será preciso de novas tecnologias, que podem ser importadas ou desenvolvidas no Brasil. Carlos comentou que as empresas internacionais já estão de olho Brasil. Recentemente, a Silver Springs Networks se instalou aqui enquanto a IBM já estuda entrar neste mercado. O atrativo é um mercado estimado em mais de R$40 bilhões, apenas com a instalação dos novos medidores.
Do outro lado, o consumidor vai ter que pensar e entender mais seus próprios padrões de consumo. No fundo, o desenvolvimento urbano sustentável requer uma visão mais estratégica e transversal da cidade e de sua inserção nela.
Portanto, quando você necessitar recarregar a bateria do seu carro, não só vai poder consultar o melhor lugar, mas também o melhor horário, pelo celular.
* A tese de doutorado de Froes é intitulada: “Revolução tecnológica na indústria de energia elétrica com Smart Grid, suas consequências e possibilidades para o mercado consumidor residencial brasileiro”. Defendida em julho 2012.

Referência (ABNT):

SPATUZZA A.
 Urbanismo e sustentabilidade: o papel do Smart Grid, 22 out. 2012. 
Disponível em: http://revistasustentabilidade.com.br/urbanismo-e-sustentabilidade-o-papel-do-smart-grid/
Acesso em: 26 out. 2012. 

Todos os textos da Revista Sustentabilidade podem ser reproduzidos mediante citação da fonte segundo licença Creative Commons

Mais sobre Cerimonial e Protocolo - Às vezes, rir é o melhor remédio. :)

Parte do: "Relações Internacionais - Como Receber Reais E Irreais 'O Azar Do Príncipe Consorte'"
"Toda a minha equipe estava ocupada com os retoques finais de decoração, orientando garçons, marcação de lugares, o Governador e Senhora com o Embaixador na mesa da Rainha, os Prefeitos da Capital e de Foz com o Cônsul na do  Príncipe Consorte enquanto eu ficara na do Príncipe Herdeiro, com visão para as duas outras e, até então, tudo correra excepcionalmente bem, muito além do esperado.
No início, após tomarem seus lugares, o Governador se levantaria e, em inglês, faria um brinde à Sua Majestade, desejava longa vida e prosperidade ao Reino, tudo conforme o figurino. Troca de presentes após a sobremesa e seguiríamos para visita à Itaipu.
 
No momento final do brinde, após os  “long live the queen”, “cheers”, “saúde”, “skol” eu vi, à minha esquerda, na mesa com os Prefeitos, o Príncipe curvando-se com o rosto crispado em dor, cuspir o vinho tinto na sua toalha de mesa, retirando-se rapidamente. Maldosamente, imaginei qual impropério ou piada, que havia lhe dito o Greca.

 Sua Majestade o Príncipe Herdeiro (comme il faut), sentaram-se impassíveis e eu pedindo licença à sua Alteza  fui ao encalço de seu pai, imaginando um enfarte, ou algo pior, quando vi que o médico da corte já o estava atendendo e que seu real lábio superior inchava bastante.
Disse-me que uma abelha, dentro de sua taça de vinho, o havia picado.
 
Perguntei se era alérgico, preocupado com a possibilidade de um choque anafilático. Se deveria acionar a ambulância que sempre em casos de visitas de altos dignatários providenciávamos e que ficava de plantão. O médico disse estar tudo bem, que o Príncipe Consorte não regressaria e descansaria por toda tarde. Soube, depois, que desfrutara da piscina enquanto percorríamos a “grande muralha” de Itaipu.
 
Voltei para informar à mesa da Rainha sobre o ocorrido. “Majestade, o Príncipe Henrik está bem, o médico da corte já o atendeu. Ele foi vítima de picada de uma abelha, certamente vinda da ARGENTINA, pois nenhuma brasileira faria algo assim.”
 
Enquanto eu descrevia o ocorrido, o Governador complementou:   “MAJESTADE – CERTAMENTE FOI UMA ABELHA RAINHA” "
Os textos aqui publicados são aqueles que conforme o Regulamento não participaram da edição impressa.

O CNCP não se responsabiliza pelos textos indicados abaixo, nem com as informações contidas nele.
 
10/06/2010: Coisas da Vida
07/06/2010: Formas de Tratamento


Juramento de bandeira e festival de gafes por parte do cerimonial
Por: Jota Cruz - Tribuna Estudantil

Quem viu, deve ter observado o tamanho das contradições e erros 
Incrível! Nunca se aprende. No ano passado a bandeira foi hasteada na praça Eunápio Peltier de Queiroz, cognominada Praça da Bandeira em desrespeito ao patrono fundador da cidade e o restante das celebrações foram acabadas na Praça da Matriz.
Desta vez vejam o que aprontaram: vamos enumerar as gafes.

