quinta-feira, 27 de setembro de 2012

COIED 2012

Vale a pena participar

A COIED 2012 realizar-se-á entre 8 e 19 de outubro de 2012, tendo como tema geral orientador Contextos de aprendizagem em ambiente digital.
Durante o período de 8 a 19 de outubro de 2012, serão realizadas nove Webconferences e três sessões no Mundo Virtual Second Life, com oradores convidados. Realizar-se-ão ainda oito apresentações de Artigos de Investigação e oito apresentações de Boas Práticas, selecionadas de entre os trabalhos submetidos pelos participantes.

A Conferência Online de Informática Educacional é creditada pelo CCPFC (Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua) como ação de formação, na modalidade Curso de Formação, com 0.8 créditos (20 horas). Para os efeitos previstos no artigo 5º do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
Para mais informações sobre a solicitação desta certificação. carregue aqui.

Para efetuar a sua inscrição, basta carregar no botão Registar existente no canto superior direito.
O eBook da COIED 2011 pode ser consultado aqui.

 












Fonte: http://www.coied.com/ed12

Biblioteca Digital EAD

 Biblioteca Digital EAD CNJ

A biblioteca digital de educação a distância do CNJ é um espaço criado para compartilhar artigos, documentos acadêmicos (teses, dissertações e monografias), livros, manuais, notícias e palestras sobre temas de interesse dos órgãos do Poder Judiciário. O objetivo da biblioteca é ser mais um canal de disseminação do conhecimento, dando oportunidade para que os Tribunais e Escolas possam divulgar seus trabalhos e compartilhar suas experiências. Nesse espaço vocês poderão fazer o download dos arquivos e poderão usá-lo para colaborar com o aperfeiçoamento da educação a distância no Poder Judiciário. E como não poderia ser diferente, essa biblioteca será construída de forma colaborativa. Os interessados em participar da biblioteca deverão encaminhar os arquivos para o CNJ, em formato .pdf por e-mail ou pelo correio gravado em CD, endereçado à Seção de Seleção e Aperfeiçoamento. O CNJ ficará responsável pela seleção e publicação dos arquivos, de acordo com critérios de relevância e oportunidade.
As dúvidas poderão ser esclarecidas pelo endereço ead@cnj.jus.br
Contamos com a participação de todos para o sucesso desse projeto.

Categorias no Repositório

Selecione uma comunidade para visualizar suas categorias.
Artigos
Documentos Acadêmicos
Livros
Manuais
Palestras

Fonte: http://www.cnj.jus.br/sesap/ead/bibliotecadigital/

Cursos Online Grátis

Gigantes online testam novo modelo de curso grátis

Iniciativa pretende testar um modelo de curso de oito semanas sem instrutor

 A roda dos cursos online gratuitos universitários não para de girar. Depois de Coursera, MITx e edX terem impulsionado um novo modelo de aprendizagem chamado nos EUA de Mooc (Massive Open Online Course, cursos virtuais grátis para grandes quantidades de alunos), alguns dos gigantes do universo educacional online se reuniram em torno do conceito Mechanical Mooc, ou Mooc Mecânico, e lançaram um curso de “introdução delicada a [liguagem de programação] Python” que funciona de forma automatizada.

A iniciativa pretende testar um modelo de curso de oito semanas sem instrutor. Assim, em vez de aulas serem organizadas por um professor, elas seguirão a cadência de e-mails pré-agendados. “Com os MOOCs que vimos até agora, ainda há um professor que dá a disciplina. Nosso curso não tem tutor. Nossa teoria é que as ferramentas de aprendizagem on-line se tornaram robustas o suficiente e que, com alguma orientação, os alunos possam trabalhar juntos para ajudar uns aos outros sem a necessidade de uma autoridade central”, diz a Peer 2 Peer University, que participa do projeto.

O Mooc Mecânico usa as especialidades que MIT OpenCourseWare, OpenStudy e CodeAcademy desenvolveram no ensino online: conteúdos, redes e exercícios, respectivamente. Por se apoiar nesse know-how, o curso introdução delicada ao Python não começa seu desenvolvimento do zero e será mais barato do que os cursos on-line mais tradicionais. “Em vez de tentar criar uma plataforma que estruture a experiência de aprendizado do início ao fim, como os Mooc têm feito, estamos levando o que de melhor já existe – o conteúdo do MIT OpenCourseWare, as comunidades da OpenStudy e os exercícios da Codecademy – e vamos juntá-los em uma lista de discussão que vai coordenar a atividade dos alunos”, diz Peer 2 Peer, responsável pela coordenação dessa lista de e-mails.

