Links, projetos e exemplos de aplicação da Web (1.0 & 2.0) e TIC´s no Ensino Presencial e a Distância.
Se você tem algo interessante, fique à vontade para compartilhar.
A COIED 2012 realizar-se-á entre 8 e 19 de outubro de 2012,
tendo como tema geral orientador Contextos de aprendizagem
em ambiente digital.
Durante o período de 8 a 19 de outubro de 2012, serão realizadas
nove Webconferences e três sessões no Mundo Virtual Second Life,
com oradores convidados. Realizar-se-ão ainda oito apresentações de
Artigos de Investigação e oito apresentações de Boas Práticas,
selecionadas de entre os trabalhos submetidos pelos
participantes.
A Conferência Online de Informática Educacional é
creditada pelo CCPFC (Conselho Científico-Pedagógico da Formação
Contínua) como ação de formação, na modalidade Curso de Formação,
com 0.8 créditos (20
horas). Para os efeitos previstos no artigo 5º
do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente
ação releva para efeitos de progressão em carreira de
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e
Secundário.
Para mais informações sobre a solicitação desta
certificação. carregue aqui.
Para efetuar a sua inscrição, basta carregar no botão
Registar existente no canto superior direito.
O eBook da COIED 2011 pode ser consultado aqui.
A biblioteca digital de educação
a distância do CNJ é um espaço criado para compartilhar artigos,
documentos acadêmicos (teses, dissertações e monografias), livros,
manuais, notícias e palestras sobre temas de interesse dos órgãos do
Poder Judiciário. O objetivo da biblioteca é ser mais um canal de
disseminação do conhecimento, dando oportunidade para que os Tribunais e
Escolas possam divulgar seus trabalhos e compartilhar suas
experiências. Nesse espaço vocês poderão fazer o download dos arquivos e
poderão usá-lo para colaborar com o aperfeiçoamento da educação a
distância no Poder Judiciário. E como não poderia ser diferente, essa
biblioteca será construída de forma colaborativa. Os interessados em
participar da biblioteca deverão encaminhar os arquivos para o CNJ, em
formato .pdf por e-mail ou pelo correio gravado em CD, endereçado à
Seção de Seleção e Aperfeiçoamento. O CNJ ficará responsável pela
seleção e publicação dos arquivos, de acordo com critérios de relevância
e oportunidade.
As dúvidas poderão ser esclarecidas pelo endereço ead@cnj.jus.br
Contamos com a participação de todos para o sucesso desse projeto.
Categorias no Repositório
Selecione uma comunidade para visualizar suas categorias.
Gigantes online testam novo modelo de curso grátis
Iniciativa pretende testar um modelo de curso de oito semanas sem instrutor
A roda dos cursos online gratuitos universitários não para de girar. Depois de Coursera, MITx e edX
terem impulsionado um novo modelo de aprendizagem chamado nos EUA de
Mooc (Massive Open Online Course, cursos virtuais grátis para grandes
quantidades de alunos), alguns dos gigantes do universo educacional
online se reuniram em torno do conceito Mechanical Mooc,
ou Mooc Mecânico, e lançaram um curso de “introdução delicada a
[liguagem de programação] Python” que funciona de forma automatizada.
A iniciativa pretende testar um modelo de curso de oito semanas
sem instrutor. Assim, em vez de aulas serem organizadas por um
professor, elas seguirão a cadência de e-mails pré-agendados. “Com os
MOOCs que vimos até agora, ainda há um professor que dá a disciplina.
Nosso curso não tem tutor. Nossa teoria é que as ferramentas de
aprendizagem on-line se tornaram robustas o suficiente e que, com alguma
orientação, os alunos possam trabalhar juntos para ajudar uns aos
outros sem a necessidade de uma autoridade central”, diz a Peer 2 Peer University, que participa do projeto.