I – A falta de princípios cívicos ao aplaudirem a execução do Hino Nacional. Não se aplaude a execução do Hino Nacional e nem o Hasteamento da Bandeira é uma gafe tremenda.
II – Os ensaios no local e hora do evento. A cerimônia deveria ter sido ensaiada no dia anterior.

III – As autoridades durante o hasteamento das bandeiras se colocando de frente para o público atrás dos mastros. Quando o correto são as mesmas se posicionarem de frente para as bandeiras e de costas para o público

IV – O mastro mais alto deveria estar no centro, entretanto estava na lateral com a bandeira da Bahia.

V – A Bandeira da Bahia e de Eunápolis, em função do erro anterior, foi hasteada a “meio pau” Só se hasteia bandeiras a meio pau quando é decretado luto oficial pela morte de uma personalidade.

VI – A bandeiras foram arreadas antes das 18 horas. Hasteia-se as 08 e faz o arria às 18 horas.

VII – Colocaram ilhoses na bandeira do Brasil e o desbravador deu um nó cego ao 
amarrar a mesma. Devem ser costurar alças de pano uma em cada canto do lado esquerdo e a adriça é amarrada (com “nó de escota alceado” – com laçada).
VIII - A falta de um script para o mestre de cerimônia anunciar as autoridades, obrigando-o a indagar dos presentes sua identificação.
Vajam que as bandeiras do Estado da Bahia e a de Eunápolis estão há meio pau

Que estas erratas permitam aos nossos alunos definirem as formas corretas de se produzir eventos desta natureza
Quando o hasteamento é feito com 3 bandeiras a Bandeira do Brasil fica no centro e a do estado a esquerda (do público) e a município a direita (do público). Obs. O mastro mais alto é o do centro porque o Bandeira Nacional tem sempre que ficar acima das demais só fica no mesmo nível se hasteada com bandeiras de outros países.








Considerações Cris:  

Gafes de Cerimonial: Todos erramos - precisamos ser solidários

Todos erramos, verificar os erros com o intuito de aprender a não repeti-los é uma boa coisa; precisamos ser solidários.

“Antes de criticar o trabalho de um profissional, aprenda a distinguir entre crítica construtiva e crítica destrutiva”. Bruce Stan.

Como já disse, todos erramos, então concentrem-se no que vocês vão lembrar que estava errado para não repetirem, agradecendo por alguém saber tanto a ponto de estar ajudando-os com informações úteis. 

Mas não se esqueçam de ser solidários. :)

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Ensino à distância ganha credibilidade

Ensino à distância ganha credibilidade

ADMIN NOVEMBER 1, 2012 0 - Cartola – Agência de Conteúdo Especial para Terra

Quando Daniel Filippon resolveu voltar à faculdade 10 anos depois, em 2009, deparou-se com mensalidades altas e horários fixos demais para a sua vida atual. “A rotina me mata e voltar para a universidade me custaria a parcela de um apartamento por mês”, recorda. A solução foi fazer o curso escolhido, Gestão da Tecnologia da Informação, à distância, na Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul). “Agora pago metade do preço de um curso tradicional”, afirma o aluno, que monta os seus próprios horários de estudo.
Esse é o principal objetivo da educação à distância: a flexibilidade. “Aquele que procura essa modalidade não tem disponibilidade de se deslocar para um determinado lugar e estar presente em 75% das aulas”, explica o especialista em Tecnologia Educacional Wendel Freire sobre um modelo de ensino que cresce 40% ao ano. “Escolha e adequação não são decididas por um educador ou por um sistema qualquer, mas pelo indivíduo e pelas suas demandas”, completa.
Freire alerta para a escolha do curso. O aluno interessado no ensino a distância deve descobrir o máximo possível sobre a estruturação do curso, desde o modelo de tutoria e da formação dos professores até o tempo de resposta às solicitações do aluno, além das ferramentas de comunicação e de seus usos. Além disso, sempre é válido buscar informações fora da instituição, como fez Filippon. “Levei em conta a indicação de alguns colegas e o fato de que a Unisul é referência nacional EaD”, afirma.
Outra questão importante na hora da escolha é o formato. Ao ter uma plataforma digital, os cursos de EaD possuem um potencial de comunicação multidirecional, ou seja, a interatividade entre professor e aluno e entre os próprios colegas é infinita. Porém, muitos deles estruturam-se como um modelo unidirecional, em que o aluno apenas recebe conteúdo. “Isso os torna tecnicistas e devem ser evitados, pois não exploram o que há de mais positivo da presença das novas tecnologias: a liberação do polo de emissão”, lamenta Freire.
Apesar das possibilidades interativas que a tecnologia trouxe para o universo dos estudos, a convivência entre os alunos ainda faz falta para quem estuda nesse novo formato de aulas. “É quase zero, eu gostava muito de conviver com os colegas na época em que estava na faculdade normal”, lembra Filippon. Porém, Freire acredita que há, sim, convívio entre os estudantes, já que essa estrutura de ensino inclui encontros presenciais, fóruns e chats. “Veremos em um futuro breve uma aproximação das plataformas de ensino à distância com os formatos comunicacionais das chamadas redes sociais”, diz. Para o educador, assim as relações entre os colegas ficará mais estreitas, o que vai possibilitar a diminuição do que, nao sua opinião, é o maior problema da educação à distância, que é o alto índice de evasão.
Outro problema já em parte superado no Brasil reside no preconceito com esse modelo pouco tradicional de ensinar. “A palavra ‘distância’ acaba carimbando nessa modalidade a ideia de que não há proximidade, o que não é verdade, pois muitas vezes acontecem mais interações nesses espaços do que no ensino presencial”, conta Freire. Para Filippon, há quem olhe com cara feia para os EaDs, porém o mercado de Tecnologia da Informação – acostumado com o mundo digital – dá menos valor para o formato da graduação e mais para o reconhecimento do profissional. “O canudo agora é só para definir contratação, não se analisa onde a pessoa estudou”, opina.
 Fonte: terra.com.br