Para quem ainda não conhece os envolvidos na iniciativa, é bom explicar. O MIT OpenCourseWare é a plataforma que reúne conteúdos produzidos por alunos e professores do MIT e que permitiu o lançamento do MITx – apesar disso, o curso de introdução delicada ao Python não oferecerá um certificado do MITx, mas uma espécie de “distintivo” da CodeAcademy por ter participado. Falando em CodeAcademy, ela é uma startup referência em ensino de programação no mundo e se destacou por criar sistemas de exercícios com feedback instantâneo. Já a OpenStudy é uma espécie de rede social voltada para o aprendizado que reúne estudantes interessados em mesmos assuntos; eles definem sua missão como “fazer do mundo um grande grupo de estudos, que não considera escola, região ou backgroud”. Por último, a Peer to Peer University é um projeto educacional que promove a educação por pares.

As inscrições estão abertas e o curso começa em 15 de outubro. Os alunos poderão interagir em fóruns genéricos ou fazer parte de grupos de estudos de até 10 pessoas. Como não há um instrutor, os alunos podem aprender no próprio ritmo. “Nossa preocupação é menos atingir um grande número de pessoas, e mais sobre como produzir uma boa experiência de aprendizagem para todos os que participam.”
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,gigantes-online-testam-novo-modelo-de-curso-gratis,920789,0.htm
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400 cursos gratuitos e online para estudantes e profissionais