O Mooc Mecânico usa as especialidades que MIT OpenCourseWare, OpenStudy e CodeAcademy
desenvolveram no ensino online: conteúdos, redes e exercícios,
respectivamente. Por se apoiar nesse know-how, o curso introdução
delicada ao Python não começa seu desenvolvimento do zero e será mais
barato do que os cursos on-line mais tradicionais. “Em vez de tentar
criar uma plataforma que estruture a experiência de aprendizado do
início ao fim, como os Mooc têm feito, estamos levando o que de melhor
já existe – o conteúdo do MIT OpenCourseWare, as comunidades da
OpenStudy e os exercícios da Codecademy – e vamos juntá-los em uma lista
de discussão que vai coordenar a atividade dos alunos”, diz Peer 2
Peer, responsável pela coordenação dessa lista de e-mails.
Para quem ainda não conhece os envolvidos na iniciativa, é bom
explicar. O MIT OpenCourseWare é a plataforma que reúne conteúdos
produzidos por alunos e professores do MIT e que permitiu o lançamento
do MITx – apesar disso, o curso de introdução delicada ao Python não
oferecerá um certificado do MITx, mas uma espécie de “distintivo” da
CodeAcademy por ter participado. Falando em CodeAcademy, ela é uma
startup referência em ensino de programação no mundo e se destacou por
criar sistemas de exercícios com feedback instantâneo. Já a OpenStudy é
uma espécie de rede social voltada para o aprendizado que reúne
estudantes interessados em mesmos assuntos; eles definem sua missão como
“fazer do mundo um grande grupo de estudos, que não considera escola,
região ou backgroud”. Por último, a Peer to Peer University é um projeto
educacional que promove a educação por pares.
As inscrições estão abertas e o curso começa em 15 de outubro.
Os alunos poderão interagir em fóruns genéricos ou fazer parte de grupos
de estudos de até 10 pessoas. Como não há um instrutor, os alunos podem
aprender no próprio ritmo. “Nossa preocupação é menos atingir um grande
número de pessoas, e mais sobre como produzir uma boa experiência de
aprendizagem para todos os que participam.”
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,gigantes-online-testam-novo-modelo-de-curso-gratis,920789,0.htm
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400 cursos gratuitos e online para estudantes e profissionais
Para
aqueles que estão zerados ou que procuram cursos que não são oferecidos
por nenhuma empresa, elaborei uma lista com diversos cursos em inglês e
português sobre os mais variados temas, mas quase sempre relacionado
com os assuntos comunicação e internet. Alguns são bem simples, outros
já são mais complexos. Espero que algum deles o ajude em sua carreira.
Confira:
Papos na Rede: não tem como falar em conhecimento gratuito e online sem falar no projeto Papos na Rede, idealizado pela Márcia Ceschini. É gratuito e sempre traz os melhores e mais conceituados profissionais sobre digital do país.
FGV – Fundação Getúlio Vargas: cursos gratuitos nas áreas de finanças pessoais, sustentabilidade, inovação, empreendedorismo e comunicação empresarial.
SEBRAE:
simplesmente um dos melhores portais com cursos gratuitos em português.
Oferece cursos de empreendedorismo, internet para negócios, gestão de
qualidade e até atendimento ao cliente.
Microsoft TechNet: é
um programa gratuito online baseado em tecnologias e produtos da
Microsoft voltado para a comunidade de desenvolvedores, profissionais de
TI, estudantes e entusiastas por tecnologia.
Intel Next Generation: aposta da Intel na formação dos profissionais de tecnologia da informação. Diversas opção bacanas a serem estudadas.
Unisul Virtual:
comunicação, informática, multimídia, análises de redes sociais,
inovação, entre outros. A navegação é um pouco confusa, mas logo você se
acostuma.
Unicamp:
mini-cursos voltados para a área de web, como CSS, HTML, XML entre
outros. Outra opção da mesma universidade é conhecer o treinamento
interativo, que aborda o sistema Linux, desenvolvimento de sites, além
de outros temas.
Escola Virtual:
curso oferecidos pela Fundação Bradesco, que vão da administração
financeira, banco de dados, informática, tecnologia da informação,
fotografia e desenvolvimento de aplicativos.