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Adragogia sempre me entusiasma - Arte e ciência na aprendizagem do adulto

Andragogia
 Definida inicialmente por Malcolm Knowles como a arte e a ciência de ajudar adultos a aprender, hoje é uma alternativa à pedagogia e refere-se à educação centrada no aprendiz para pessoas de todas as idades.
 No modelo andragógico de aprendizagem, a responsabilidade pela aprendizagem é compartilhada entre professor e aluno. Os adultos buscam independência e a responsabilidade por aquilo que julga ser importante aprender.
 Para Knowles, o modelo andragógico está fundamentado em quatro suposições básicas para os aprendizes (DeAQUINO, 2007, p. 11):
 1. seu posicionamento muda da dependência para a independência ou autodirecionamento;
2. as pessoas acumulam um “reservatório” de experiências que pode ser usado como base sobre a qual será construída a aprendizagem;
3. sua prontidão para aprender torna-se cada vez mais associada com as tarefas de desenvolvimento de papéis sociais;
4. suas perspectivas de tempo e de currículo mudam do adiamento para o imediatismo da aplicação do que é aprendido e de uma aprendizagem centrada em assuntos para outra, focada no desempenho.
 De modo geral, a andragogia e a pedagogia apresentam diferenças significativas na maneira de abordar o aprendiz, o ambiente de aprendizagem e a forma como ocorre a interação professor-aluno.
Vejamos: 
 Andragogia: arte e ciência na aprendizagem do adulto
 José Chotguis
 Hoje em dia, a Educação a Distância, dirigida ao aprendiz adulto, prescinde do modelo andragógico para ser bem sucedida.
 Na Educação a Distância é imprescindível considerar as especificidades do aprendiz adulto fazendo o uso do sistema andragógico de ensino e aprendizagem.  Mas, afinal do que estamos falando?   Poucos sabem sobre o que vem a ser a Andragogia cuja definição não é encontrada na maioria dos dicionários.
 Por mais de cinco décadas, tem sido realizado esforços para formular uma teoria que considere aquilo que já sabemos, por experiência própria e pesquisa, a respeito das características únicas do aprendiz adulto. Os meus 14 anos de extensionista rural orientando agricultores não me deixaram dúvidas de que a aprendizagem do adulto acontece sob condições específicas.  À medida que aprimorava o meu processo de ensino e orientação de adultos, busquei estudos e teses que agora vou compartilhar com você.  
 É surprendente que apenas em 1950 alguns educadores começaram a organizar idéias em torno da noção de que adultos aprendem melhor em ambientes informais, confortáveis, flexiveis e não ameaçadores.  Dez anos depois, já então nos anos 60, um Yugoslavo, educador de adultos, participando de um seminário de verão na Boston University, expôs o termo “andragogia”, como um conceito mais organizado a respeito da educação de adultos. 
 Andragogia foi apresentada como a arte e a ciência de ajudar o adulto a aprender e era ostencivamente a antítese do modelo pedagógico que significa, literalmente, a arte e ciência de ensinar crianças.   
 O modelo pedagógico, aplicado também ao aprendiz adulto, persistiu através dos tempos chegando até o século presente e foi a base da organização do nosso atual sistema educacional. Esse modelo confere ao professor responsabilidade total para tomar todas as decisões a respeito do que vai ser aprendido, como será aprendido, quando será aprendido e se foi aprendido.  É um modelo centrado no professor, deixando ao aprendiz somente o papel submisso de seguir as instruções do professor.  
Por sua vez, o modelo andragógico é baseado em vários pressupostos que são diferentes daqueles do modelo pedagógico:
 1. A Necessidade de Saber.  Os adultos têm necessidade de saber porque eles precisam aprender algo, antes de se disporem a aprender.  Quando os adultos comprometem-se a aprender algo por conta própria, eles investem considerável energia investigando os beneficios que ganharão pela aprendizagem e as consequencias negativas de não aprendê-lo.
2. Auto-Conceito do Aprendiz.   Os adultos tendem ao auto-conceito de serem responsáveis por suas decisões, por suas proprias vidas.  Uma vez que assumem esse conceito de si próprio eles desenvolvem uma profunda necessidade psicologica de serem vistos e tratados pelos outros como sendo capazes de auto-direcionar-se, de escolher seu próprio caminho.  Eles se ressentem e resistem a situações nas quais sentem que outros estão impondo seus desejos a eles.
 3. O Papel das Experiências dos Aprendizes. Os adultos se envolvem em uma atividade educacional com grande número de experiencias mas diferentes em qualidade daquelas da juventude.  Por ter vivido mais tempo, ele acumula mais experiência do que na juventude. Mas também acumulou diferentes tipos de experiências.  Essa diferença em quantidade e qualidade da experiencia tem várias conseqüências na educação do adulto.
 4. Prontos para Aprender.  Adultos estão prontos para aprender aquelas coisas que precisam saber e capacitar-se para fazer, com o objetivo de resolver efetivamente as situações da vida real.
 5. Orientação para Aprendizagem.  Em contraste com a orientação centrada no conteúdo própria da aprendizagem das crianças e jovens (pelo menos na escola), os adultos são centrados na vida, nos problemas, nas tarefas, na sua orientação para aprendizagem.  
 6. Motivação.   Enquanto os adultos atendem alguns motivadores externos (melhor emprego, promoção, maior salário, etc.), o motivador mais potente são pressões internas (o desejo de crescente satisfação no trabalho, auto estima, qualidade de vida, etc.).  Pesquisas de comportamento mostram que todos adultos normais são motivados a continuar crescendo e se desenvolvendo. 
 José Chotguis, Doutor em Engenharia Florestal, professor da UFPR. 

