segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Sustentabilidade - Material


Atenção!! 6 Rs - Reutilizar, Repensar, Reciclar, Reduzir, Reparar e Realocar.


Material 1

http://www.revistaau.com.br/arquitetura-urbanismo/147/imagens/intersecao_sustentabilidade_i04.jpg
http://www.revistaau.com.br/arquitetura-urbanismo/147/imagens/intersecao_sustentabilidade_i05.jpg
À esquerda, edifício de escritórios em Concepción, Chile, do arquiteto Enrique Browne, usa fachada verde na face norte. Na cidade francesa La Tour-de-Salvagny, o escritório da empresa Total Energie, projetada por Jacques Ferrier, possui painéis fotovoltaicos - na fachada e cobertura. Além de produzir energia, esses painéis trabalham para proteger a obra da luz do sol.
O futuro é agora... Clique nas imagens e descubra.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjdx1fvCHKq6v5hdaHR3v5OZgD7e3wGEDP3OC6kHvHF8dWPRUwCiCH6XV39pJ3HFuJLsj_FBGym4pwc9FfVmeIUoDhhBcqjMsL4cg22ur4tJKpHK8aQ4DlfFH7x0V-FvwZgRqBH0QpbdUQI/s320/Cidade_Flutuante1.jpg

Importante:

Material 2
Aptera, o carro elétrico do Google - Terça-feira, 03 de março de 2009 às 09h33
http://olhardigital.uol.com.br/uploads/acervo_imagens/2009/03/20090302193528.jpgTodos os dias surgem projetos interessantes para desenvolver novas fontes de energia e meios de transporte que garantam o desenvolvimento sustentável do planeta e o Google, gigante da internet, não poderia ficar fora dessa.
Em parceria com a Aptera Motors, o Google vem desenvolvendo um carro de 3 rodas ecologicamente correto. Com um lugar para um motorista e mais 2 passageiros, o veículo vem equipado com airbags nos 2 assentos frontais, sistema avançado de computador de bordo, GPS, CD/MP3/DVD Player, câmera retrovisor e um sistema completo de diagnóstico do carro.
O Aptera pode ser encontrado em 2 versões: All-Eletrics, movido 100% à base de uma bateria, podendo atingir velocidade de até 96 km/h e percorrer até 200 km com uma única carga. Para recarregar a bateria, basta conectá-lo em uma fonte de energia 110 Volts.
Já o Plug-In Electric Hybrid roda um motor elétrico com auxílio de um motor de combustão. Mesmo utilizando os combustíveis usuais, esse modelo possui um baixo número de emissão de poluentes, e registra 480 quilômetros com apenas um galão de gasolina.
Com 4 mil modelos já encomendados, a Aptera pretende produzir inicialmente cerca de 10 mil carros, com preços variando entre US$ 25.000 e US$ 40.000, dependendo se os compradores desejam um elétrico, híbrido ou o tradicional, movido à gasolina.
Para saber mais sobre o veículo "verde", visite o site da montadora.
Material 3