Para aqueles que estão zerados ou que procuram cursos que não são oferecidos por nenhuma empresa, elaborei uma lista com diversos cursos em inglês e português sobre os mais variados temas, mas quase sempre relacionado com os assuntos comunicação e internet. Alguns são bem simples, outros já são mais complexos. Espero que algum deles o ajude em sua carreira. Confira:
  • Papos na Rede: não tem como falar em conhecimento gratuito e online sem falar no projeto Papos na Rede, idealizado pela Márcia Ceschini. É gratuito e sempre traz os melhores e mais conceituados profissionais sobre digital do país.
  • FGV – Fundação Getúlio Vargas: cursos gratuitos nas áreas de finanças pessoais, sustentabilidade, inovação, empreendedorismo e comunicação empresarial.
  • SEBRAE: simplesmente um dos melhores portais com cursos gratuitos em português. Oferece cursos de empreendedorismo, internet para negócios, gestão de qualidade e até atendimento ao cliente.
  • Microsoft TechNet: é um programa gratuito online baseado em tecnologias e produtos da Microsoft voltado para a comunidade de desenvolvedores, profissionais de TI, estudantes e entusiastas por tecnologia. 
  • Intel Next Generation: aposta da Intel na formação dos profissionais de tecnologia da informação. Diversas opção bacanas a serem estudadas.
  • Unisul Virtual: comunicação, informática, multimídia, análises de redes sociais, inovação, entre outros. A navegação é um pouco confusa, mas logo você se acostuma.
  • Unicamp: mini-cursos voltados para a área de web, como CSS, HTML, XML entre outros. Outra opção da mesma universidade é conhecer o treinamento interativo, que aborda o sistema Linux, desenvolvimento de sites, além de outros temas.
  • Escola Virtual: curso oferecidos pela Fundação Bradesco, que vão da administração financeira, banco de dados, informática, tecnologia da informação, fotografia e desenvolvimento de aplicativos.
  • Escola Superior de Administração e Gestão: encontrei alguns cursos básicos sobre liderança, comportamento, gestão do tempo e negócios. Vale a pena dar uma conferida.
  • SENAI: um curso sobre tecnologia da informação e comunicação voltado para adolescentes, mas bacana para quem não tem conhecimento na área e quer aprender um pouco mais sobre o tema.
  • INFO: para quem quer aprender um pouco mais sobre Flash (CS3) a INFO disponibilizou um curso online gratuito sobre a ferramenta. Mais uma vez bacana para quem conhece ou ainda não conhece.
  • DFJUG: grupo de Java que tem entre seus objetivos ensinar de forma livre e gratuita a linguagem Java e as tecnologias associadas.
  • Livemocha: é uma rede colaborativa onde você ensina o seu idioma e, em troca, você aprende um nova língua. É banca porque a conversa fica de “igual para igual”. É um case mundialmente reconhecido.
  • UOL: uma opção interessante é fazer um curso de inglês produzido pela parceria da britânica BBC com o portal UOL. O curso é totalmente didático e simples.
  • BCC Languages: se você quer explorar diversos idiomas, a BBC oferece cursos de inglês, francês, espanhol e até chinês.
  • Poynter´s News University: mais voltado para jornalistas, o portal traz desde cursos gratuitos até outros pagos, com preços variados. Há cursos para quase todas as preferências.
  • University of California, Los Angeles: um curso especial sobre ética jornalística.
  • Data Center University: cursos sobre o mundo da tecnologia da informação que vão do introdutório até o avançado.
  • Yale: uma das mais prestigiadas universidades do planeta, a Yale disponibiliza gratuitamente os vídeos de seus cursos sobre astronomia, história, música, filosofia e ciência política. Aqui comecei um curso introdutório sobre filosofia política.
  • MIT – Massachusetts Institute of Technology: referência mundial em pesquisa sobre tecnologia e ciência, com laboratórios vanguardas que trabalham com oportunidades tecnológicas incríveis. Os cursos vão desde estudos sobre mídia, passando por história e engenharia mecânica.
  • University of California, Berkeley: estudos sobre a América, história, geografia, ciência da computação, sociologia, ciência cognitiva e filosofia. Boa pedida também já que é outra universidade super conceituada nos EUA.
  • University of California, Irvine: cursos sobre negócios, informática, educação entre outros.
  • Stanford University: mais uma conceituadíssima universidade americana que foca cursos em inteligência artificial, criptografia, interação homem-máquina e teoria dos jogos. Cheguei a iniciar um curso sobre inteligência artificial e confesso que apesar do tema complexo, as aulas eram super didáticas.
  • The Open University: são mais de 600 cursos gratuitos online sobre negócios, artes, educação, tecnologia entre outros diversos assuntos.
  • Codecademy: portal que oferece cursos voltados ao universo da programação.
  • Harvard University: quer estudar em Harvard? Você pode fazer online um curso que introduz o aluno ao universo da ciência da computação, gratuito, ou optar por cursos de extensão, mas que são pagos – e salgados.
  • Lynda: também com cursos voltados para o mundo da programação, alguns básicos e outros bem avançados. É necessário ser sócio para ter acesso aos conteúdos por completo. Os preços variam de 25 dólares mensais a 375 dólares anuais.
  • Energy University: cursos voltados para a área de TI verde. Disponíveis também em português.
Nesse link você encontra outras universidades com cursos gratuitos e online, e aqui você confere uma lista com mais de 400 cursos também gratuitos e online.
Espero que tudo isso dê para o começo. Se você souber de algum link interessante deixe nos comentários que depois atualizo este post. A preferência, é claro, será por cursos em português e gratuitos. Bons estudos. =)
Fonte:  http://blogmidia8.com/2012/01/diversos-cursos-gratuitos-online-para.html
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Notícias EaD

18° CIAED Congresso Internacional ABED de Educação a Distância

Acontece de 23 a 26 de setembro de 2012 o 18º Congresso Internacional ABED de Educação a Distância. O CIAED tem como tema “Histórias, Analíticas e Pensamento “Aberto” – Guias para o Futuro da EAD”.

O evento será realizado em São Luís, no Maranhão, nas dependências da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e tem como objetivos abrir espaço para pesquisadores, educadores e dirigentes organizacionais possam apresentar seus trabalhos científicos baseados em investigação científica; apresentar relatos de experiências inovadoras; participar de mesas-redondas com especialistas do Brasil e de outros países; realizar palestras; inserir-se em grupos de trabalho de diferentes linhas de atuação; e estabelecer contatos profissionais.
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Vantagens da EaD

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MEC promete triplicar matrículas em EAD e alcançar 600 mil alunos até 2014

  • ACS/Capes
    João Carlos Teatini, diretor de Educação a Distância da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) João Carlos Teatini, diretor de Educação a Distância da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes)
O MEC (Ministério da Educação) tem o plano de triplicar o número de matrículas em cursos públicos de EAD (Educação a Distância) até 2014, passando dos atuais 210 mil alunos para 600 mil. O dado é do diretor de Educação a Distância da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), João Carlos Teatini, responsável pelo programa UAB (Universidade Aberta do Brasil). Entre os obstáculos, segundo o gestor, estão o preconceito e a resistência ao modelo e as dificuldades de conexão e falta de banda larga pelo país.