 Se você quiser ler mais sobre Andragogia, recomendo esses livros:
 TOUGH, A. The Adult’s Learning Projects. Toronto: Ontario Institute for Studies in Education, 1971, 1979.
BROOKFIELD, S.D. Understanding and facilitating adult learning. San Francisco: Jossey-Bass, 1986.
 CROSS, K.P. Adults as learners. San Francisco: Jossey-Bass, 1981.
 DEWEY, J.  Experience and education. New York: Collier Books, 1933.
 KNOWLES, Malcolm S.  The modern practice of adult education: andragogy versus pedagogy. New York: Association Press, 1970.
 KNOWLES, Malcolm S.  The adult learner: the definitive classic in adult education and human resource development. 5ed., Houston: Gulf, 1998.
 MADEIRA, Vicente de Paulo Carvalho. Para falar em andragogia, programa educação do trabalhador, v.2, CNI-SESI, 1999.
 OLIVEIRA, Ari Batista de.  Andragogia, facilitando a aprendizagem. Educação do Trabalhador, v.3, CNI-SESI, 1999.


quarta-feira, 31 de outubro de 2012

WIKI

Wiki

<![if !vml]><![endif]>Definição

 

Os termos wiki (pronunciado /uíqui/ ou /víqui/) e WikiWiki são utilizados para identificar um tipo específico de coleção de documentos emhipertexto ou o software colaborativo usado para criá-lo.

O termo "Wiki wiki" significa "muito-rápido" no idioma havaiano.

Este software colaborativo permite a edição coletiva dos documentos usando um sistema que não necessita que o conteúdo tenha que ser revisto antes da sua publicação.

Principais características

Uma Web Wiki permite que os documentos sejam editados colectivamente com uma linguagem de marcação muito simples e eficaz, através da utilização de um navegador web. Dado que a grande maioria dos wikis é baseada na web, o termo wiki é normalmente suficiente. Uma única página num wiki é referida como uma "única página", enquanto o conjunto total de páginas, que estão normalmente altamente interligadas, chama-se 'o wiki'.