Escola Superior de Administração e Gestão: encontrei alguns cursos básicos sobre liderança, comportamento, gestão do tempo e negócios. Vale a pena dar uma conferida.
SENAI:
um curso sobre tecnologia da informação e comunicação voltado para
adolescentes, mas bacana para quem não tem conhecimento na área e quer
aprender um pouco mais sobre o tema.
INFO:
para quem quer aprender um pouco mais sobre Flash (CS3) a INFO
disponibilizou um curso online gratuito sobre a ferramenta. Mais uma vez
bacana para quem conhece ou ainda não conhece.
DFJUG: grupo de Java que tem entre seus objetivos ensinar de forma livre e gratuita a linguagem Java e as tecnologias associadas.
Livemocha:é
uma rede colaborativa onde você ensina o seu idioma e, em troca, você
aprende um nova língua. É banca porque a conversa fica de “igual para
igual”. É um case mundialmente reconhecido.
UOL:uma
opção interessante é fazer um curso de inglês produzido pela parceria
da britânica BBC com o portal UOL. O curso é totalmente didático e
simples.
BCC Languages: se você quer explorar diversos idiomas, a BBC oferece cursos de inglês, francês, espanhol e até chinês.
Poynter´s News University:
mais voltado para jornalistas, o portal traz desde cursos gratuitos até
outros pagos, com preços variados. Há cursos para quase todas as
preferências.
Data Center University: cursos sobre o mundo da tecnologia da informação que vão do introdutório até o avançado.
Yale:
uma das mais prestigiadas universidades do planeta, a Yale
disponibiliza gratuitamente os vídeos de seus cursos sobre astronomia,
história, música, filosofia e ciência política. Aqui comecei um curso
introdutório sobre filosofia política.
MIT – Massachusetts Institute of Technology:
referência mundial em pesquisa sobre tecnologia e ciência, com
laboratórios vanguardas que trabalham com oportunidades tecnológicas
incríveis. Os cursos vão desde estudos sobre mídia, passando por
história e engenharia mecânica.
University of California, Berkeley:
estudos sobre a América, história, geografia, ciência da computação,
sociologia, ciência cognitiva e filosofia. Boa pedida também já que é
outra universidade super conceituada nos EUA.
Stanford University:
mais uma conceituadíssima universidade americana que foca cursos em
inteligência artificial, criptografia, interação homem-máquina e teoria
dos jogos. Cheguei a iniciar um curso sobre inteligência artificial e
confesso que apesar do tema complexo, as aulas eram super didáticas.
The Open University: são mais de 600 cursos gratuitos online sobre negócios, artes, educação, tecnologia entre outros diversos assuntos.
Codecademy: portal que oferece cursos voltados ao universo da programação.
Harvard University:
quer estudar em Harvard? Você pode fazer online um curso que introduz o
aluno ao universo da ciência da computação, gratuito, ou optar por cursos de extensão, mas que são pagos – e salgados.
Lynda:
também com cursos voltados para o mundo da programação, alguns básicos e
outros bem avançados. É necessário ser sócio para ter acesso aos
conteúdos por completo. Os preços variam de 25 dólares mensais a 375
dólares anuais.
Energy University: cursos voltados para a área de TI verde. Disponíveis também em português.
Nesse link você encontra outras universidades com cursos gratuitos e online, e aquivocê confere uma lista com mais de 400 cursos também gratuitos e online.
Espero
que tudo isso dê para o começo. Se você souber de algum link
interessante deixe nos comentários que depois atualizo este post. A
preferência, é claro, será por cursos em português e gratuitos. Bons
estudos. =)
Acontece de 23 a 26 de setembro de 2012 o
18º Congresso Internacional ABED de Educação a Distância. O CIAED tem
como tema “Histórias, Analíticas e Pensamento “Aberto” – Guias para o
Futuro da EAD”.