Destaque: A Engenharia e o Desenvolvimento Sustentável

Vassoura feita em PET.
Nos dias 13 e 20 de junho, os alunos do primeiro período do curso de Engenharia da Faculdade Kennedy apresentaram diversos trabalhos interessantes sobre Desenvolvimento Sustentável, tema relacionado ao 7° Objetivo do Milênio: Qualidade de Vida e Respeito ao Meio Ambiente.
Sob a coordenação do professor Ney Amorim, parceiro no Projeto Ser, os alunos trabalharam diversos temas como reciclagem, energias alternativas, cases de empresas, dentre outros.Na foto em destaque, apresentamos o exemplo de uma vassoura feita com a reciclagem de garrafas Pet, que além da dimensão ambiental, ajuda a gerar renda para a comunidade. O trabalho foi desenvolvido pelo aluno Cássio Bruno Valadares.
Parabéns a todos os alunos e ao prof. Ney pelo excelente trabalho!
Material 4
Os portenhos comprometidos com o desenvolvimento sustentável sabem o que devem fazer para melhorar a saúde do planeta. O Governo da Cidade publicou dicas para reduzir o consumo de eletricidade e fazer com que o planeta ganhe mais vida. Interessante! Não deixe o computador ligado
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgscEdcNDE_1x-gaZUD0UzJjp_1-zL5jos8uaCvSbg5tBJPG_qL02CkoURDod4nhIJUEitUMYbHTlzgsKrqHsWvjCefSoJJGQLy33vzSQHQXZ0OBc6R392Xy2VgPZepprvDDwig96y9CQg6/s400/Desenvolvimento+sustent%C3%A1vel+-+Dicas+do+governo+da+Cidade+de+Buenos+Aires.JPG
Não deixe o carregador do celular ligado na tomadahttps://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh0VFOViXE-uwQgzlxdHbg-x9UNMOlCIXbsJPHmKTsXD0xWuKilUpXowtqnERBv-Kd7rS-dYKp9Gp1zXAbA8PqkQpp0vt5zstvoXZz79aZbaVfItsPr1A3YSMcSPuCVuVN1yZCjAyjceaOt/s400/Desenvolvimento+sustent%C3%A1vel+-+Dicas+do+governo+da+Cidade+de+Buenos+Aires-2.JPG
Use a geladeira a 3ºhttps://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjjl7W1LZ41YTwyuTklLt9DyHhlfIcq9bbOY2Y9fTpwNtM3E9cBzmdjYwNbOGfVVu01j2KcaGTjATp9FebJHvM_nCOlN2NgAiU-J_Q2M6kxITGwciyqP8v0KF0lR17D7YWB7P9ytwcyBSBl/s400/Desenvolvimento+sustent%C3%A1vel+-+Dicas+do+governo+da+Cidade+de+Buenos+Aires-1.JPG
Use o ar condicionado a 24ºhttps://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCbe9FCfVAUQZJDJMrpBukDIX0ZFCb95MYyUOfxwkwM_RcGI1qj775ltTNTN1bRky5UFpSz1mJvmWqX-M7PVqRoFaMkquYjDVbXva-88Jfq78_paWEMBniA3fGxRrFLIX9jBky75HJ-fqn/s400/Desenvolvimento+sustent%C3%A1vel+-+Dicas+do+governo+da+Cidade+de+Buenos+Aires-3.JPG
Material 5
Participei na semana passada da oficina de sustentabilidade do Banco Real. Sustentabilidade é uma palavra nova pra mim, confesso! Então resolvi me inscrever pra participar dessa oficina, com expectativa de entender um pouco mais sobre o assunto, já imaginando que isto traria informações e práticas para meu dia-a-dia.
Bom, dito e feito. Conheci muitos conceitos interessantes nesta oficina. Um deles é o da ‘Pegada Ecológica”, que é uma tentativa de medir quantos hectares do planeta terra são necessários para produzir os recursos necessários para manter a vida de um ser humano.
Pra minha surpresa, descobri que se todo mundo da face da terra levasse o padrão de vida que eu levo, precisaríamos de 3,8 planetas Terra pra dar conta do recado!
E olha que eu já faço algumas coisa que não contribuem para o tamanho da minha pegada ecológica, como não comer carne e levar sacolas ao supermercado (pra não usar as plásticas). Também tenho usado muito transporte público ultimamente, mas mesmo assim preciso de 7 hectares de Terra para me sustentar na face da Terra.
O que contribuiu pra isso, segundo o teste da Pegada Ecológica, foram:
·O meu chuveiro ser elétrico e não a gás natural
·O número de torneiras que há na minha casa (de 6 a 8!)
·O fato de eu morar numa casa e não num apartamento
·O fato de eu comer pouco em casa (quem come fora tem pegada ecológica maior ??)
·O fato de eu não dar preferencia a produtos produzidos na minha localidade (Sorocaba)
·O fato de eu ter um carro
·A distância da minha casa para meu trabalho
·O fato de eu não praticar compostagêm com resíduos orgânicos
O teste da pegada ecológica pode ser feito pela Net:
Uma das coisas muito interessantes que ocorreram na oficina, foi ter um momento para ver que práticas que posso adotar no meu dia-a-dia, ou seja, ver quais são os pequenos passos que já posso dar para diminuir o tamanho da minha “Pegada Ecológica”. Na minha reflexão, já pensei no seguinte:
·Separar lixo orgânico;
·Tomar banho mais rápido;
·Fazer uma hortinha em casa;
·Consumir menos refrigerante ou refrigerantes feitos na minha cidade (tem alguns razoáveis).
·Fazer uma lista de produtos locais (Sorocaba) e colocar no meu blog
·Retomar o estudo de um aquecedor de água com garrafa Peti que havia começado há uns 2 anos. Tem várias pessoas que fizeram e deu super certo :)
A oficina de sustentabilidade acontece uma vez por mês na agência da Av. Paulista do Banco Real. As próximas serão esse ano. É bom fazer a inscrição bem antes ok? É só entrar no portal de sustentabilidade do site do banco real:
Além da oficina presencial, também é possível fazer (no mesmo site) alguns cursos online sobre sustentabilidade.
Além disso, o Banco Real também dá uma palestra mensal a respeito das práticas que o adotou para se tornar uma empresa sustentável, práticas essas que vão desde o consumo de papél reciclado até não ter como cliente empresas que possuem trabalho infantil ou escravo.
Por falar nisso, sustentabilidade vai bem além de consumir produtos legais e reciclar lixo. Ao meu entender, parte do princípio de que precisamos nos organizar cada vez mais em redes de conversação e informação para que achemos meios de reinventar nosso modelo economico e social. Uma sociedade que sustenta o consumo em massa de forma desenfreada, não pode ser sustentável.



sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Tablets para educação começam a ser distribuídos no Brasil

Tablets para educação começam a ser distribuídos no Brasil, e chegam às escolas públicas em 2013
Modelos escolhidos tem tela de 7 polegadas e processador de 1 GHz.
Já tem um tempo que o Ministério da Educação planeja distribuir tablets nas escolas do país. Ele começou ainda quando Fernando Haddad estava à frente da pasta e continuou com o seu sucessor, o ministro Aloizio Mercadante, que finalmente entregou as primeiras 200 unidades dos tablets.
Eles são destinados a coordenadores estaduais do Programa Nacional de Tecnologia Educacional, além de representantes de universidades federais. No entanto, mais tablets – quase 5.000 no total – chegarão a professores de escolas públicas em 2013.
Os tablets possuem tela de 7 polegadas e cada um deles custou cerca de R$280 ao MEC. Também há um modelo de 10 polegadas, que custou cerca de R$ 460 por unidade aos cofres públicos. De acordo com o siteoficial do Ministério da Educação, os aparelhos têm processador de 1 GHz, resolução de 1024×600 pixels, conexão Wi-Fi e 16GB de armazenamento interno. Eles foram produzidos pela Positivo e Digibras e, segundo a Agência Brasil, modelos com as mesmas especificações custam a partir de R$ 799 nas lojas.
Por enquanto, apenas os coordenadores de cursos de formação receberam os tablets. A ideia é que os professores sejam treinados para usar os dispositivos na sala de aula, como explica a Agência Brasil: Para dar início à capacitação pedagógica de professores do ensino médio da rede pública de todo país… os coordenadores do programa farão curso de formação para, em seguida, treinar os multiplicadores, que formarão os professores em cada estado participante.
Os modelos escolhidos não parecem ser os mais sofisticados, mas é inegável que o uso da tecnologia nas salas de aula tem tudo para ser benéfico, principalmente vendo os planos de como os dispositivos serão usados: o MEC diz que cerca de 15 mil aulas estarão disponíveis para serem usadas pelos professores, e que obras literárias e livros didáticos escolhidos pelo ministério também terão versões digitais.

Web 2.0 - TIC´s na Educação Ensino Presencial e a Distância: Web 2.0 - TIC´s na Educação Ensino Presencial e a ...

Web 2.0 - TIC´s na Educação Ensino Presencial e a Distância: Web 2.0 - TIC´s na Educação Ensino Presencial e a ...

Você conhece o Sloodle (Second Life e Moodle juntos)? MOOC?
Ou talvez... Prezi, WebQuest, Wiki, Squeak, Sloodle, Amadeus, QIM, NanoGong, Wayback Machine, Open Library, Facebook (educ.), Emo/miguxês,Edmodo, AVA´s, SpringboardrAndragogia, Bricolagem, Citation Automatic, MEEZ, Linkedin, Diigo, Pandorga, Impress/Powerpoint, Slideshare,Archive it, Moodle, Second Life, Machinima, Youtube, Vozme, GoogleDoc´s, Plagius, Zoho, Gradefix, Smartkid´s,Web Cataloging,
Inforgráfico, Blog... alguns são nomes desconhecidos, mas outros não são. 

Web 2.0 - TIC´s na Educação Ensino Presencial e a Distância


Web 2.0 - TIC´s na Educação Ensino Presencial e a Distância

Você conhece o Sloodle (Second Life e Moodle juntos)? MOOCOu talvez... Prezi, WebQuest, Wiki, Squeak, Sloodle, Amadeus, QIM, NanoGong, Wayback Machine, Open Library, Facebook (educ.), Emo/miguxês, Edmodo, AVA´s, SpringboardrAndragogia, Bricolagem, Citation Automatic, MEEZ, Linkedin, Diigo, Pandorga, Impress/Powerpoint, Slideshare,Archive it, Moodle, Second Life, Machinima, Youtube, Vozme, GoogleDoc´s, Plagius, Zoho, Gradefix, Smartkid´s,Web Cataloging,Inforgráfico, Blog... alguns são nomes desconhecidos, mas outros não são. 