Uma das características definitivas da tecnologia wiki é a facilidade com que as páginas são criadas e alteradas - geralmente não existe qualquer revisão antes de as modificações serem aceitas, e a maioria dos wikis são abertos a todo o público ou pelo menos a todas as pessoas que têm acesso ao servidor wiki. Nem o registro de usuários é obrigatório em todos os wikis.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Wiki - Consultado em 05/09/2010 17:05.

O modelo wiki é uma rede de páginas web contendo as mais diversas informações, que podem ser modificadas e ampliadas por qualquer pessoa através de navegadores comuns, tais como o Internet Explorer, Google Chrome,Mozilla Firefox, Netscape, Opera, Safari, ou outro qualquer programa capaz de ler páginas em HTML e imagens. Este é o fator que distingue a Wikipédia de todas as outras enciclopédias: qualquer pessoa com o acesso à Internetpode modificar qualquer artigo, e cada leitor é potencial colaborador do projeto.

Fonte: http://wapedia.mobi/pt/Wikip%C3%A9dia - Consultado em 06/09/2010 13:10h


O que é

Wiki é uma aplicação web para gestão e edição de conteúdo, produzindo informações de forma colaborativa. Pode oferecer acesso livre ou somente por usuários cadastrados. A wiki garante aos usuários autonomia na sua utilização, segundo Heloisa Luck (2006, p. 98) "Não existe autonomia quando não existeresponsabilidade". Assim, o uso da Wiki na escola busca desenvolver nos alunos o sentido de responsabilidade, autonomia e solidariedade. O termo Wiki significa "super-rápido" em havaiano.

Wiki no ambiente escolar:

<![if !supportLists]>·         <![endif]>Estimula o trabalho coletivo e a reflexão, pois é necessária a discussão antes de fazer modificações;

<![if !supportLists]>·         <![endif]>Construção de pesquisas, crônicas, dicionários, poesias, textos;

<![if !supportLists]>·         <![endif]>Divulgar os projetos desenvolvidos na instituição;

<![if !supportLists]>·         <![endif]>O trabalho pode acontecer entre professor/professor, professor/aluno e entre alunos e professores de outras instituições.

Características da Wiki:

<![if !supportLists]>·         <![endif]>Facilidade de acesso e edição;

<![if !supportLists]>·         <![endif]>Guardar históricos das alterações;

<![if !supportLists]>·         <![endif]>As edições podem ser feitas por um grupo restrito de usuários;

<![if !supportLists]>·         <![endif]>Permite que o visitante comente sobre o que está sendo construído.

Uma Wiki pode ser criada em um ambiente on-line como o Wikispace que oferece o serviço gratuitamente, instalado em servidor com banco de dados como as plataformas Deki Wiki, Twiki ou Tikiwiki.

Sabemos que o fato de termos uma plataforma livre não é garantia da construção de uma cultura livre, faz-se necessário também, concebermos e realizarmos estratégias pedagógicas que proporcionem o desenvolvimento de projetos e atividades em ambientes colaborativos que incentivem a partilha de informações e a construção coletiva. Neste contexto, a Wiki configura-se como um software livre capaz de oferecer ferramentas para concretizar essas ações.

Por Vanessa dos Santos Nogueira - Colunista Brasil Escola

Fonte: http://www.brasilescola.com/educacao/wiki-na-educacao.htm Consultado em 05/09/2010 16:45h.

É o Wiki ou a Wiki?

Diante de pesquisas na net (principalmente Google, incluindo comparações de citações de sites e número de citações), "o" Wiki é o software/modelo/site que usamos para uma construção colaborativa. Seria "a" Wiki quando nos referimos ao maior exemplo Wiki atual: a Wikipédia. Mas, como diz Rodrigo Lara Mesquita corroborando "Paulo Drummond (*) juro que não sei se é "O" wiki ou "A" wiki... confesso que tb não - rm".

Citação: http://www.peabirus.com.br/redes/form/post?post_pub_id=17602 05/09/2010 17:26h

Fonte da imagem desta página: http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:MoxL2FvcWTd6vM:http://www.programaslivres.net/blog/wp-content/uploads/2007/04/wiki-escolabr.jpg&t=1



Fonte: http://uso-de-tic-em-sala-de-aula.wikispaces.com/Como+Criar+um+wiki



Mais sobre Wiki:
Você sabe o que é um CamelCase?
É a união de duas palavras onde a primeira letra de cada uma esteja escrita em Maíuscula, como em WebDois. O Wiki reconhece automaticamente como se fosse um hiperlink.