O evento será realizado em São Luís, no
Maranhão, nas dependências da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e
tem como objetivos abrir espaço para pesquisadores, educadores e
dirigentes organizacionais possam apresentar seus trabalhos científicos
baseados em investigação científica; apresentar relatos de experiências
inovadoras; participar de mesas-redondas com especialistas do Brasil e
de outros países; realizar palestras; inserir-se em grupos de trabalho
de diferentes linhas de atuação; e estabelecer contatos profissionais.
____
Vantagens da EaD
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MEC promete triplicar matrículas em EAD e alcançar 600 mil alunos até 2014
ACS/Capes
João Carlos Teatini, diretor de Educação a Distância da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes)
O MEC (Ministério da Educação) tem o plano de triplicar o número de
matrículas em cursos públicos de EAD (Educação a Distância) até 2014,
passando dos atuais 210 mil alunos para 600 mil. O dado é do diretor de
Educação a Distância da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal
de Nível Superior), João Carlos Teatini, responsável pelo programa UAB
(Universidade Aberta do Brasil). Entre os obstáculos, segundo o gestor,
estão o preconceito e a resistência ao modelo e as dificuldades de
conexão e falta de banda larga pelo país.
A UAB é um sistema integrado por universidades públicas de todo o país,
que oferecem ensino superior a distância. Implantada no segundo
semestre de 2007, ela dispõe de cursos de licenciatura, formação
pedagógica, bacharelado, tecnólogo e sequenciais. Há também formação
continuada nas modalidades de especialização, aperfeiçoamento e
extensão, e o Profmat (Programa de Mestrado Profissional em Matemática
em Rede Nacional). Atualmente, a UAB tem cerca de 11 mil professores
formados em graduações e outros 16 mil concluintes.
Em entrevista ao UOL Educação, Teatini, que é
engenheiro e professor da UnB (Universidade de Brasília), explicou que o
programa tem duas prioridades: formação de professores, em caráter
emergencial, e instalação de cursos com foco no desenvolvimento do país.
Confira: UOL Educação: Quais são as prioridades da UAB? Teatini: A prioridade é a formação de professores.
Temos hoje cerca de 1,7 milhão de professores na educação básica pública
e cerca 400 mil sem formação adequada, conforme determina a LDB [Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional] de 1996. Entre os objetivos
também está o apoio a cursos com foco a desenvolvimento regional. Sendo
otimista, assim que a formação de professores, de caráter emergencial,
entrar no fluxo, vamos abrir mais UAB para cursos com outros focos,
pensando no desenvolvimento do Brasil. UOL Educação: Quais são as regiões foco? Teatini: A maior concentração de ensino superior
privado está no Sudeste (85%). Majoritariamente, essas redes atendem as
periferias das grandes cidades, e este é um campo amplo para a UAB.
Hoje, temos a meta de alcançar 20% dos municípios do Brasil com polos da
UAB. A princípio, os municípios com 50 mil habitantes são candidatos a
ter polos, desde que exista uma instituição pública com interesse e apta
a oferecer curso naquela localidade.
Já temos na região amazônica 19% dos municípios com UAB. No Sudeste,
12%. A média nacional é de 14%. Precisamos olhar o número de municípios e
a população e também as desigualdades regionais.
Números da Universidade Aberta do Brasil
Modalidade
IES
Cursos
Matrículas
Aperfeiçoamento
41
123
15.230
Bacharelado
41
56
21.155
Especialização
61
210
55.811
Extensão
12
16
3.571
Formação Pedagógica
2
2
166
Licenciatura
69
236
104.707
Sequencial
2
2
691
Tecnólogo
13
14
5.522
Total
81
659
206.853
UOL Educação: Quantos estudantes a UAB pretende alcançar? Teatini: Estamos com 210 mil alunos. Nesse primeiro