A UAB é um sistema integrado por universidades públicas de todo o país, que oferecem ensino superior a distância. Implantada no segundo semestre de 2007, ela dispõe de cursos de licenciatura, formação pedagógica, bacharelado, tecnólogo e sequenciais. Há também formação continuada nas modalidades de especialização, aperfeiçoamento e extensão, e o Profmat (Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional). Atualmente, a UAB tem cerca de 11 mil professores formados em graduações e outros 16 mil concluintes.
Em entrevista ao UOL Educação, Teatini, que é engenheiro e professor da UnB (Universidade de Brasília), explicou que o programa tem duas prioridades: formação de professores, em caráter emergencial, e instalação de cursos com foco no desenvolvimento do país. Confira:
UOL Educação: Quais são as prioridades da UAB?
Teatini: A prioridade é a formação de professores. Temos hoje cerca de 1,7 milhão de professores na educação básica pública e cerca 400 mil sem formação adequada, conforme determina a LDB [Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional] de 1996. Entre os objetivos também está o apoio a cursos com foco a desenvolvimento regional. Sendo otimista, assim que a formação de professores, de caráter emergencial, entrar no fluxo, vamos abrir mais UAB para cursos com outros focos, pensando no desenvolvimento do Brasil.
UOL Educação: Quais são as regiões foco?
Teatini: A maior concentração de ensino superior privado está no Sudeste (85%). Majoritariamente, essas redes atendem as periferias das grandes cidades, e este é um campo amplo para a UAB. Hoje, temos a meta de alcançar 20% dos municípios do Brasil com polos da UAB. A princípio, os municípios com 50 mil habitantes são candidatos a ter polos, desde que exista uma instituição pública com interesse e apta a oferecer curso naquela localidade.
Já temos na região amazônica 19% dos municípios com UAB. No Sudeste, 12%. A média nacional é de 14%. Precisamos olhar o número de municípios e a população e também as desigualdades regionais.

Números da Universidade Aberta do Brasil

Modalidade IES Cursos Matrículas
Aperfeiçoamento 41 123 15.230
Bacharelado 41 56 21.155
Especialização 61 210 55.811
Extensão 12 16 3.571
Formação Pedagógica 2 2 166
Licenciatura 69 236 104.707
Sequencial 2 2 691
Tecnólogo 13 14 5.522
Total 81 659 206.853
UOL Educação: Quantos estudantes a UAB pretende alcançar?
Teatini: Estamos com 210 mil alunos. Nesse primeiro semestre, temos mais 40 mil vagas. Até 2014, a meta é chegar a 600 mil alunos matriculados na formação inicial e na continuada. A intenção é triplicar o número atual. Temos 92 instituições cadastradas, e há pedidos de instituições para participar da UAB, levando esse número a 100. Queremos que todas as instituições federais e estaduais participem. Há a perspectiva de chegarmos a mil polos até 2014.
UOL Educação: Como são os custos para essa expansão? Há recursos disponíveis para isso?
Teatini: Há recursos [para 2012, a dotação é de R$ 370 milhões]. Existe uma economia de escala que é uma coisa muito interessante. Comparar o investimento em EAD com o investimento em educação presencial é como comparar o de construir uma rodovia com o de uma ferrovia: a ferrovia tem um investimento inicial maior, mas, para conservação, gasta menos. O custo-aluno é extremamente competitivo em EAD [De 2007 a 2011, a UAB investiu cerca de R$ 1,5 bilhão].
UOL Educação: Qual é o maior desafio para expandir o programa?
Teatini: Existe o preconceito contra a EAD, que tem vários aspectos. E o maior desafio é que o Brasil é continental. A EAD não pode ter soluções únicas, precisa ter flexibilidade. Hoje, um problema sério é a banda larga. Até Manaus, que é uma capital, tem dificuldades de conexão. Além disso, no sistema da educação brasileira, a autonomia dos estados e municípios faz com que muitos não tenham carreira, não respeitem o piso do magistério e não apliquem o PIB em educação. Precisamos ter um Sistema Nacional de Educação, para garantir salário atraente e formação adequada.
UOL Educação: Existe a perspectiva de abrir mais cursos de mestrado a distância? Hoje, só temos o Profmat.
Teatini: Estão sendo estudados um curso na área de letras e outros dois na área de química e física. A previsão é de que, para 2013, já existam mais alunos em mestrados a distância.
UOL Educação: A evasão de cursos da UAB é maior que a de cursos presenciais?
Teatini: Esse é um boato espalhado principalmente pelas pessoas que são contra a EAD. Há cursos presenciais na UnB que têm evasão enorme. Até pouco tempo, nas engenharias, a evasão estava chegando a 50%. A taxa geral aproximada de evasão de alunos da UAB é de 20%, e varia por tipo de curso ou polo de apoio presencial.
UOL Educação: Em quais cursos a evasão é maior?
Teatini: A maior evasão se dá nos cursos de formação continuada para professores. Muitas vezes as secretarias de Educação não apoiam os professores. Outra questão séria é que as carreiras não estimulam professores a buscar formação. Há estados, por exemplo, em que um professor que faz a graduação tem aumento de 5% no salário, o que é muito pouco. Para professores de universidades que fazem mestrado, o salário sobre 50%.
Fonte: http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/04/24/mec-promete-triplicar-matriculas-em-ead-ate-2014-e-alcancar-600-mil-alunos.htm 