MOOC

O que é MOOC?

discussão no blog MOOC EaD

MOOCS: Virtudes e Limitações

e a entrevista da Andreia Inamorato com o George Siemens (em inglês):



Fonte: http://moocead.blogspot.com.br/2012/10/o-que-e-um-mooc_11.html

MOOC

How to Catch Light in a Web
How to Catch Light in a Web
utilizada como ilustração do modelo de MOOC para a prática digital em: McAULEY, Alexander et al. Massive open online courses: digital ways of knowing and learning.

“Os MOOC representam experiências de aprendizagem realmente inovadoras. Vão além das experiências iniciais e limitadas de mudança na educação, como OCW (Open Course Ware), baseadas ainda em objetos de aprendizagem isolados e sem pedagogias concretas associadas, e incluem não apenas mudanças na forma de compreender o conteúdo, mas também propostas metodológicas e novos papéis para os dinamizadores e participantes. Afirma-se, nesse caso, de forma explícita, que nem Stephen Downes nem George Siemens, seus responsáveis, desempenham papéis de instrutores tradicionais, mas que são simplesmente nós em uma rede maior.” (HERNÁNDEZ, Dolors Reig. Un mundo de medios sin fin: cambios en aprendizaje, Facebook y la apoteosis de las aplicaciones expresivas).
Um MOOC (Massive Open Online Course) é, como a própria sigla indica, um curso online (que utiliza diversas plataformas web 2.0 e redes sociais), aberto (gratuito e sem pré-requisitos para participação, mas também sem emissão de certificado de participação) e massivo (oferecido para um grande número de alunos e com grande quantidade de material).
A essência dos MOOCs é o espírito da colaboração: além de utilizar conteúdo já disponível gratuitamente na web, boa parte é produzida, remixada e compartilhada por seus participantes durante o próprio curso, em posts em blogs ou fóruns de discussão, recursos visuais, áudios e vídeos, dentre outros formatos. Assim, como afirmam McAuley, Stewart, Siemens e Cormier, em Massive open online courses: digital ways of knowing and learning, o MOOC se constrói pelo envolvimento ativo dos alunos que auto-organizam sua participação em função de seus objetivos de aprendizagem, conhecimentos prévios e interesses comuns. Nesse sentido, possuem pouquíssima estrutura, quando comparados com cursos online oficiais e formais, que muitas vezes começam com o conteúdo e até as atividades prontos – a ideia é que o próprio programa emirja das interações entre seus participantes.
Por isso, os MOOCs têm contribuído para redefinir a própria noção de curso e a relação entre alunos e professores: a responsabilidade pelo ensino fica distribuída por toda a classe, não apenas nas mãos do professor.
Os MOOCs incentivam ainda a construção de PLEs (Personal Learning Environments), já que o aluno escolhe, de um amplo cardápio, o que e quando quer aprender e de que atividades e ferramentas quer participar, ao contrário da educação tradicional, na qual em geral todos os alunos precisam realizar as mesmas tarefas ao mesmo tempo.
Por tudo isso, um MOOC possibilita uma educação online interativa e colaborativa, com baixo custo e oferecida em larga escala, o que para muitos críticos parecia impossível, justificando os modelos fordistas enlatados de EaD.
Mas há também problemas e desafios a serem superados: a falta de estrutura e objetivos de aprendizagem pode gerar uma sensação de confusão e falta de orientação; a falta de interação constante com o professor pode resultar numa sensação de falta de guia e direção; a falta de domínio básico de informática e mesmo do uso de ferramentas distribuídas em rede podem exigir uma curva de aprendizado inicial; o alto nível de ruído de conversas simultâneas pode gerar uma sobrecarga cognitiva; e o alto nível de autonomia e autorregulação da aprendizagem exigido dos alunos pode impulsionar a evasão (termo que, entretanto, talvez nem faça sentido utilizar, no caso dos MOOCS, já que os alunos podem se interessar apenas por parte do curso). Como afirmam McAuley et al, a participação em um MOOC é emergente, fragmentada, difusa e diversa, e pode ser frustrante – não é diferente da vida!
Diz a lenda que a expressão MOOC foi criada em 2008 por Dave Cormier e Bryan Alexander, apesar de antes já terem sido oferecidos cursos online abertos, como o Educamp, na Colombia, coberto por Diego Leal em Aprendizaje en un mundo conectado: cuando participar (y aprender) es «hacer clic».
No final de 2008, George Siemens e Stephen Downes ofereceram o que teria sido o primeiro MOOC: Connectivism and Connective Knowledge, com mais de 2.000 inscritos, que estudava o conectivismo e se repetiu em 2009 e 2011.
Antonio Fini, em The Technological Dimension of a Massive Open Online Course: The Case of the CCK08 Course Tools, analisou a experiência do ponto de vista de alguns alunos. A principal razão indicada para o abandono do curso foi a falta de tempo, associada em menor grau a barreiras de linguagem, fuso horário e falta de habilidades em TICs. Experiências de aprendizagem informal como os MOOCs competem com outras atividades para a alocação de tempo pessoal. Nesse sentido, por mais contraditório que possa parecer, os alunos preferiram utilizar uma ferramanta web 1.0 passiva – Daily, uma newsletter que apresentava um resumo já filtrado pelo professor e distribuído por uma lista de emails (mas que tomava menos tempo) do que discussões interativas em fóruns no Moodle e blogs, redes sociais, Pageflakes e Second Life (que tomariam mais tempo). A maioria das ferramentas web 2.0 e redes sociais foram consideradas pouco úteis, confusas e desorganizadas pelos alunos.
Baseando-se nos resultados dessa análise, Fini recomenda que MOOCs escolham com cuidado as interfaces em função de sua usabilidade, indiquem os objetivos pedagógicos de cada ferramenta oferecida e deixem claro que os alunos podem escolher as ferramentas que preferem utilizar.
Mark Mackness e Roy Williams, em The ideals and reality of participating in a MOOC, encontram contradições similares nos resultados do mesmo MOOC.
Mas várias outras experiências já foram realizadas, depois desta facilitada por Siemens e Downes:


  • PLENK 2010 – Personal Learning Environments Networks and Knowledge (2010)
  • Change.MOOC – Change: Education, Learning, and Technology! (2011)
  • Creativity and Multicultural Communication (2011)
  • eduMOOC – Online Learning Today and Tomorrow (2011)
  • DS106 – Digital Storytelling (2011)
  • Introduction to Artificial Intelligence (2012), oferecido pela Stanford University, um pouco diferente dos demais pois tem um programa definido com conteúdo e avaliações, e, além de um fórum de discussão, estar baseado na aprendizagem individual, não social.
  • The Georgia Tech MOOC (2012), que apresenta diferentes pesquisadores, em cada semana, discutindo tecnologia educacional.
  • Para saber mais sobre MOOCs, cf. além dos links já apresentados:


  • O verbete na Wikipedia
  • 7 Things you should know about MOOCs – Educause Learning Initiative, November 2011
  • Um guia com a teoria e história dos MOOCs
  • Outro guia, com orientações para a elaboração de um MOOC – baseado na experiência do MobiMOOC(ourse), que foi analisada em Using mLearning and MOOCs to understand chaos, emergence, and complexity in education
  • A Brief Guide To Understanding MOOCs, de K. Masters, que traz dicas muito interessantes para um professor que quer organizar um MOOC
  • 2 apresentação do Downes
    e alguns vídeos
    O que é um MOOC

    Como um aluno pode obter sucesso em um MOOC

    O conhecimento em um MOOC

    Fonte: http://joaomattar.com/blog/2012/03/24/mooc/

    Traduções? Veja em DICAS :)

    Pinterest - Incrível by Nina

    .
    .
    1 comentário
    Foto do perfil de Nina Snape
    Nina Snape Amazing images.
    Sua foto do perfil
    Lake Como
    Lake Como
    .
    .
    Enviado pelo usuário
    .
    .
    Enviado pelo usuário
    Soft summer rain in the forest
    Soft summer rain in the forest
    Enviado pelo usuário
    Beautiful clear waters in Ternate Island, North Maluku, Indonesia
    Beautiful clear waters in Ternate Island, North Maluku, Indonesia
    Ballybunion Castle, Ireland
    Ballybunion Castle, Ireland
    Canary Wharf
    Canary Wharf
    Morning Glory Pool, Upper Geyser Basin, Yellowstone National Park, Wyoming
    Morning Glory Pool, Upper Geyser Basin, Yellowstone National Park, Wyoming