semestre, temos mais 40 mil vagas. Até 2014, a meta é chegar a 600 mil
alunos matriculados na formação inicial e na continuada. A intenção é
triplicar o número atual. Temos 92 instituições cadastradas, e há
pedidos de instituições para participar da UAB, levando esse número a
100. Queremos que todas as instituições federais e estaduais participem.
Há a perspectiva de chegarmos a mil polos até 2014. UOL Educação: Como são os custos para essa expansão? Há recursos disponíveis para isso? Teatini: Há recursos [para 2012, a dotação é de R$ 370
milhões]. Existe uma economia de escala que é uma coisa muito
interessante. Comparar o investimento em EAD com o investimento em
educação presencial é como comparar o de construir uma rodovia com o de
uma ferrovia: a ferrovia tem um investimento inicial maior, mas, para
conservação, gasta menos. O custo-aluno é extremamente competitivo em
EAD [De 2007 a 2011, a UAB investiu cerca de R$ 1,5 bilhão]. UOL Educação: Qual é o maior desafio para expandir o programa? Teatini: Existe o preconceito contra a EAD, que tem
vários aspectos. E o maior desafio é que o Brasil é continental. A EAD
não pode ter soluções únicas, precisa ter flexibilidade. Hoje, um
problema sério é a banda larga. Até Manaus, que é uma capital, tem
dificuldades de conexão. Além disso, no sistema da educação brasileira, a
autonomia dos estados e municípios faz com que muitos não tenham
carreira, não respeitem o piso do magistério e não apliquem o PIB em
educação. Precisamos ter um Sistema Nacional de Educação, para garantir
salário atraente e formação adequada. UOL Educação: Existe a perspectiva de abrir mais cursos de mestrado a distância? Hoje, só temos o Profmat. Teatini: Estão sendo estudados um curso na área de
letras e outros dois na área de química e física. A previsão é de que,
para 2013, já existam mais alunos em mestrados a distância. UOL Educação: A evasão de cursos da UAB é maior que a de cursos presenciais? Teatini: Esse é um boato espalhado principalmente
pelas pessoas que são contra a EAD. Há cursos presenciais na UnB que têm
evasão enorme. Até pouco tempo, nas engenharias, a evasão estava
chegando a 50%. A taxa geral aproximada de evasão de alunos da UAB é de
20%, e varia por tipo de curso ou polo de apoio presencial. UOL Educação: Em quais cursos a evasão é maior? Teatini: A maior evasão se dá nos cursos de formação
continuada para professores. Muitas vezes as secretarias de Educação não
apoiam os professores. Outra questão séria é que as carreiras não
estimulam professores a buscar formação. Há estados, por exemplo, em que
um professor que faz a graduação tem aumento de 5% no salário, o que é
muito pouco. Para professores de universidades que fazem mestrado, o
salário sobre 50%.
Fonte: http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/04/24/mec-promete-triplicar-matriculas-em-ead-ate-2014-e-alcancar-600-mil-alunos.htm
Exame gratuito lançado pela Geekie em parceria com 'Estadão.edu' vai gerar relatório indicando pontos fracos de cada estudante
Estudantes de todo o Brasil já podem se inscrever no Simulado 2012
Geekie+Estadão, exame online gratuito que entregará um relatório de
desempenho personalizado. Até agora, cerca de 10 mil participantes se
cadastraram para fazer a prova, resultado de uma parceria entre o ‘Estado’ e a Geekie, startup de tecnologia aplicada à educação. As inscrições estão abertas no site www.geekie-estadao.com.br até 5 de outubro. As vagas são limitadas.
Caio Veloso, de 22 anos, morador de Santana de Ipanema, a 207
quilômetros de Maceió, é um dos inscritos. Caio, que sempre estudou na
rede pública, concluiu o ensino médio em 2009. Quer disputar vaga em
Geografia na Universidade Federal de Alagoas. “Fiz a inscrição porque o
simulado tem a mesma estrutura do Enem, além de ser online e gratuito.”
Os inscritos terão acesso às provas das 6 horas às 23h59, nos
dias 6 e 7 de outubro, um fim de semana. No sábado serão 90 questões de
Ciências Humanas e de Ciências da Natureza e, no domingo, mais 90 itens,
de Linguagens e Códigos e de matemática. Não haverá prova de redação. O
aluno terá quatro horas e meia para fazer o exame, sem interrupções.