Simulado Geekie - exame online gratuito

 Simulado online já tem 10 mil inscritos

Exame gratuito lançado pela Geekie em parceria com 'Estadão.edu' vai gerar relatório indicando pontos fracos de cada estudante

Estudantes de todo o Brasil já podem se inscrever no Simulado 2012 Geekie+Estadão, exame online gratuito que entregará um relatório de desempenho personalizado. Até agora, cerca de 10 mil participantes se cadastraram para fazer a prova, resultado de uma parceria entre o ‘Estado’ e a Geekie, startup de tecnologia aplicada à educação. As inscrições estão abertas no site www.geekie-estadao.com.br até 5 de outubro. As vagas são limitadas.

Caio Veloso, de 22 anos, morador de Santana de Ipanema, a 207 quilômetros de Maceió, é um dos inscritos. Caio, que sempre estudou na rede pública, concluiu o ensino médio em 2009. Quer disputar vaga em Geografia na Universidade Federal de Alagoas. “Fiz a inscrição porque o simulado tem a mesma estrutura do Enem, além de ser online e gratuito.”

Os inscritos terão acesso às provas das 6 horas às 23h59, nos dias 6 e 7 de outubro, um fim de semana. No sábado serão 90 questões de Ciências Humanas e de Ciências da Natureza e, no domingo, mais 90 itens, de Linguagens e Códigos e de matemática. Não haverá prova de redação. O aluno terá quatro horas e meia para fazer o exame, sem interrupções.

A prova seguirá o mesmo modelo matemático do Enem, a Teoria da Resposta ao Item (TRI), que atribui pesos diferentes às questões segundo seu grau de dificuldade. O relatório vai apontar a posição de cada aluno no ranking do simulado.

Para o cearense Leonel de Sá, de 18, o ranking é um dos principais atrativos do exame. “Vou poder avaliar meu desempenho em relação ao de outros participantes de todo o País. Terei uma noção do quanto preciso avançar até o Enem.”

Em agosto, 520 alunos do 3.º ano do Colégio Bandeirantes, zona sul de São Paulo, fizeram um simulado impresso preparado pela Geekie, que também gerou relatórios de desempenho individuais. “O aluno precisa trabalhar em cima das suas deficiências, o que é possível graças à análise de resultados desse boletim”, afirma o coordenador do colégio Roberto Nasser.

“O processo de avaliação é muito rico. Acreditamos que avaliações externas têm um valor adicional. Tiram o viés de professores da própria instituição”, diz Nasser. “O nível das questões estava compatível com o do Enem.”

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,simulado-online-ja-tem-10-mil-inscritos,935268,0.htm

 

EaD lá fora

Cursos online gratuitos mudam mercado do ensino superior nos EUA

Faculdades de prestígio testam popularidade do ensino a distância sem modelo de cobrança bem definido

NYT
Há poucos meses atrás, cursos gratuitos online de universidades de prestígio eram uma raridade. Hoje, eles são divulgados praticamente uma vez a cada duas semanas num momento em que este mercado é invadido por grandes faculdades e inúmeras plataformas que facilitam o aprendizado online.