A prova seguirá o mesmo modelo matemático do Enem, a Teoria da
Resposta ao Item (TRI), que atribui pesos diferentes às questões segundo
seu grau de dificuldade. O relatório vai apontar a posição de cada
aluno no ranking do simulado.
Para o cearense Leonel de Sá, de 18, o ranking é um dos
principais atrativos do exame. “Vou poder avaliar meu desempenho em
relação ao de outros participantes de todo o País. Terei uma noção do
quanto preciso avançar até o Enem.”
Em agosto, 520 alunos do 3.º ano do Colégio Bandeirantes, zona
sul de São Paulo, fizeram um simulado impresso preparado pela Geekie,
que também gerou relatórios de desempenho individuais. “O aluno precisa
trabalhar em cima das suas deficiências, o que é possível graças à
análise de resultados desse boletim”, afirma o coordenador do colégio
Roberto Nasser.
“O processo de avaliação é muito rico. Acreditamos que
avaliações externas têm um valor adicional. Tiram o viés de professores
da própria instituição”, diz Nasser. “O nível das questões estava
compatível com o do Enem.”
Cursos online gratuitos mudam mercado do ensino superior nos EUA
Faculdades de prestígio testam popularidade do ensino a distância sem modelo de cobrança bem definido
Há poucos meses atrás, cursos gratuitos online de
universidades de prestígio eram uma raridade. Hoje, eles são divulgados
praticamente uma vez a cada duas semanas num momento em que este mercado
é invadido por grandes faculdades e inúmeras plataformas que facilitam o
aprendizado online.
Leia também:Universidades de elite oferecem mais de 100 cursos online gratuitos
Como parte de uma grande mudança que ocorreu na terça-feira, dia 17 de julho, uma dezena de universidades americanas de alto nível disseram ter fechado contrato com o Coursera,
um novo empreendimento que oferece aulas online gratuitamente. Elas
ainda devem enfrentar um certo ceticismo sobre a qualidade da educação
pela internet e as perspectivas de que os cursos cubram os custos de
produção, mas continuam entusiasmadas com a ideia.
Mas nas universidades que ainda não estão participando
deste novo nicho de mercado, as reações variam da curiosidade até o medo
de perder um pedaço crucial do mercado acadêmico. Quando a diretoria da
Universidade de Virgínia afastou seu reitor no mês passado - uma
decisão que mais tarde foi revertida - um dos motivos citados foi a
preocupação de ser deixada para trás no mercado de cursos online – a
Universidade de Virgínia foi incluída no anúncio de terça-feira.
"Há pânico", disse Kevin Carey, diretor de
política da educação da Fundação Nova América, um grupo de pesquisa
apartidário. "Se é o caso de pânico sem embasamento, ainda é difícil
dizer."
Cursos onlines gratuitos e massivos, ou MOOCs como
são mais conhecidos, permitem que o público em geral tenha acesso a
faculdades de alto nível a um custo relativamente baixo, mas as
instituições ainda não ganham muito dinheiro com eles. E caso se torne
possível nos próximos anos obter uma educação universitária completa de
uma instituição de elite online, gratuitamente ou a um custo
relativamente baixo, especialistas se perguntam se algumas faculdades
irão enfrentar dificuldades em atrair estudantes dispostos a pagar
US$20.000, US$40.000 ou até US$60.000 por ano por seus cursos
tradicionais.
Cursos online existem há anos, com a tecnologia evoluindo
cada vez mais para incluir novos recursos multimídia e de interação
entre alunos e professores. A novidade é a maneira como as melhores
universidades estão abraçando os cursos gratuitos, o que significa
estarem praticamente abrindo suas portas digitalmente.
Conheça os cursos da Coursera, com universidades de prestígio dos EUA
Foto 2 de 6 - Na
área da Universidade da Pensilvânia, há cursos de "Neurologia",
"Cálculo", "Poesia americana moderna e contemporânea", "Mitologia grega"
e outros MaisBryan Y.W. Shin/Flickr
Até agora, a maioria das pessoas que se inscreve nos cursos
vive em países estrangeiros. Mas os MOOCs devem se tornar mais atraentes
para alunos americanos quando eles começarem a oferecer créditos para
cursos de bacharelado, algo que as universidades de elite ainda não
fazem. A Universidade de Washington diz que planeja fazê-lo, e isso pode
ser apenas uma questão de tempo.