Leia também: Universidades de elite oferecem mais de 100 cursos online gratuitos
Como parte de uma grande mudança que ocorreu na terça-feira, dia 17 de julho, uma dezena de universidades americanas de alto nível disseram ter fechado contrato com o Coursera, um novo empreendimento que oferece aulas online gratuitamente. Elas ainda devem enfrentar um certo ceticismo sobre a qualidade da educação pela internet e as perspectivas de que os cursos cubram os custos de produção, mas continuam entusiasmadas com a ideia.
Mas nas universidades que ainda não estão participando deste novo nicho de mercado, as reações variam da curiosidade até o medo de perder um pedaço crucial do mercado acadêmico. Quando a diretoria da Universidade de Virgínia afastou seu reitor no mês passado - uma decisão que mais tarde foi revertida - um dos motivos citados foi a preocupação de ser deixada para trás no mercado de cursos online – a Universidade de Virgínia foi incluída no anúncio de terça-feira.
"Há pânico", disse Kevin Carey, diretor de política da educação da Fundação Nova América, um grupo de pesquisa apartidário. "Se é o caso de pânico sem embasamento, ainda é difícil dizer."
Cursos onlines gratuitos e massivos, ou MOOCs como são mais conhecidos, permitem que o público em geral tenha acesso a faculdades de alto nível a um custo relativamente baixo, mas as instituições ainda não ganham muito dinheiro com eles. E caso se torne possível nos próximos anos obter uma educação universitária completa de uma instituição de elite online, gratuitamente ou a um custo relativamente baixo, especialistas se perguntam se algumas faculdades irão enfrentar dificuldades em atrair estudantes dispostos a pagar US$20.000, US$40.000 ou até US$60.000 por ano por seus cursos tradicionais.
Cursos online existem há anos, com a tecnologia evoluindo cada vez mais para incluir novos recursos multimídia e de interação entre alunos e professores. A novidade é a maneira como as melhores universidades estão abraçando os cursos gratuitos, o que significa estarem praticamente abrindo suas portas digitalmente.

Conheça os cursos da Coursera, com universidades de prestígio dos EUA


Foto 2 de 6 - Na área da Universidade da Pensilvânia, há cursos de "Neurologia", "Cálculo", "Poesia americana moderna e contemporânea", "Mitologia grega" e outros Mais Bryan Y.W. Shin/Flickr
Até agora, a maioria das pessoas que se inscreve nos cursos vive em países estrangeiros. Mas os MOOCs devem se tornar mais atraentes para alunos americanos quando eles começarem a oferecer créditos para cursos de bacharelado, algo que as universidades de elite ainda não fazem. A Universidade de Washington diz que planeja fazê-lo, e isso pode ser apenas uma questão de tempo.
"As grandes universidades deveriam estar preocupadas com isso, especialmente as universidades particulares, que são caras e não são necessariamente de elite porque não têm a mesma reputação", como as universidades de renome que estão criando os MOOCs, disse Anya Kamenetz, uma autora que costuma escrever sobre o futuro do ensino superior.
As faculdades já costumam atrair muito menos do que a metade do mercado de ensino superior. A maioria das inscrições e o crescimento dentro do ensino superior se encontra em opções menos caras que permitem que os estudantes consigam equilibrar o estudo com o trabalho e a família: faculdades regionais, escolas noturnas, universidades online.
A maioria dos especialistas diz que sempre haverão alunos que querem viver no campus, interagir com professores e colegas, especialmente em universidades de prestígio. Mas, como parte do mercado universitário, é bem mais provável que isso vire um nicho cada vez menor.

NYT
Professor da Universidade da Pensilvânia, que desde abril oferece aulas online gratuitas, ministra curso online

Analistas dizem que as universidades vão inevitavelmente tentar ganhar dinheiro com os MOOCs, seja através da cobrança de uma taxa de matrícula ou não. As empresas de software que trabalham junto com as faculdades têm procurado em anunciar ou vender informações sobre os alunos para potenciais empregadores.
William E. Kirwan, chanceler da Universidade de Maryland, observou que algumas faculdades públicas, inclusive o seu sistema University College, em sua maioria já oferecem cursos online. No futuro, disse ele, a classe padrão será um híbrido de elementos de aulas presenciais e online, algo que a Universidade de Maryland já está experimentando.
"Acreditamos que esse tipo de abordagem possa reduzir os custos em cerca de 2,5%", disse, "permitindo que cada professor possa trabalhar com uma quantidade maior de alunos, enquanto produz uma clara melhoria nos resultados de aprendizagem."
Durante uma década, a Iniciativa de Aprendizagem Aberta da Universidade Carnegie Mellon criou cursos online gratuitos. Mas, para muitos educadores, a Universidade de Stanford é quem iniciou este tipo de ensino no ano passado, com um curso gratuito online em inteligência artificial que atraiu 160.000 alunos.
O Instituto de Tecnologia de Massachusetts iniciou um projeto de classe grátis, o MITx, em dezembro de 2011. No mês seguinte, um professor de Stanford que deu aulas para o curso de inteligência artificial encontrou o Udacity, uma empresa que oferece cursos gratuitos em parceria com faculdades e professores.
Em abril, a Stanford, Princeton, Universidade da Pensilvânia e a Universidade de Michigan se juntaram com a Coursera para oferecer aulas gratuitas. Em maio, a Harvard se uniu com o MIT para criar um empreendimento similar, o EDX.
Na última semana, mais universidades assinaram com a Coursera.
"Nossa participação foi literalmente finalizada neste final de semana passado", disse Milton J. Adams, vice-reitor da Universidade de Virginia, que listou cinco cursos gratuitos. "Eu com certeza vou ter que lidar com algumas reclamações de alguns membros do corpo docente dizendo: 'Por que meu curso não pode estar lá?'"

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2012-07-21/cursos-online-gratuitos-mudam-mercado-do-ensino-superior-nos-eua.html

Como criar um cartão personalizado com os dados do Google+

Como criar um cartão personalizado com os dados do Google+

Basta seguir os passos abaixo.
  1. Acesse seu perfil do Google+
  2. Clique na sua imagem do perfil
  3. Copie a parte em vermelho na url de seu perfil cartão google plus como criar
  4. Agora acesse http://mygoogleplus.de/id/
  5. Cole os números no espaço reservado e clique em Create my Google+ License
  6. Aguarde o cartão ser gerado, clique sobre ele com o botão direito do mouse e escolha Salvar como ou outra opção parecida em seu navegador
  7. Pronto, seu cartão está criado, agora é usar a criatividade e pensar o que pode fazer com ele.

Retalhos...

Bibliografias Temáticas

A organização de bibliografias temáticas tem como referência os eventos promovidos pelo Programa Conheça a Educação e a própria agenda de discussão do INEP e do MEC.
As bibliografias podem ser realizadas a partir de quatro fontes distintas, conforme disponibilização das informações:
  • Acervo bibliográfico – livros, periódicos e teses
  • Biblioteca Virtual de Educação (BVE) - catálogo de sites, nacionais e internacionais, organizado em categorias e dividido em subcategorias
  • Current Contents – Social & Behavioral Sciences – base de dados bibliográfica desenvolvida pelo Institute of Scientific Information (Filadélfia – EUA). Indexa artigos de aproximadamente 1.580 periódicos em diversas áreas das Ciências Sociais
  • Programa de Legislação Educacional Integrada (ProLEI) - Indexa a legislação federal, na área de políticas educacionais, a partir da promulgação da nova LDB, de 20 de dezembro de 1996".
A solicitação de cópias de artigos e teses pode ser realizada através do COMUT ou no CIBEC ou, ainda, pelo e-mail cibec@inep.gov.br . Outro tipo de material está disponível para consulta local e cópias só poderão ser providenciadas em conformidade com a Lei de Direitos Autorias vigente.
Fonte: http://portal.inep.gov.br/bibliografias-tematicas
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Calendário 2013 com feriados nacionais (Brasil)

 Fonte: http://gfsolucoes.net/calendario-2013-feriados-brasil/ 

Calendário 2012 com feriados nacionais

 


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EDITAL DE CREDENCIAMENTO DE ESPECIALISTAS PARA O BANCO NACIONAL DE ITENS DA PROVA NACIONAL DE CONCURSO PARA O INGRESSO NA CARREIRA DOCENTE – BNI-DOCENTE 

 Saiba mais sobre como funcionou aqui:
 http://download.inep.gov.br/educacao_basica/prova_docente/edital/2011/edital_credenc_bni_docente_30_05_2011.pdf
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 Mais sites dos quais eu participo 
Web 2.0 - TIC´s na Educação Ensino Presencial e a Distância