"As grandes universidades deveriam estar preocupadas com
isso, especialmente as universidades particulares, que são caras e não
são necessariamente de elite porque não têm a mesma reputação", como as
universidades de renome que estão criando os MOOCs, disse Anya Kamenetz,
uma autora que costuma escrever sobre o futuro do ensino superior.
As faculdades já costumam atrair muito menos do que a metade
do mercado de ensino superior. A maioria das inscrições e o crescimento
dentro do ensino superior se encontra em opções menos caras que permitem
que os estudantes consigam equilibrar o estudo com o trabalho e a
família: faculdades regionais, escolas noturnas, universidades online.
A maioria dos especialistas diz que sempre haverão
alunos que querem viver no campus, interagir com professores e colegas,
especialmente em universidades de prestígio. Mas, como parte do mercado
universitário, é bem mais provável que isso vire um nicho cada vez
menor.
NYT
Professor da Universidade da Pensilvânia, que desde abril oferece aulas online gratuitas, ministra curso online
Analistas dizem que as universidades vão
inevitavelmente tentar ganhar dinheiro com os MOOCs, seja através da
cobrança de uma taxa de matrícula ou não. As empresas de software que
trabalham junto com as faculdades têm procurado em anunciar ou vender
informações sobre os alunos para potenciais empregadores.
William E. Kirwan, chanceler da Universidade de
Maryland, observou que algumas faculdades públicas, inclusive o seu
sistema University College, em sua maioria já oferecem cursos online. No
futuro, disse ele, a classe padrão será um híbrido de elementos de
aulas presenciais e online, algo que a Universidade de Maryland já está
experimentando.
"Acreditamos que esse tipo de abordagem possa
reduzir os custos em cerca de 2,5%", disse, "permitindo que cada
professor possa trabalhar com uma quantidade maior de alunos, enquanto
produz uma clara melhoria nos resultados de aprendizagem."
Durante uma década, a Iniciativa de Aprendizagem
Aberta da Universidade Carnegie Mellon criou cursos online gratuitos.
Mas, para muitos educadores, a Universidade de Stanford é quem iniciou
este tipo de ensino no ano passado, com um curso gratuito online em
inteligência artificial que atraiu 160.000 alunos.
Na última semana, mais universidades assinaram com a Coursera.
"Nossa participação foi literalmente finalizada
neste final de semana passado", disse Milton J. Adams, vice-reitor da
Universidade de Virginia, que listou cinco cursos gratuitos. "Eu com
certeza vou ter que lidar com algumas reclamações de alguns membros do
corpo docente dizendo: 'Por que meu curso não pode estar lá?'"
A organização de bibliografias temáticas tem como referência os eventos promovidos pelo Programa Conheça a Educação e a própria agenda de discussão do INEP e do MEC.
As bibliografias podem ser realizadas a partir de quatro fontes distintas, conforme disponibilização das informações:
Current Contents – Social & Behavioral Sciences – base de dados bibliográfica desenvolvida pelo Institute of Scientific Information (Filadélfia – EUA). Indexa artigos de aproximadamente 1.580 periódicos em diversas áreas das Ciências Sociais
A solicitação de cópias de artigos e teses pode ser realizada através do COMUT ou no CIBEC ou, ainda, pelo e-mail cibec@inep.gov.br . Outro tipo de material está disponível para consulta local e cópias só poderão ser providenciadas em conformidade com a Lei de Direitos Autorias vigente.
Fonte: http://portal.inep.gov.br/bibliografias-tematicas
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EDITAL DE CREDENCIAMENTO DE ESPECIALISTAS PARA O BANCO NACIONAL DE ITENS DA PROVA NACIONAL DE CONCURSO PARA O INGRESSO NA CARREIRA DOCENTE – BNI-DOCENTE